quinta-feira, 12 de agosto de 2010

RESPOSTA: AO CONVITE PARA PARTICIPAR DA INAUGURAÇÃO DO COMITÊ DE SÉRGIO LEITE FEITO PELA ASPEPE

SERÁ MUITA CARA-DE-PAU DOS AGENTES PENITENCIÁRIOS QUE ATENDEREM AO CONVITE FEITO PELA ASPEPE EM PARTICIPAR DA INAUGURAÇÃO DO COMITÊ POLÍTICO DO DEPUTADO SÉRGIO LEITE DO PT, NESTA SEXTA-FEIRA, 13.

SABEMOS QUE SÃO OS POLÍTICOS QUE ESTÃO TENTANDO DESTRUIR COM A AINDA DIGNIDADE DO TRABALHADOR HONESTO DESTE PAÍS, POIS SÓ LEMBRAM DE NÓS NESSES TEMPOS DAS DITAS ELEIÇÕES "DEMOCRÁTICAS", QUANDO PASSAM A MAIOR PARTE DO ANO SÓ PENSANDO EM SEUS BOLSOS E FORJANDO CRIAÇÃO DE LEIS QUE MUITAS E MUITAS VEZES NÃO SÃO CUMPRIDAS NEM POR ELES MESMOS. E O AGRAVANTE DISSO TUDO, É OS ASP,S COMPARECEREM A UMA FESTA DESSA, MESMO CONSCIENTE DE QUE O NOSSO MAIOR INIMIGO ESTARÁ PRESENTE: O ATUAL GERENTE ESTADUAL, EDUARDO CAMPOS, O MESMO QUE VEM NEGANDO TODOS OS NOSSOS DIREITOS, DESDE OS MAIS SIMPLES AOS AINDA POR DISCUTIR.

PORTANTO, QUEM FOR FAVORÁVEL AO SEU PRÓPRIO SOFRIMENTO E DE SUA FAMÍLIA, COMPAREÇA AO EVENTO E APLAUDA AOS SEUS CARRASCOS.

Policial civil é morto na BR-101, na Iputinga

O comissário da Polícia Civil José Luiz Alberes de Souza foi morto a tiros esta manhã. O policial, que atuava na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública, foi assassinado com dois tiros na barriga. Ele chegou a ser socorrido ao Hospital da Restauração (HR), mas já chegou sem vida à unidade de saúde.

De acordo com as investigações, ele foi abordado por dois homens na BR-101, no bairro da Iputinga, quando iria pegar um ônibus para o trabalho. Os suspeitos levaram a pistola do comissário e fugiram a pé. O crime será investigado pela Força-Tarefa Capital.

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Sistema Penitenciário Federal é tema de encontro em Brasília

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e a Corregedoria-Geral da Justiça Federal promovem hoje (12) e amanhã o 1° Workshop sobre o Sistema Penitenciário Federal (SPF). A abertura será às 9h no Centro de Treinamento da Justiça Federal em Brasília.

O objetivo do encontro é aproximar as autoridades responsáveis pela execução penal e administração do SPF e discutir ações que possam conjugar o rigor do sistema com a garantia de direitos.

O SPF é formado por quatro penitenciárias federais de segurança máxima, localizadas em Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO) e Mossoró (RN). Desde a inauguração da primeira unidade em 2006, nunca foram registradas fugas, rebeliões ou apreensões de drogas ou celulares.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Agentes apreendem drogas e armas com presos em Canhotinho


Material foi apreendido durante vistoria no Centro de Ressocialização do Agreste (CRA), nesta terça-feira (10); o que pode ter sido resultado da saída de alguns presos no último domingo, Dia dos Pais


Durante uma vistoria no Centro de Ressocialização do Agreste (CRA), em Canhotinho, realizada nesta terça-feira (10), a polícia encontrou drogas, armas e celulares. O que pode ter sido resultado da saída de alguns presos no último domingo, Dia dos Pais.

Sessenta homens, entre agentes penitenciários e policiais militares, vasculharam com ajuda de cães farejadores nove dos dez pavilhões do CRA. Eles conseguiram recolher quase dois quilos de maconha, 87 pedras de crack, 50 papelotes de cocaína, oito facas, 40 celulares, além de outros objetos.

O CRA é para presos que cumprem penas em regime semi-aberto. Os condenados passam o dia na área em volta ao presídio, onde não há muros. Dos 679 do Centro, 380 saíram no Dia dos Pais para visitar a família. A direção da unidade ainda não tem o levantamento de quantos retornaram, mas sabe que a maioria do material apreendido veio com eles.

“Sempre quando eles voltam, eles trazem celulares, drogas. Esse material serve para eles cometeram crimes dentro e fora da penitenciária”, falou o diretor do Centro de Ressocialização, Washington Gomes.

