segunda-feira, 4 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
BOLETIM INTERNO SERES Nº 10/13
DA ALIMENTAÇÃO
a - Reduzir despesas com
alimentação dos apenados, otimizando os recursos e evitando o desperdício nas
Unidades Prisionais.
b - A redução das despesas com
alimentação dos apenados, deverá ser feita com o auxílio da Gerência de Apoio
Psicossocial, Saúde e Nutrição (GAPSN), através de cardápio sugerido pelos
nutricionistas da SERES.
c - Reiterar a proibição do
fornecimento de refeições aos Agentes Penitenciários, Técnicos e Policiais
Militares nas Unidades Prisionais.
d - Os Agentes Penitenciários
que, pelo local de trabalho, optarem por realizar a refeição na própria
Unidade, terão cancelado o auxílio alimentação, conforme determinação da
Controladoria Geral do Estado.
Fonte - boletim 10/13
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Governo
sexta-feira, 1 de março de 2013
Presos fogem da Penitenciária Barreto Campelo
Alguns presos fugiram nesta sexta-feira da Penitenciária Professor Barreto Campelo, localizada
na Ilha de Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife. De acordo com as
primeiras informações, o grupo teria passado por um buraco feito na muralha da unidade prisional, considerada de segurança máxima.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos informou que Agentes de Segurança Penitenciária da Gerência de Segurança Penitenciária estão na unidade prisional para apurar o fato. Buscas estão sendo realizadas para tentar capturar os fugitivos.
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Recife: concursados e Agentes Penitenciários organizam protesto e passeata pelo centro
Concursados e Agentes Penitenciários
de Pernambuco programam para esta terça-feira(26/02) um protesto seguido de passeata.
Apoiados pelo sindicato da categoria, o Sindasp-pe, eles devem se concentrar às
10h na Praça do Derby e seguir em caminhada pela Avenida Conde da Boa Vista em
direção à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
De acordo com os organizadores, a
manifestação tem o objetivo de denunciar à sociedade os problemas enfrentados
pelo sistema prisional do estado, como o baixo efetivo. Na ocasião, a categoria
promete apresentar números, fotos e documentos sobre a situação atual dos
presídios em Pernambuco.
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO OFICIALIZA REUNIÃO PARA O DIA 21 DE MARÇO DE 2013
A Secretaria de Administração oficializou aos sindicatos as reuniões de mesa específica. A reunião do Sindicato com a Secretaria de Administração será para debater as pautas de REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA. A REUNIÃO com o SINDASP-PE está agendada para o dia 21 de março de 2013, às 15:00 horas.
Existem ainda itens da pauta de 2012, que estão pendentes e também será discutido itens da pauta de 2013.
Itens da pauta:
Aumento do efetivo de ASP’s (convocação de aprovados no último concurso);
Discussões de enquadramentos pendentes (pauta de 2012);
Discussão sobre descongelamento do estágio probatório (pauta de 2012)
Criação da síntese de atribuições, conforme previsão no art. 7 da Lei complementar nº 150/2009;
Realização do curso de tiro dos Agentes Penitenciários que estão pendentes (Pauta de 2012);
Criação de uma Lei para o porte estadual, fora do serviço;
Criação das Unidades Prisionais da CPFAL e Buíque e seus cargos;
Incluir o Agente Penitenciário no Premio PDS e CVLI;
Manutenção de alimentação nos presídios, devido aos Agentes Penitenciários trabalharem em regime de plantão;
Cumprimento da sentença da carga horária (escala 24h/96h), decidida no STF.
Fonte - sindasp
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Governo
Pesquisa aponta que em seis Estados, PM não tem uma arma para cada policial
Uma pesquisa divulgada
nesta semana pelo Ministério da Justiça aponta que, em seis Estados do Brasil,
a Polícia Militar não tem sequer uma arma para cada agente em serviço. Os
dados, de 2011, revelam que estão nesta situação Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão,
Paraíba e Rio Grande do Norte.
Somente no
Maranhão, são 3.530 mil armas para um efetivo de 7.585 homens. Do lado oposto
está São Paulo, com 136.292 armas para 85.056 policiais.
O estudo
mostra ainda que poucos Estados possuem um ou mais coletes a prova de balas por
policial civil. Apenas Paraíba, Rio Grande do Sul e Distrito Federal atingem
esse patamar, com destaque para o último, que registra quatro coletes por
agente.
