Atorcidatricolor é exemplo de amor por um clube de futebol. Já não bastasse as diversas demonstrações dos adeptos do Santinha dando subsídio a este fato, ainda é possível medir o quão apaixonados são os torcedores corais através de números.
Mesmo estando na desgostosa série D por dois anos, o Santa Cruz ainda sim tem a quarta maior média de público entre todos ostimesno Brasil, só perdendo para Ceará (23.698), Corinthians (24.907) e Fluminense (27.735).
Em apenas três jogos em casa, 70.076torcedoresforam ao Arruda, resultando numa média de 23.359 tricolores por jogo.
Para se ter uma idéia, Sport e Náutico possuem em seu público médio 9.570 e 9.247 pessoas, em ordem respectiva. O Flamengo, clube com mais torcida no Brasil, tem média de 20.895 torcedores.
Quando se pratica o exercício de análise destes números e fatos é que se chega à conclusão de que a torcida tricolor é realmente única. Sofrida, desgastada, mas extremamente apaixonada.
Lembramos a nossos companheiros e companheiras que já está em vigor desde o dia primeiro do
corrente, a resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que visa estabelecer condições mínimas de segurança para o transportede passageiros com idade inferior a sete anos e meio em veículos de passeio.
A resolução determina que:
1. crianças de até um ano de idade sejam transportadas noequipamento de
nominado conversível ou bebê conforto 2. crianças entre um e quatro anos em cadeirinhas 3. crianças de quatro a sete anos e meio em assentos de elevação (veja ilustração abaixo).
Deve-se utilizar, sempre, o dispositivo de retenção adequado ao peso e altura da criança, pois o
objetivoé o de reduzir o risco ao usuário em casos de colisão ou de desaceleração repentina do veículo, limitando o deslocamento do corpo da criança.
Cabe aqui uma palavra de cautela: antes de acomodar a criança em um dispositivo de retenção, leia o manual de instrução, treine a fixação e jamais faça adaptações. Veja algumas dicas de um especialista da
Volkswagenem sistemas de retenção de ocupantes:
1. Para fixar corretamente a cadeirinha, exerça pressão com as mãos ou apoie o joelho sobre ela para forçar o ajuste e eliminar as folgas.
2. Atravesse o cinto nos locais indicados pelo fabricante da cadeirinha. Verifique se o cinto passa no centro do ombro, o mais ajustado possível ao tórax e nunca junto ao pescoço, e se a faixa sub-abdominal está na região da cintura, não sobre o estômago.
3. Certifique-se de que o clipe de segurança esteja corretamente travado.
4. Teste a eficiência da fixação. Puxe a cadeirinha em direção oposta à que está instalada, simulando uma frenagem brusca ou choque frontal do veículo. O deslocamento não deve ser maior que 2 centímetros.
Antes da existência da resolução do Contran, a área de Engenharia de Segurança Veicular da Volkswagen do Brasil já realizava testes rigorosos para validar a conformidade dos meios de fixação das cadeirinhas nos veículos Volkswagen. Todos os veículos da marca são equipados com cinto de segurança de três pontos com comprimento suficiente para a fixação do equipamento e o Golf também oferece de série um dispositivo de bloqueio (KiSi) no retrator do cinto de segurança traseiro, que dá mais estabilidade à cadeirinha durante manobras.
Fique atento, pois quem descumprir a resolução poderá ser multado em até R$ 191,54, receberá sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e poderá sofrer a retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.
Você que conhece minha história sindical e política sabe que sempre honrei minha origem policial. Desde que fundei, ao lado de companheiros, o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), como presidente da entidade, em dois mandatos de vereador do Recife e em três mandatos de deputado estadual, tenho mantido o compromisso com a defesa dos colegas que fazem a segurança no Estado, lutando por condições dignas de trabalho e por uma política de segurança efi ciente.
Atento às reivindicações dos servidores do Sistema Penitenciário de Pernambuco,coloquei meu mandato à disposição da Associação da classe, a Aspepe, lutando para o desenvolvimento profi ssional e por melhorias do setor, articulando reuniões e ajudando a mudar a visão da sociedade e do Governo sobre o papel do agente penitenciário.
Como fruto desse trabalho incessante, consegui articular com a Secretaria de Ressocialização (SEREs) e Administração (SAD) e estender, através do decreto nº32. 515, a bolsa de formação para a categoria. A medida atendeu a um pleito antigo da classe para não contar com o pluriemprego como vencimento e conseguir o teto de R$$ 1.700, o que é exigido pelo Pronasci, o Programa Nacional de Segurança
Pública com Cidadania.