Nenhum detento foi autuado em flagrante durante a operação. “Colocamos cinco chamadas diárias para controlar mais essa saída dos presos”, disse o diretor.

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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Luminol nacional

A substância reage ao contato com sangue e pode ajudar em investigações criminais, além de servir para aplicações em áreas como a saúde


Quem acompanha os seriados policiais, nos quais peritos forenses borrifam um produto capaz de revelar a presença de sangue oculto em cenas de crime aparentemente limpas, certamente já ouviu falar em luminol. Recentemente, o produto também foi personagem no noticiário policial em casos de grande repercussão, como o da alegada morte de Eliza Samudio, amante do ex-goleiro do Flamengo Bruno. Superfícies como tapetes, interiores de automóveis, tecidos ou piso cerâmicos, mesmo depois de lavadas, não impedem a ação do luminol, substância capaz de reagir a minúsculas partículas de sangue invisíveis a olho nu.

No Brasil, pesquisadores do Laboratório de Síntese e Análise de Produtos Estratégicos (Lasape) do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveram um produto 100% nacional, que apresenta vantagens sobre o concorrente importado. O reagente brasileiro tem luminescência três vezes maior, não é tóxico e é capaz de detectar partículas de sangue na proporção que pode chegar a uma parte por milhão. Sua eficiência foi comprovada em testes na unidade CSI (Crime Scene Investigation) da polícia de Miami, nos Estados Unidos. O produto, lançado no mercado há menos de um mês, com o nome comercial de Alfa-Luminox, é fabricado pela empresa Alfa Rio Química e já está em uso nas polícias de Minas Gerais, do Rio Grande do Norte, de São Paulo e do Paraná, e custa 50% menos que o luminol importado.

O produto, um composto em pó feito de nitrogênio, hidrogênio, oxigênio e carbono misturado a um líquido contendo um perióxido (água oxigenada, por exemplo) que, em contato com um catalisador, provoca uma reação química concluída com o surgimento de uma luz, normalmente azulada. No caso do sangue, o catalisador é o ferro contido na hemoglobina, proteína do sangue responsável pelo transporte do oxigênio no organismo. O fenômeno, chamado quimiluminescência, ocorre porque, durante a reação, as moléculas se quebram e os átomos se reagrupam formando novas moléculas. As moléculas originais dos reagentes têm mais energia que as moléculas resultantes da reação, e a energia excedente é liberada sob a forma de fótons. Os fótons emitidos pela quimiluminescência são o que produzem o brilho azulado do luminol.

Sugestões de leis ao senador Aluizio Mercadante

Prezado companheiro Senador Aloizio Mercadante:


Quero parabenizá-lo pelo belo trabalho realizado durante todo o seu mandato. Engrandece o Partido dos Trabalhadores.

Sou Agente Penitenciário em Pernambuco, portanto, o principal interessado na questão penitenciária brasileira, pois lido diretamente com todas as mazelas a que é submetida toda população pobre encarcerada em condições sub-humanas deste país, diferentemente de quem está num gabinete.

Faço parte dos que acreditam que não se resolvendo o problema do preso, os nossos (funcionários), também não serão resolvidos, tão pouco os da sociedade brasileira como um todo.

Há muito defendo a federalização do Sistema Penitenciário, inclusive dentro do PT pernambucano, sem muito sucesso. Não há espaço para este tema, diante de tantas coisas aparentemente mais urgentes e supostamente prioritárias. Toda vez que este tema me vem, lembro de uma piada em que os órgãos do corpo humano patrocinam um concurso para escolher qual o mais importante. Candidataram-se o coração, o pulmão, o cérebro e o anus, tendo sido uma gozação geral pela candidatura do último. Não sei se conhece a piada e quem ganhou o concurso. Adianto que foi o anus, por aclamação. É mais ou menos assim que está a sociedade brasileira, sem dar importância à maior vergonha do nosso país. Sinto-me totalmente constrangido e humilhado ao ter que exercer minha função de agente do estado desrespeitando leis que sou obrigado ou deveria cumprir. Conheço propostas de reforma política, tributária e fiscal e de muitas outras ainda não consolidadas, todavia sobre o sistema penitenciário, nada. Não há interesse político! Há apenas novas tipificações penais e o endurecimento de penas, quando todos que conhecem minimamente a questão sabem que o encarceramento pura e simplesmente não resolve.

