sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
O PLANO DE DILMA PARA EVITAR REBELIÃO NA COPA
Planalto pedirá ajuda ao CNJ para
fazer um pente-fino nos presídios dos estados que sediarão partidas do Mundial
de futebol.
O governo federal vai pedir ajuda ao
Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para evitar uma onda de rebeliões nos
presídios do país durante a Copa do Mundo de 2014, o que pode colocar em risco
os planos de reeleição da presidente Dilma Rousseff. A ideia é fazer um
pente-fino nos presídios instalados nas 12 cidades sedes que receberão os jogos
das 32 seleções e os turistas que estarão no Brasil para torcer pelos seus
respectivos países. Dilma sabe que a explosão da violência em um período
estratégico colocará em xeque a capacidade do Executivo federal de controlar o
sistema carcerário nacional.
A presidente ainda tem claro na mente
o desastre provocado em sua popularidade após as manifestações de junho do ano
passado, durante a Copa das Confederações. A aprovação do governo derreteu do
patamar de 57% para 30%. O governo sabe que as passeatas de junho foram na
busca de maior qualidade nos serviços públicos e que, tirando a ação extremada
dos black blocs, não houve grandes tragédias do ponto de vista de perdas de vidas.
Rebeliões em presídio geram uma
impressão ainda mais impactante. Dilma ficou assustada com a brutalidade na
crise ocorrida no presídio de Pedrinhas, em São Luís, quando uma briga entre
facções terminou com quatro detentos mortos — três deles decapitados — e o
alastramento de uma onda de violência pelas ruas da capital maranhense que
terminou na morte da menina Ana Clara, vítima de um ônibus incendiado a mando
dos líderes da rebelião. “Se o vídeo com os presos decapitados tivesse
circulado durante os jogos da Copa, a repercussão negativa para o país seria
infinitamente maior”, reconhece um aliado da presidente.
Segundo apurou o Correio, Dilma já
teria, inclusive, manifestado a ideia ao presidente do CNJ e do Supremo
Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa. O Conselho Nacional de
Justiça é responsável pelos mutirões carcerários que levantam os problemas dos
presídios brasileiros e apontam soluções para diminuir a pressão nas cadeias do
país. A parceria emergencial aconteceria nas 12 sedes dos jogos: Amazonas,
Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco,
Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. O trabalho
poderia se estender a outras capitais, mas, como o prazo é exíguo, a atenção
será total para as regiões que devem receber o maior número de turistas
estrangeiros no meio do ano.
Dilma está obcecada com a segurança
nos jogos da Copa. Ela sabe que os erros e as tragédias que porventura
acontecerem serão debitados diretamente na conta do governo federal, o que pode
trazer prejuízos eleitorais na disputa de outubro. Aliados do governo avaliam
que a autoestima do brasileiro com a realização dos jogos será afetada
diretamente na medida em que a Copa do Mundo traga transtorno, decepção ou uma
sensação de aumento de insegurança no país. O Brasil já enfrenta dificuldades
nas obras de mobilidade, deve enfrentar nova onda de manifestações nas ruas
durante os jogos e tenta evitar novas crises para administrar.
No fim do ano passado, quando a
Polícia Civil de São Paulo desencadeou uma investigação destrinchando a
estrutura hierárquica e o modus operandi do Primeiro Comando da Capital (PCC),
a maior facção criminosa do país avisou que “não haveria Copa do Mundo”. Pelas
informações recebidas até o momento pelo governo federal, o que aconteceu em
Pedrinhas (MA) não tem qualquer relação com a articulação planejada pelo PCC.
Seria resultado da briga de grupos rivais, algo que, por conta da superlotação,
transforma os presídios brasileiros em um foco constante de tensões.
Os levantamentos já feitos pelo CNJ
nas unidades prisionais das cidades sedes mostram que a tardia preocupação do
governo procede. O Amazonas, por exemplo, estado do qual as seleções reclamam
do calor, os presídios estão sendo acusados de desrespeito aos direitos
humanos, mesma crítica feita ao Presídio Central de Porto Alegre, que,
inclusive, está sendo questionado pela Organização dos Estados Americanos
(OEA).