A pesquisa
também aponta o número de delegacias em cada Estado. No Rio de Janeiro, Ceará e
Distrito Federal, verifica-se a menor quantidade de distritos policiais em
relação ao número de habitantes. Tocantins tem a melhor situação entre os
Estados, com uma delegacia para cada 6,6 mil habitantes.
Segundo o
estudo, as delegacias estão localizadas majoritariamente no interior dos
Estados (74,4%). De todas as delegacias do País, 15% são especializadas, com
destaque para Amapá e Distrito Federal, onde este índice sobe para 40%.
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Governo
HONESTIDADE NO SERVIÇO PÙBLICO
Estava
conversando com alguns companheiros de trabalho sobre HONESTIDADE. Daí
indaguei. Será que é preciso ser desonestos, corruptos e capachos para alcançar
algum cargo dentro do nosso ambiente de trabalho?
Creio que a
realidade que convivo e convivi esses anos todos no serviço público, me faz,
infelizmente, acreditar que sim. São poucos que conheço ocupando função de
gerências por ser competente e honesto, mas vive na corda bamba pra
"cair".
Percebo que honesto, probo e não
aceitar subornos ou dinheiro sujo não tem valor, afinal, para que serve essas
qualidades? Bom mesmo é aceitar suborno, desviar verbas, afastar os
companheiros que na conluiem nas artimanhas ou que denunciam todo esse jogo
sujo usando do poder de transferir das unidades a bel prazer e ainda, usar dos
boatos para denegrir a imagem dos que lutam pela verdade.
Eu faço parte
desses que são manés, otários, babacas que são transferidos pro lado e para o
outro. É muito bom chegar em casa e olhar nos olhos dos meus filhos e saber que
posso lhes dizer que o pai tem caráter e que o leite deles não tem dinheiro de
desvio, corrupção ou suborno. O dinheiro que comprou seu biscoito, suco e o pão
de cada dia têm o doce sabor do meu suor de trabalhador. Ao me deitar na minha
cama tenho sono dos justos.
Você que lê esse texto tem essa coragem de
olhar nos olhos dos seus filhos e esposa ou esposo? Eu tenho. Podemos mentir
para todo mundo, menos para nós mesmo, nossa consciência e nem para DEUS. Com
ressalva. DEUS NÃO ESQUECE NEM DORME! DURMAM BEM!
Por Adielton
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OPINIÃO
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
“É proibido proibir”: o problema contemporâneo da Liberdade de Imprensa
Efervesce – e
preocupa – a, cada vez mais, polêmica e acirrada discussão sobre a liberdade de
Imprensa no Brasil, que, a semelhança do que ocorre em outros países, ao
valer-se do eufemismo “controle”, tenta dissimular o que de fato está por trás
do debate: o intuito de produzir-se, aos auspícios da Lei, a censura prévia.
Censurar a
Imprensa não é propriamente uma novidade no nosso país. O governo Militar, a
propósito da “Segurança Nacional”, aprovou em 09.02.1967 a “Lei de Imprensa”
(Lei N° 5.250), que vigorou até bem recentemente, quando em 30.04.2009, o
Supremo Tribunal Federal finalmente a revogou, após proposição do então
Deputado Federal Miro Teixeira, o qual arguiu acerca do descumprimento dos
preceitos fundamentais da nossa Constituição por parte da referida legislação,
o que culminou no julgamento da sua inconstitucionalidade.
Há alguns aspectos gerais nesse
debate: é de se destacar, por exemplo, que ele vem sendo pauta diferenciada de
governos caráter populista (Venezuela, Argentina, Brasil e, mais recentemente,
Equador são exemplos da adoção dessa pauta); que, invariavelmente, o argumento
utilizado por todos os que querem “controlar” a Imprensa é a densa concentração
dos veículos de comunicação em pequenos grupos – às vezes, famílias – de
proprietários; que, por isto mesmo, os veículos de comunicação têm sido
instrumento da defesa dos interesses desses “grupos” e não do interesse
público; etc. Mas, os aspectos particulares – atinentes ao Brasil – são os mais
bizarros!
Principalmente por ter se
livrado tão recentemente de uma Lei que “controlava” a Imprensa é que o Brasil
se faz num ótimo observatório para este tema.
Não é interessante que um
instrumento (a Imprensa) se afigure igualmente ofensivo à “direita” e à
“esquerda”? ...Pois, não deveria ser. Karl Marx, o filósofo alemão que, entre
outras “virações”, labutou como jornalista na Alemanha e na Inglaterra – e,
obviamente, foi processado devido aos seus escritos jornalísticos – enquanto se
defendia no Tribunal de Colônia, num dos processos que sofreu, sentenciou no
final do seu discurso/depoimento: “O primeiro dever da imprensa, portanto, é
minar todas as bases do sistema político existente”.
