Para investigá-lo, era preciso abrir a barriga do paciente. Agora, já é possível definir, com precisão, rapidez e segurança, o problema do doente, sem submetê-lo a exames e cirurgias desnecessárias.
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Uma caixa de banco em Seattle, no estado de Washington (EUA), foi demitido pela instituição financeira porque enfrentou e perseguiu o ladrão que tentava roubar a agência na qual trabalhava, segundo reportagem do jornal "Seattle Times".
Na última terça-feira, um homem entrou no banco Key, aproximou-se do caixa Jim Nicholson e colocou um saco sobre o balcão, exigindo que ele entregasse o dinheiro.
Mas, em vez de entregar o dinheiro, Nicholson mandou o assaltante mostrar a arma. Como ele não deu sinais de estar armado, Nicholson tentou agarrar o criminoso, que correu para fora do banco.
No entanto, com a ajuda de outra pessoa, o caixa da agência capturou o bandido após persegui-lo por vários quarteirões. Após dominá-lo, ele esperou a chegada da polícia, que prendeu o suspeito.
A ação de Nicholson, porém, não agradou a direção do banco, que o demitiu por ter violado a política da instituição de não reagir a assaltos, pois isso coloca em risco a segurança de funcionários e clientes do banco.
Nicholson, que trabalhava no banco há dois anos, disse que não tinha ressentimentos, pois compreende a política do banco. Mas ele destacou que sua preocupação era que o homem tentasse roubar outro banco.
É uma falta de absurdo!
Fonte - olhardireto
A lei que considera crime a presença sem autorização judicial de celulares em presídios, punindo quem possibilitar que os presos tenham acesso ao aparelho de telecomunicação, foi sancionada nesta quinta-feira pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
A lei criminaliza também a intermediação e a facilitação do ingresso de aparelhos telefônicos ou de comunicação nas unidades prisionais. Quem for flagrado infringindo a lei, que entra em vigor amanhã, poderá ser punido com três meses a um ano de detenção.
Fonte - terra
No período de 24 de agosto a 14 de setembro, estarão abertas as inscrições do concurso para o Corpo Auxiliar de Praças da Marinha do Brasil. Serão oferecidas 300 vagas, distribuídas por 27 profissões. Candidatos de ambos os sexos podem participar do processo seletivo.
É preciso ter 18 anos completos e menos de 25 no dia do início do curso, previsto para 2 de março de 2010, e ter concluído o curso técnico relativo à profissão a que concorre.
As inscrições devem ser feitas, preferencialmente, na internet, onde também consta o edital do processo seletivo. Em Salvador, os candidatos também podem se inscrever no setor de concursos do Comando do 2º Distrito Naval, localizado na Av. das Naus, s/n, Comércio. Telefones: (71) 3507-3825/ (71) 3507-3727.
Fonte - bahia
Até o final do ano, Pernambuco terá uma nova maneira de combater o crime: a Taser M-26, uma arma de impulso elétrico que atua paralisando o sistema motor e sensorial dos alvos por cinco segundos. Trata-se de um tipo de armamento chamado de não letal, ou seja, que não tem poder de matar. A informação, porém, é contestada pela Anistia Internacional, que divulgou em dezembro do ano passado um relatório alertando que 334 pessoas foram mortas nos Estados Unidos entre 2001 e 2008 depois de terem recebido uma descarga eléctrica de uma Taser.
Nesta sexta-feira, a primeira turma de policiais habilitados para manusear a pistola - composta de 27 pessoas incluindo também, funcionários da Secretaria de Ressocialização e integrantes do Ministério Público e Tribunal da Justiça - se formou na sede do Batalhão de Choque, que fica na Madalena.
Com duas aulas teóricas e uma prática, os oficiais aprenderam a manusear e utilizar a Taser M-26. “Nosso principal objetivo, norteado pelo Pacto pela Vida, é assegurar o desenlace de situações de perigo sem grandes danos para os envolvidos. Agora, as armas letais serão usadas apenas como último recurso”, afirmou o coordenador do curso, tenente Igor Rodrigo da Silva. A capacitação abrange policiais civis, militares e bombeiros.
Mais onze turmas serão treinadas nas próximas semanas, até que o contingente de 300 policiais esteja preparado para receber a pistola e atuar nas ruas de todo o estado. Só então o lote de 150 pistolas já recebidas pelo governo por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) será distribuído aos oficiais. A expectativa é de que até novembro a polícia pernambucana possa utilizar o novo dispositivo.
“Inicialmente as armas serão destinadas àqueles policiais que trabalham com atividades operacionais, ou seja, aqueles ligados ao Batalhão de Choque, Rádio Patrulha e a área de investigações da Polícia Civil”, explicou o tenente Igor. Contudo, já está programada a compra de mais 400 armas para o estado, que devem ser distribuídas em outras áreas da polícia e até dentro dos presídios. “Sabemos que a Taser também pode ser uma opção valiosa para conter rebeliões dentro das instituições prisionais”.
A arma atua de duas maneiras, por contato ou a distância, situação em que se mostra mais eficaz, pois a voltagem elétrica desse uso é maior. A voltagem dos disparos varia de cinco a 50 mil volts, mas a arma só emite energia com intensidade de 0,004 ampère. Para se ter uma ideia, uma tomada caseira emite energia com intensidade de 16 ampères.
Durante a demonstração, o capitão Linaldo Tavares pôde sentir literalmente na pele o poder da pistola. Ele foi o policial voluntário para a aplicação prática da arma. “A paralisação é imediata. Você sente o impacto, que não chega a doer, e imediatamente seus músculos ficam enrijecidos. Não tem como controlar seus atos após o disparo”, relatou. Graças à paralisação muscular, o eventual alvo fica impedido de segurar armas e nem mesmo consegue se manter em pé.
O tenente Cristiano Siqueira, integrante da Rádio Patrulha e um dos participantes do curso de treinamento, adiantou que a novidade vem causando alvoroço dentro dos quartéis. “Todo mundo confia muito nesse dispositivo. É um novo fôlego para a polícia pernambucana. Uma opção segura para as vítimas, para os agressores e para o próprio policial”, completou. O preço dessa segurança, porém, não é barato: cada Taser M-26 custa U$ 900 (cerca de R$ 1.800). “A durabilidade das pistolas, entretanto, é grande. O que precisamos trocar é a bandeja de pilhas, que já são recarregáveis”, defendeu o tenente Igor Rodrigo da Silva. A Taser já é utilizada de forma corriqueira e com sucesso nos EUA, Canadá e Europa.
Fonte - DP
Senhor Bandido,
Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.
Durante vinte e quatro anos anos de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto a preservação de seus direitos, pois os cidadãos e especialmente nós policiais estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito as suas vítimas. Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois ensinaram-me que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.
Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos sua arma é a primeira a ser suspeita.
Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependência digna para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.
Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado. Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo. Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.
Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.
Por Geovanni