No Ceará, uma rebelião recente no
município de Itaitinga provocou a fuga de três criminosos que participaram do
assalto do Banco Central. Em Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia, Paraná, Distrito
Federal e Pernambuco, a superlotação aumenta os riscos de motins. No Rio de
Janeiro, onde será realizada a final da Copa do Mundo, os presos estão
amontoados nas delegacias. Em São Paulo, que sediará a partida de abertura,
além da ascensão do PCC no sistema, existem problemas de atendimentos à saúde.
E, no Rio Grande do Norte, rebeliões recentes terminaram com presos decapitados,
bem antes das cenas de barbárie ocorridas em Pedrinhas.
Para o coordenador do Laboratório de
Estudos da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Ignácio Cano,
o pente-fino não resolverá os problemas do sistema, mas mostram que as rebeliões
surtem o efeito. “A sociedade só se preocupa com os presídios quando existem
motins. É válido tudo o que puder ser feito para diminuir a superlotação e
retirar presos que não deveriam mais estar nas cadeias”, completou Cano.
Os problemas detectados
Confira as falhas identificadas nos
estados que sediarão partidas da Copa do Mundo:
Amazonas
Os presídios amazonenses são apontados
como centros de desrespeito aos direitos humanos. Em um deles, os detentos
ficam em celas localizadas no subsolo. Durante os fins de semana, por problemas
na escala de agentes carcerários, o presídio ficava trancado, sem responsáveis,
e os presos só podiam voltar a circular na segunda-feira.
Bahia
A terceirização e privatização do
sistema carcerário não resolveram os problemas de superlotação e maus-tratos
aos detentos.
Ceará
Fuga de presos é uma constante.
Recentemente, no município de Itaitinga, uma rebelião acarretou na fuga de três
criminosos que participaram do assalto ao Banco Central, em Fortaleza.
Distrito Federal
Principal problema é o deficit de
vagas.
Mato Grosso
A superlotação é um dos maiores
problemas, sobretudo nos presídios de Cuiabá.
Minas Gerais
Embora com menos intensidade, o estado
sofre com a superlotação nos presídios.
Paraná
O estado formou um grupo de
secretarias para acompanhar os presídios, que sofrem com denúncias de
superlotação e maus-tratos.
Pernambuco
A superlotação é um dos principais
problemas, sobretudo no presídio Aníbal Bruno, que tem 5 mil detentos.
Rio de Janeiro
Superlotação de presos, sobretudo nas
delegacias de polícia.
Rio Grande do Norte
Rebeliões recentes também terminaram
com presos decapitados.
Rio Grande do Sul
O Presídio Central de Porto Alegre
responde a um questionamento da Organização dos Estados Americanos (OEA) por
violação dos direitos humanos.
São Paulo
O estado representa quase 40% da
população carcerária. Superlotação, brigas de facções e problemas de
atendimento à saúde dos detentos.
Fonte-correiobraziliense
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Governo
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
SERES utiliza termo “Agente Penitenciário da Polícia Civil” após intensa mobilização da ASPOL/PE
A Associação
dos Policiais Civis de Pernambuco (ASPOL/PE) parabeniza a Secretaria Executiva
de Ressocialização (SERES), representada por Romero Ribeiro, por reconhecer a
dignidade funcional dos agentes penitenciários pertencentes à categoria da
Polícia Civil, tendo em vista que o mesmo vem utilizando o termo “Agente
Penitenciário da Polícia Civil” nas comunicações oficiais. A mudança aconteceu,
sobretudo, graças à intensa mobilização da ASPOL/PE no sentido de classificar a
categoria como pertencente à Polícia Civil.
Um dos documentos oficiais que faz o uso da
descrição correta para o cargo é o Boletim Interno n° 03/2014, publicado em 06.01.2014.