Também atuei lado a lado na batalha pelo Plano de Cargos Carreiras e Vencimentos (PCCV) dos agentes de segurança penitenciários e agentes femininos de segurança penitenciária, conquistando a aprovação da lei complementar 150, que obteve importantes avanços na recriação dos cargos de ASP II, ASP III e criação do ASP IV; enquadrou as atividades do agente penitenciário como serviço essencial e na área
de segurança publica; colocou a categoria como cargo de nível superior, estendendo o mesmo direito da lei aos aposentados e pensionistas.
Através do decreto 34.331, conseguimos criar a Escola Penitenciária para qualificar o profi ssional para o bom atendimento à sociedade. Para cobrar a realização de concurso público para o cargo, apoiei as mobilizações da categoria e articulei a abertura de negociação com o Governo. A reunião resultou na publicação de um edital no Diário Ofi cial.
Agora, mais uma vez, me coloco à disposição como instrumento de luta para juntos conquistarmos a criação, normatização e publicação do regimento interno, o cumprimento do acordo assinado com o Governo para enquadramento como servidor policial civil, a implantação da 3ª fase da revisão do Plano de Cargos que trata da
qualifi cação profissional, a isonomia com a Polícia Civil, a criação do decreto para fardamento, botão de lapela, distintivo no mesmo modelo da Polícia Civil e tantas outras lutas.
Vamos permanecer unidos e manter a voz dos agentes penitenciários na Assembleia Legislativa.
Sou candidato à reeleição para ampliar os direitos e garantias da classe.
Mais uma tentativa de assalto contra uma agência do Banco do Brasil foi registrada neste sábado em Pernambuco. Depois dos roubos ocorridos em Frei Miguelinho, Taquaritinga do Norte, Ferreiros e Machados, todas na Mata Norte de Pernambuco, o cofre da agência instalada na Vila Militar, em Piedade, sofreu uma tentativa de arrombamento. Os bandidos usaram maçaricos para tentar violar o cofre.
O grupo, formado por quatro homens, conseguiu chegar á agência após passar pela gruarita de segurança da vila. Ao porteiro, eles disseram que iriam visitar um amigo morador do local. Durante a tentativa de roubo, o alarme da agência disparou e o vigilante, ao tentar verificar o que ocorria, foi recebido a tiros. O rapaz, identificado como Davi Nascimento, ficou ferido na mão. Os bandidos fugiram do local sem levar nada.
Nas investidas ocorridas no interior foram usados explosivos para arrombar caixas eletrônicos. A suspeita é de que um único grupo criminoso, formado por pelo menos dez pessoas, seja responsável pela sequência dos crimes.
Era pouco mais de meia-noite de hoje. Quem estava dentro do lotado Fórum de Ipojuca tinha o coração batendo acelerado. Todos queriam saber o resultado do julgamento mais importante da década. Seriam os kombeiros Marcelo e Valfrido Lira absolvidos ou condenados? Sete anos de perguntas foram caladas. Pelo menos, por enquanto. Um júri apertado, de 4 a 3, mas que absolveu os réus, que até hoje se diziam inocentes dos assassinatos das adolescentes Maria Eduarda e Tarsila Gusmão, em maio de 2003. Marcelo e Valfrido estão livres e agora podem voltar para casa.
Arrumar os pertences do Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel) e sair da prisão onde estavam há dois anos e sete meses. Uma semana de julgamento, mais de sessenta horas, e os fogos na frente do fórum eram o sinal de felicidade de parte da população de Ipojuca e distritos vizinhos que torciam pelos réus. Ainda na madrugada de hoje, familiares e amigos dos irmáos prepararam uma festa para recepcioná-los em casa. Os promotores já anunciaram que vão entrar com recurso de apelação para um novo julgamento.
Marcelo e Valfrido foram inocentados da acusação de homicídio duplamente qualificado e tentativa de estupro pelo conselho de sentença, formado por quatro homens e três mulheres, todos de Nossa Senhora do Ó e Camela. "A verdade chegou", bradou Marcelo. "A justiça foi feita", acrescentou Valfrido, ainda se levantando das cadeiras onde estavam e de onde assistiram todo o julgamento sem demonstrar emocao. Perto dali, Paulo Lira da Silva, 20 anos, colocava a mão no peito. Ele é filho de Valfrido e desde a última segunda-feira acompanhou o julgamento do próprio pai. "Tinha certeza de que isso ia acontecer, de que ele não era culpado. Meu pai não tem capacidade para isso. Tem uma filha que tem a mesma idade que as meninas teriam agora se estivessem vivas", desabafou. Do lado da família das vítimas, Regina Lacerda, que não participou da parte final do julgamento, já anunciou: vai mandar celebrar por trinta meses uma missa em agradecimento à absolviçãodos réus. Ela era a única entre os pais das vítimas que acreditava na inocencia dos kombeiros.