Estou totalmente convencido de que o instituto da liberdade vigiada, através do monitoramento de presos é um grande avanço e vai beneficiar principalmente os mais pobres e ajudar a desafogar as cadeias brasileiras. Entretanto, estou preocupado como isto se efetivará. Se for deixado exclusivamente por conta de cada um dos estados da federação, com certeza será um grande fracasso. Já enviei e-mail ao juiz da 1ª. Vara de execuções Penais de Pernambuco, Dr. Adeildo Nunes, que é também membro do Conselho Nacional de Política Nacional e Penitenciária, alertando-o. Sugeri que o CNPCP regulamente urgentemente a questão, padronizando todo o processo e que para tal todos os estados enviem técnicos para em conjunto com o DEPEN apresentem a melhor solução, no menor espaço de tempo possível. Solicitei ainda uma regra para cálculo do custo do preso, pois em todos os estados e em todas as mudanças de governo são apresentados resultados totalmente divergentes.

Felizmente essa iniciativa, se bem aproveitada, poderá deflagrar um processo racional e eficaz no enorme problema da segurança pública e me anima a fazer sugestões. Parece que saímos do século XIX.

Sugiro a ampliação do monitoramento eletrônico em mais três situações:

1) de armas de fogo, produzidas no Brasil ou que venham ser utilizadas em nosso território, e adequação das já existentes;

2) de portadores de armas;

3) de todos os agentes públicos ou não, que por força da profissão que exercem sejam obrigados a portar arma de fogo, no exercício da função ou fora dele.

Algumas justificativas para tais propostas:

1) não existe democracia sem segurança e sem ambiente adequado para tal;

2) a atual situação de insegurança e o clamor popular por medidas eficazes;

3) fecha o círculo de possibilidade de mortes por armas de fogo onde não se possa identificar tanto a arma utilizada como o autor do disparo.

A principal dificuldade da proposta será, sem sombra de dúvidas, a vaidade, a arrogância, a falta de patriotismo e a hipocrisia dos que aceitam monitorar apenas infratores.

Por Thaumaturgo Alencar

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Convocação Nacional: Brasília 17 e 18 de agosto

O coordenador nacional de Comunicação da categoria dos agentes de segurança penitenciária Daniel Grandolfo, convoca todos agentes e sindicatos da categoria para mais uma vez se encontrarem em Brasília nos dias 17 e 18 de agosto para desenvolverem ações junto Colégio de líderes, ao governo e ao presidente da Câmara para que a PEC 308/04 (Proposta de Emenda à Constituição) que cria a Polícia Penal seja enfim votada e aprovada.

Grandolfo solicita que todos os agentes penitenciários e instituições divulguem as datas e compareçam em mais este ato que pretende sensibilizar e aprovar a PEC 308/04 na Câmara Federal.

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domingo, 8 de agosto de 2010

Vistoria na Colônia Penal Feminina encontra 376 pedras de crack


As celas da Colônia Penal Feminina do Recife (CPFR) passaram, nesta sexta-feira (6), por uma vistoria coordenada pelo Superintendente de Segurança Penitenciária da Seres, Isaac Wanderley. No total, foram achados 42 celulares, 23 carregadores, 24 baterias de celulares, 376 pedras de crack, 197 papelotes de maconha, 3 gramas de cocaína, maricas para uso de crack, 102 comprimidos alucinógenos, barrotes e chunchos.

Para a realização da operação, participaram 30 agentes penitenciários da Secretaria de Ressocialização, e 10 da Companhia Independente de Policiamento com Cães (Cipcães). Essa foi a primeira varredura após 3 anos e sete meses de gestão.

De acordo com Isaac Wanderley, o trabalho aconteceu normalmente. A Colônia Penal conta com 150 vagas para uma população de 630 mulheres.
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Granadas encontradas no bairro do Espinheiro


As bombas foram achadas por um gari em frente a uma escola estadual na rua Gomes Pacheco, na tarde deste sábado (7); Só uma perícia do IC poderá comprovar se havia pólvora dentro dos artefatos



Após horas de apreensão, a polícia conseguiu detonar as duas granadas, de uso militar, encontradas numa rua do bairro do Espinheiro, na tarde deste sábado (7). A ação foi realizada por agentes da Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe) e acabou despertando a atenção de muitos curiosos.

Foram necessárias três detonações para destruir os artefatos. O material será levado para uma perícia do Instituto de Criminalística (IC) para comprovar se havia pólvora dentro das granadas.

Os artefatos foram encontrados por um gari que trabalhava na limpeza da rua Gomes Pacheco, no início da tarde. Ao encontrar os objetos, em frente à escola estadual Paula Francinetti, ele teria acionado o porteiro de um prédio na rua, que informou à polícia.

Bombeiros e a Polícia Militar foram ao local e fecharam o trânsito na rua. Toda a operação durou aproximadamente quatro horas. Ninguém ficou ferido.

PAI

A TODOS OS PAIS, ASPSSAUROS OU NÃO. DEUS OS ABENÇOE E OS CONDUZA A VIDA ETERNA

Feliz dia dos pais!