O texto versa sobre a Portaria SERES/SIND nº 189/2013, de 26 de Dezembro de
2013. Confira abaixo:
O SECRETÁRIO EXECUTIVO DE RESSOCIALIZAÇÃO, no
uso de suas atribuições legais e com base no conteúdo da Portaria SERES nº
148/2013 de 07 de fevereiro de 2013, Considerando a comunicação de
irregularidades noticiadas no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico –
HCTP, Presídio de Vitória de Santo Antão – PVSA e Penitenciária Professor
Barreto Campelo, da lavra da 21ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital,
datada de 06/11/2013, cujo teor se reporta que pesos estão realizando
atividades dos Agentes Penitenciários da Polícia Civil, bem como agressões aos
direitos humanos dos presos. Continue lendo em: http://www.seres.pe.gov.br/bi/2014/bi_03_2014.pdf
Reconhecimento - A ASPOL/PE aproveita a
oportunidade para reafirmar seu compromisso em lutar pela categoria dos agentes
penitenciários. Além de promover a dignidade funcional desses profissionais, o
objetivo da Associação é lutar por todos os direitos desses profissionais,
abrangendo reivindicações salariais, correções no PCCV e melhoria das condições
de trabalho.
Diego Soares, presidente da ASPOL/PE, ressalta
a importância da inserção desses profissionais no contexto da Polícia Civil. “O
reconhecimento funcional deverá ser concretizado administrativamente. Caso
contrário, buscaremos o Poder Judiciário e mecanismos classistas para
efetivá-lo. Não descasaremos até resgatarmos o cargo. Não buscamos só a
dignidade funcional, mas todos os elementos que cercam o servidor público, como
salário, prerrogativas e condições de labor”.
Por-Diego de Almeida Soares
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OPINIÃO
Presídio de Limoeiro: Policiais Civis apreendem droga e objetos ilegais
Em revista realizada na cela 12 do
pavilhão B da Penitenciária Dr. Ênio Pessoa Guerra (PDEPG), em Limoeiro/PE, os
agentes penitenciários apreenderam os seguintes objetos:
3 aparelhos celulares;
aproximadamente 100 gramas de maconha;
3 cachimbos para
consumo de drogas;
cerca de 400 ml de cachaça artesanal (gengibirra);
2 carregadores de
celular;
3 facas artesanais (chuço) e
3 pesos de ferro que são usados como armas de arremesso.
Na ocasião, dois detentos assumiram a
propriedade da droga e dos materiais, foram encaminhados à delegacia e autuados
em flagrante.
A operação policial contou com a
brilhante atuação dos agentes de penitenciários Lenivaldo Alves Costa Júnior,
José Ricardo de Santana e Sérgio Ricardo Pereira Pinto.
Todos são associados à Associação dos
Policiais Civis de Pernambuco (ASPOL/PE).
Por-Diego de Almeida Soares
Por-Diego de Almeida Soares
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
População carcerária brasileira atual é de 563.723 presos
Um levantamento revelou que o Brasil
tem atualmente um déficit de 200 mil vagas nas unidades prisionais.
Ainda de acordo com o levantamento, a
população carcerária brasileira atual é de 563.723 presos. O número de vagas,
no entanto, é de apenas 363.520 em todo o país.
O número atual de presos é mais de
quatro vezes maior do que o registrado há 20 anos. A proporção hoje é de 280
detentos para cada 100 mil habitantes. Em 1993, era de 85 para cada 100 mil.
O levantamento foi baseado em dados
dos governos dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal.
A superlotação nos presídios
brasileiros é apontada como um dos motivos para a crise de segurança no estado
do Maranhão, que vive uma onda de ataques a ônibus e delegacias.
A Justiça decidiu que o governo do
Maranhão tem 60 dias para construir novos presídios, preferencialmente nas
cidades do interior do estado.
O estado de São Paulo é o que
registra o maior déficit carcerário do Brasil. Há um total de 206,9 mil presos
para apenas 123,4 mil vagas, ou seja, uma sobrecarga de 83,5 mil detentos.
Enquanto na região Sudeste falta
110,1 mil vagas, na região Nordeste o déficit é de 38,8 mil vagas, seguida pela
Centro-Oeste, com 19,6 mil, pela Norte, com 16,2 mil e pela Sul, com 15,3 mil.
A maioria dos estados diz ter planos
de construir mais presídios.