Curiosamente, ou não, o
pronunciamento de Marx foi publicado no jornal no qual ele trabalhava como
editor, o “Neue Rheinische Zeitung”, com o seguinte título: “O papel da
Imprensa como crítica de funcionários governantes”. A curiosidade está, prezada
leitora, na alvissareira atualidade desse título: não parece que só ele é
necessário para entendermos o porquê das perseguições a Julian Assange
(wikiLeakis) e à blogueira cubana, Yaoni Sánches? Mais curioso ainda é que,
devido às esquisitas peculiaridades do Brasil, encontraremos quem, com a mesma
ênfase, defenda um e ataque a outra!
Os textos de Marx sobre
liberdade de Imprensa foram compendiados e publicados no Brasil com o título
“Liberdade de Imprensa”, pela editora L&PM Pocket, em 2006. No decorrer dos
discursos, Marx defende que, enquanto conceito, a liberdade não pode ser
fragmentada em categorias; e vai além quando sentencia: “Ninguém luta contra a
liberdade; no máximo, luta-se contra a liberdade dos outros. Por isto, todos os
tipos de liberdade existiram sempre, às vezes como prerrogativa particular,
outras como um direito geral.”
Mas, não é essa mesma a
transcendência do discurso sobre o “controle” da Imprensa no Brasil quando o
Governo brasileiro (e também o venezuelano, o argentino, o equatoriano) ao
invés de procurar aprofundar a Liberdade de Imprensa, procura “controlar” tal
liberdade? Explico: se o interesse governamental não é a censura, não é “lutar
contra a liberdade dos outros”, por que então, ao invés de controlar, não
incentivar a prática? Se o problema é que, os anos e anos de “governos
comprometidos com as elites” produziram uma Imprensa consequentemente
comprometida com a elite, por que, então, não incentivar as imprensas de
classe, de bairro, de clubes, etc.?
Não seria, de fato, um ambiente
de liberdade de expressão aquele no qual, no domingo de manhã, estivesse
disponível nas bancas de todas as cidades, ao lado da Revista Veja, da Carta
Capital, do Jornal O Globo, da Folha de São Paulo...; o Jornal do Sindicato dos
Bancários, do Sindicato dos Professores, dos Policias, dos Estudantes, dos
Católicos, dos Evangélicos, dos Terreiros de Candomblé, dos Músicos, dos
Poetas, desse e daquele Bairro... de todos os que efetivamente tivessem
notícias e pontos de vista a apresentar?; que o leitor, ao se deparar com uma
análise econômica na Revista “Tal” pudesse pedir ao jornaleiro um exemplar do
Jornal ou da Revista do Sindicato dos Economistas, para saber a opinião dos
profissionais da área sobre o assunto?
Porem, no Brasil a restrição tem
sido sempre a primeira via para a “solução” dos problemas sociais... E isto é
tão emblemático que encontramos, sob forma de paradoxo, a negação da negação
como expressão máxima da luta pela liberdade nos anos de mobilização pela
democracia: “É proibido proibir!”
Mais uma vez, a peculiaridade
do Brasil faz com que invertamos, inclusive, o fluxo do interesse social e, ao
invés de pautarmos o governo, assumimos como nossa a sua pauta e, deste modo,
quando deveríamos pugnar por liberdade de expressão e informação, nos
concentramos em reverberar o apelo governamental em calar os veículos de
Imprensa; aliás, eu escrevi “calar”, mas pode-se ler controlar, se for mais
palatável...
O fato é que,
ao invés de lutarmos para a ampliação dos espaços de informação, como, por
exemplo, pela regulamentação das rádios comunitárias, nas quais ouviríamos as
notícias específicas do nosso bairro; invés de lutarmos pela regulamentação das
TVs comunitárias, nas quais, os sindicatos poderiam utilizar como canais de
divulgação de suas lutas... fazemos coro para que se controle a Rede Globo, se
feche a Revista Veja ou se processe o editor da Folha de São Paulo!... E assim,
materializa-se a sentença marxista: lutamos contra a liberdade dos outros! Ao
invés de lutarmos pela ampliação da nossa própria, eu tomo a liberdade de
acrescentar.
Por Breno Rocha
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OPINIÃO
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
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