O advogado Jorge Wellington de Lima, que defende os irmãos desde abril deste ano, acredita que os depoimentos dos peritos foram cruciais para a defesa. "Quem absolveu eles foram os peritos do Instituto de Criminalística de Pernambuco. Foram eles que, do auto de suas competências, que esclareceram as dúvida. Os peritos levaram à prova da inocência. Dedico a vitória aos irmãos Lira e ao amado professor Miguel Sales", comemorou. Ele foi aluno do promotor aposentado em Caruaru e virou seu discípulo.
O placar apertado do julgamento foi visto como um bom sinal pelos promotores que passaram os últimos dias tentando condenar os kombeiros. "É importante destacar a divergência do júri. A votação mostrou a consistência dos nossos argumentos", destacou o promotor Salomão Abdo. Na opinião dele, o que pesou contra a acusação foi a questão geográfica. "Alertamos para o fato dos jurados morarem em Camela e Nossa Senhora do Ó no pedido de desaforamento", destacou Abdo.
A partir de agora, a acusação entra com recurso de apelação para novo julgamento. Para isso, é necessário esperar que todo material gravado em plenário seja taquigrafado, para que sejam dadas vistas. A partir daí os promotores e advogados da assistência da promotoria apresentam suas razões e defesa se manifesta. Só então o pedido segue para avaliação do Tribunal de Justiça de Pernambuco.
Enquanto a assistência baseará o recurso por nulidade do julgamento no fato do advogado Bruno Santos, da defesa, ter se constituído primeiro como advogado de Regina Lacerda e depois passar para o lado dos kombeiros justificaria o pedido. Já a promotoria apelará com base na decisão contrária à prova dos autos. "Temos como reverter essa situação", garantiu o promotor Ricardo Lapenda.
Um veículo Celta a serviço da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) foi atingido por um tiro na manhã desta terça-feira (31), dento da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SDSDH), localizada na avenida Cruz Cabugá, em Santo Amaro, Recife. A ação criminosa aconteceu durante uma tentativa de assalto frustrada.
Segundo a assessoria da Secretaria, esse veículo que presta serviço à Funase realizou, excepcionalmente, hoje a compra de Vales Transportes, no Centro da ciadade. Normalmente, a atividade é realizada por carro escoltado da SDSDH.
No caminho de volta, o motorista do Celta percebeu que estava sendo seguido por dois homens numa motocicleta e desconfiou da possibilidade de assalto. Para evitar o roubo, ele dirigiu até a Secretaria, que estava com o portão aberto, e entrou com o carro lá dentro.
Um dos assaltantes, irritados, sacou uma arma e, da própria avenida, efetuou três disparos contra o carro. Apenas um tiro atingiu o vidro traseiro do Celta, que ficou todo estilhaçado.
Estavam no carro da Funase o motorista Severino Antônio Ribeiro e outros os funcionários Elton Correia e Maria do Socorro Nippo. Esta última teve ferimentos leves por conta dos estilhaços dos vidros, mas não chegou a ser socorrida.
O policial Erivaldo Roberto, que trabalha na Secretaria, ainda tentou correr atrás dos criminosos, mas eles fugiram na motocicleta. "O carro entrou a 60 km/h aqui. Os assaltantes não chegaram a entrar porque eles sabem que existe segurança aqui dentro. Mesmo assim, ainda efetuaram os disparos", comentou.
Senado aprovou projeto que aumenta tempo de prisão para crimes hediondos conseguirem liberdade condicional
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (1º) um projeto que aumenta o tempo de prisão para condenados por crimes hediondos conseguirem liberdade condicional. O projeto seguirá para a Câmara dos Deputados caso não seja apresentado requerimento para votação em plenário. São crimes hediondos a prática de tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, além de terrorismo.
Atualmente, nos casos de condenação por crime hediondo, o Código Penal determina que o juiz pode conceder condicional se o preso cumpriu dois terços da pena em regime fechado e tiver bom comportamento. De acordo com a proposta do senador Hélio Costa, a pena mínima em regime fechado subiria para quatro quintos (80%) para que os presos conseguissem liberdade condicional.
O Conselho Nacional de Justiça decidiu, nesta terça-feira, por unanimidade, que o juiz maranhense Marcelo Testa Baldochi deve responder a processo administrativo disciplinar, no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), denunciado por manter trabalhadores em condições análogas às de escravos, na Fazenda Pôr do Sol, de sua propriedade. O relator da revisão disciplinar foi o conselheiro Paulo de Tarso Tamburini.