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Sistema Penitenciário Nacional
Governo do Estado divulga calendário anual de pagamento dos servidores
CALENDÁRIO DE PAGAMENTO 2014
| |||
Mês
|
Aposentados e pensionistas
|
Servidores da Educação
|
Administração Direta e Indireta
|
Janeiro
|
29
|
30
|
31
|
Fevereiro
|
26
|
27
|
28
|
Março
|
27
|
28
|
31
|
Abril
|
28
|
29
|
30
|
Maio
|
28
|
29
|
30
|
Junho
|
26
|
27
|
30
|
Julho
|
29
|
30
|
31
|
Agosto
|
27
|
28
|
29
|
Setembro
|
26
|
29
|
30
|
Outubro
|
29
|
30
|
31
|
Novembro
|
26
|
27
|
28
|
Dezembro
|
26
|
29
|
30
|
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Governo
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
INFORMATIVO DA DIRETORIA EXECUTIVA DO SINDASP
Prezados
associados e associadas do SINDASP-PE e demais componentes da categoria,
cordiais saudações.
É sabido de todos que nossa
categoria passa por um momento de extrema delicadeza, e como isto já não
bastasse, temos enfrentado ferrenha oposição de algumas pessoas que fazem
questão de dificultar ainda mais o processo de ajuste e realinhamento pelo qual
passa o nosso sindicato. Lamentamos que os pessimistas e oportunistas de
plantão (insistam em fazer gol contra) jogando contra sua própria categoria,
num momento em que precisamos realinhar estratégias de jogo.
É verdade que houveram
desentendimentos, contudo, a bem da categoria nossa Diretoria Executiva decidiu
retomar o diálogo internamente. Deixamos de lado as diferenças pessoais
imbuídos do espírito de cooperação e renovação. Partimos para analisar
estratégias e ações realizadas no decorrer do ano de 2013, e é bem possível que
tenham ocorrido erros. Enfim, após longos debates constatamos que era preciso
fazer uma parada estratégica, reagrupar e traçar novos planos de ação que
venham a trazer os resultados desejados para a nossa categoria.
Nunca foi nossa pretensão sermos
donos da verdade, mas é preciso que se compreenda as dificuldades de nossa
Diretoria que como os demais membros da categoria está exaurida, pois sofre
pressões iguais ou maiores que aqueles na atividade fim, mesmo porque só temos
a disposição do sindicato o presidente e o vice-presidente, os demais diretores
encontram-se trabalhando normalmente nos plantões de nossas unidades
prisionais. Some-se as nossas dificuldades a indiferença de muitos de nossos pares
que não participam e se omitem das ações sindicais, a pressão do governo e da
própria base que na maioria das vezes cobra de nós diretores soluções como se
governadores do estado fossemos e possuíssemos o poder de, num passe de mágica,
resolvermos todos os problemas da categoria.
Se erramos, erramos tentando
acertar, com coragem e dedicação, ninguém fez mais pela categoria que nós. Só
comete erros quem tenta acertar, quem vai à luta e entra na batalha. Os
covardes não se expõem, não são criticados ou são feridos. Se estamos feridos é
porque estamos na luta, colocamos a cara e saímos na linha de frente. Muito nos
entristece perceber que estamos sendo abandonados no campo de batalha por
aqueles a quem defendemos e pasmem estamos sendo alvejados por fogo amigo, por
alguns que pensávamos estar do nosso lado e nos ajudando. O exército mais cruel
é aquele que abandona seus soldados feridos na frente de batalha.
Estamos numa batalha contra a
tirania dos poderosos que oprimem nossa categoria, nos exploram e ainda
conseguem nos dividir em facções (... Partido Político; P. ext. Parte
divergente ou dissidente de um grupo ou partido, fração - Dic. Aurélio). Temos
a facção dos diaristas, a facção dos plantonistas, a facção dos “antigões”, dos
antigos, dos novinhos, a facção dos prós e contra concursados, a facção dos
abaixo-assinados pró-desfiliação, a facção do pró-governo contra o sindicato, a
facção dos sindicalistas da net, a facção do movimento “A”, “B”, “C”, a facção
dos oportunistas e do quanto pior melhor. Enfim, temos muita gente para
criticar e muito poucos para ajudar, participar e construir um projeto de
sucesso junto conosco, sindicato e categoria.
Nós diretores estamos na luta como
os demais companheiros da base, afinal lutamos uma luta inglória, onde as
vitórias são rápida e facilmente esquecidas enquanto as falhas são cantadas em
prosa e verso, decantadas principalmente pelos partidários do mal e se
locupletam com o enfraquecimento de nosso sindicato. A Síndrome de Judas se
espalhou contaminando alguns que esqueceram que são Agentes Penitenciários.
Lamentamos que nossa categoria não veja a realidade histórica e cruel das lutas
sindicais em nosso país, onde o pequeno se une para tentar enfrentar os
grandes, onde trabalhadores assalariados e explorados se unem para combater o
poderio econômico dos patrões. No nosso caso, não estamos lutando simplesmente
contra uma corporação comercial ou financeira, estamos lutando contra o gigante
governo, o leviatã, que estende seus tentáculos por todos os setores que se
possa imaginar, inclusive no meio de nossa categoria. Será preciso que entre
nós tombe um “Chico Mendes” para acordarmos de nosso comodismo e partirmos
juntos, em busca de nossos direitos.
O cruel domínio governamental,
consegue nos manter com baixos salários e condições sub-humanas de trabalho,
como vassalos, subserviente ao PJES, Reflorestar, Gratificações; enfim,
penduricalhos que serão usados para nos escravizar, manter no cabresto enquanto
estivermos no período de validade, durante nossa vida útil funcional, pois
nenhum destes pseudo benefícios nos acompanharão na aposentadoria, invalidez,
acidente de trabalho ou doença. Não esqueçam, temos tempo de vida útil, que no
caso do agente penitenciário é 45 (quarenta e cinco) anos de idade segundo
estudos recentes.
Estamos sim, em busca de dignidade
para a nossa função e condições de trabalho para nossa categoria. E, se alguém
duvida de nossa integridade e nos acusa sorrateiramente e traiçoeiramente disto
ou daquilo, mostre a cara, diga diretamente o que pensa e o que quer.
Lembramos, porém que acusações inverídicas e infundadas são passíveis das
devidas sansões legais, posto que "a quem acusa cabe o ônus da
prova". Não abriremos mão de nossos direitos pois na medida que
respeitamos a todos merecemos ser respeitados e não abdicaremos de nosso
direito legal a integridade física e moral. Não haverá consideração ou
complacência contra aqueles que tramando mal e caluniando tentem destruir a
categoria, ou mentindo quiserem nos difamar.
No ano de 2014 estaremos retomando
com toda a força nossas atividades, faremos visitas às unidades de todo o
estado e discutiremos frente a frente nossas dificuldades, deficiências e
acertos buscando com o nosso maior patrimônio, os agentes penitenciários, os
encaminhamentos para nortear nossas ações em 2014. Trata-se de percorrer a base
na busca de subsídios para o Planejamento Estratégico do ano, que servirá de
cartilha para o nosso trabalho.
Certamente, 2014 nos reserva novos
desafios e gostaríamos de contar com a participação de toda a categoria,
filiados ou não, na construção de um sindicato forte e representativo, que
atenda às demandas da nossa classe trabalhadora. Contamos com o empenho de
todos, pois para que isto aconteça é necessário a participação de todos nas
assembleias, plenárias, discussões deliberativas, atos e movimentos do
sindicato.
Vamos dar um basta neste processo
de autofagia (devoração da própria carne, na demência;...), afinal já temos
muitas feras querendo nos devorar. A luta continua, unidos somos forte,
separados somos presas fáceis.
Felicidades e um próspero ano
novo, com a graça de Deus e nosso Senhor Jesus Cristo. São os nossos votos.
Diretoria Executiva do SINDASP-PE
Obs: significado de
"facção" - fac.ção
sf (lat factione) 1 Insigne feito
de armas; proeza. 2 Partido. 3 Bando ou partido sedicioso. 4 Sociol Grupo de
conflito, geralmente pouco organizado e fluido, que marca a transição de um
estado de desorganização para a reorganização da comunidade. Var: fação.