O TJ-MA havia decidido pelo arquivamento da denúncia contra o magistrado em 2007, quando o Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego expediu 24 autos de infração para o juiz, por ter encontrado em sua fazenda - localizada a 150 km da sede do município de Açailândia - empregados que não tinham carteira assinada, não recebiam pagamento regular, e não dispunham de equipamentos apropriados para suas atividades.
Na época da denúncia, o corregedor-geral de Justiça do Maranhão, desembargador Jamil de Miranda Gedeon Neto, atual presidente do tribunal estadual, votou pela instauração do processo administrativo disciplinar contra o magistrado. No entanto, 11 desembargadores votaram pelo arquivamento da denúncia. Com a decisão do Conselho, o TJ-MA deverá instaurar definitivamente o processo contra o juiz. Leia mais aqui
Um adolescente de 17 anos foi detido, na noite de terça-feira, depois de tentar lançar um telefone celular para o interior da Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) utilizando um arco e flecha. O aparelho atingiu as costas de um policial militar que realizava a guarda em cima do muro externo da prisão mais rigorosa do Estado.
O soldado Vilson Manoel de Ávila trabalha há 18 anos na Pasc e disse nunca ter visto nada perecido. "Senti um forte impacto, achei que pudesse ser um tiro, mas achei a flecha caída com o telefone preso na ponta. Se não fosse o aparelho e as fitas utilizadas para prendê-lo, eu teria me ferido gravemente", contou. O lançamento foi feito a uma distância de quase 100 metros, de trás de uma cerca de contenção na área da prisão.
Logo depois de o soldado ser atingido, a Guarda da Pasc acionou o 28º Batalhão da Brigada Militar de Charqueadas. Os policiais cercaram o local e detiveram o adolescente em um matagal atrás da cadeia. O jovem, com antecedentes por roubo, utilizava uma touca ninja e estava com o arco que fez o lançamento. Depois do registro da ocorrência, ele foi entregue a familiares e deve responder processo em liberdade.
A polícia investigará a informação repassada pelo próprio adolescente de que outras lanças com telefones celulares teriam sido arremessadas com sucesso para dentro da penitenciária. Ele teria treinado por mais de um mês para realizar o serviço contratado por detentos. O jovem disse ter recebido R$ 1,5 mil. Do total, R$ 700 foi utilizado para comprar a arma.
Três pessoas que levaram o garoto ao local conseguiram escapar. O trio, armado com pistolas, estava em um Celta que não foi localizado pelo policiais. "Recebemos informações que esta quadrilha que escoltava o adolescente estava fortemente armada, realizamos buscas em toda a região, mas não conseguimos prender os suspeitos", informou o oficial de Serviço da Guarda Externa da Pasc, tenente Maurício Abrahão.
Uma cadeira-scanner, aparelho que substitui a revista íntima e detecta a presença de objetos metálicos escondidos em qualquer parte ou orifícios do corpo, deverá ser instalada em seis unidades prisionais sob a responsabilidade Suapi (Subsecretaria de Administração Prisional) de Minas Gerais.
Há 12 dias em teste na Casa de Detenção Antônio Dutra ladeira, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, a cadeira já mostrou ser eficaz na detecção de objetos metálicos. Uma mulher grávida, dispensada da revista íntima, foi flagrada pela cadeira com um telefone celular e um carregador escondidos no órgão genital.
De acordo com o subsecretário da Suapi, Genilson Ribeiro Zeferino, o objetivo do sistema prisional mineiro é modernizar para humanizar. Além da Dutra Ladeira, está prevista a instalação das cadeiras-scanner na Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Nova Contagem, no Presídio Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, no Presídio de Joaquim de Bicas, na Penitenciária Jacy de Assis, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e no Ceresp Gameleira, em Belo Horizonte
- Com a utilização dessa cadeira-scanner, as revistas íntimas não serão necessárias. A pessoa irá se assentar e, caso tenha algum objeto metálico em qualquer parte ou orifício do corpo, isso será detectado
O custo estimado de cada equipamento é de R$ 59,8 mil. Ao todo, estão previstos investimentos em torno de R$ 360 mil, recursos do Governo mineiro. O subsecretário da Suapi informa que a cadeira-scanner em teste é a BOSS, sigla em inglês para Body Orifice Security Scanner ou Scanner de Segurança para Orifícios Corporais, emprestada para avaliação pela Ranger Security Detectors, empresa localizada em El Paso, no Texas (EUA).