(Dicionário Michaelis online)
Fonte-sindasppe
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Eduardo critica sistema carcerário brasileiro e propõe parceria público-privada como solução
Embora
os presídios de Pernambuco tenham históricos de superlotação e algumas mortes,
o governador Eduardo Campos (PSB) fez duras críticas, nesta quarta-feira
(08), por meio do Facebook, à estrutura carcerária do Brasil, que, para ele,
não permite a recuperação de ninguém. No texto, o governador também propõe
soluções para resolver o problema, como a parceria público-privada na
administração de presídios. "(A estrutura carcerária) virou faculdade do
crime. Está aí a crise nos presídios do Maranhão mostrando que este tema
precisa entrar definitivamente na pauta do país e ser discutido em busca de
soluções mais eficientes", afirmou o governador, referindo-se à barbárie
que aconteceu no presídio de Pedrinhas, naquele estado nordestino, onde presos
foram decapitados, outros filmaram e postaram na internet.
Segundo
o governador, "é ingenuidade acreditar que a superpopulação carcerária do
Brasil e a violência nas ruas do País não têm relação alguma". De acordo
com ele, 'do jeito que está, hoje, é um dinheiro jogado fora e não traz
resultado algum, nem reintegrando o cidadão na sociedade, nem impedindo que o
crime organizado pare de ameaçar a população mesmo dentro da cadeia".
Fonte-dp
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Governo
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
NOVAMENTE O SISTEMA PENITENCIÁRIO DE PERNAMBUCO É MOSTRADO COMO UMA VERGONHA NACIONAL. PRECISAMOS DE UMA INVESTIGAÇÃO (SINDICÂNCIA) DA POLÍCIA FEDERAL NOS PRESÍDIOS PERNAMBUCANOS. NÃO AGUENTAMOS MAIS E PEDIMOS SOCORRO!
ATENÇÃO: POR
FALTA DE EFETIVO DE AGENTES PENITENCIÁRIOS, DENTRO DE TODOS OS PRESÍDIOS EM
PERNAMBUCO, PRESOS ESTÃO FAZENDO O QUE QUEREM DENTRO DAS CADEIAS, SALVE MELHOR
JUÍZO. (ISSO É UMA VERGONHA).
A Rede Globo
através do seu programa NE TV, exibido em 06/01/13, mostram presos na
Penitenciária Agrícola Industrial São João – PAISJ, fazendo o que querem dentro
da cadeia, POR DEFICIT DE AGENTES PENITENCIÁRIOS EM PERNAMBUCO. (HOJE NOS TEMOS
1450 POLICIAIS PARA UMA POPULAÇÃO CARCERÁRIA DE 30.000 PRESOS)
Veja:
Fonte-blogapoeira
Presos filmam decapitados em penitenciária no Maranhão
"Tem que ajeitar o foco",
diz um preso a um colega que acabara de ligar a câmera do celular em meio a um
grupo de detentos rebelados.
Vencida a discussão técnica, o que se
segue é um documento explícito do horror praticado no complexo de Pedrinhas, em
São Luís, no Maranhão, onde 62 presos foram mortos desde o ano passado.
São dois minutos e 32 segundos em que
os próprios amotinados filmam em detalhes três rivais decapitados. E se
divertem exibindo os corpos –ou que restam deles.
O vídeo, gravado no dia 17 de
dezembro, começa com os presos caminhando por dez segundos dentro da
penitenciária. Para preservar suas identidades, tomam o cuidado de exibir
apenas os pés.
No foco principal, um homem de
chinelos pretos e bermuda branca dá passos apertados, até que no oitavo segundo
da caminhada o chão verde molhado de água se transforma num piso ensopado de
sangue.
Dois segundos adiante, a câmera se
levanta abruptamente e mostra o saldo do motim no CDP (Centro de Detenção
Provisória) de Pedrinhas, um bairro da zona rural da capital maranhense.
Atenção: imagens fortes
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Sistema Penitenciário Nacional
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