quarta-feira, 5 de agosto de 2009

OMS prevê que gripe suína afetará 2 bilhões

Os infectados pela gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- já chegam a 162.380 casos, segundo o mais recente balanço da OMS (Organização Mundial da Saúde), divulgado nesta terça-feira. Desse total, 1.154 pessoas morreram. A organização informou ainda que, até o final da pandemia (epidemia generalizada), a doença irá afetar mais de 2 bilhões de pessoas.
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Nanotecnologia destrói câncer em ratos

De acordo com o pesquisadore dos Estados Unidos, uma pequena partícula sintética carregada de toxinas trabalha tão bem quanto uma quimioterapia para matar células cancerígenas no ovário de ratos, e sem os efeitos terríveis de uma quimioterapia tradicional.
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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Inscrições para concurso da Marinha começam dia 24 de agosto

No período de 24 de agosto a 14 de setembro, estarão abertas as inscrições do concurso para o Corpo Auxiliar de Praças da Marinha do Brasil. Serão oferecidas 300 vagas, distribuídas por 27 profissões. Candidatos de ambos os sexos podem participar do processo seletivo.



É preciso ter 18 anos completos e menos de 25 no dia do início do curso, previsto para 2 de março de 2010, e ter concluído o curso técnico relativo à profissão a que concorre.



As inscrições devem ser feitas, preferencialmente, na internet, onde também consta o edital do processo seletivo. Em Salvador, os candidatos também podem se inscrever no setor de concursos do Comando do 2º Distrito Naval, localizado na Av. das Naus, s/n, Comércio. Telefones: (71) 3507-3825/ (71) 3507-3727.

Fonte - bahia

sábado, 1 de agosto de 2009

Pistolas que paralisam sistema motor serão usadas no lugar de armas em Pernambuco

Até o final do ano, Pernambuco terá uma nova maneira de combater o crime: a Taser M-26, uma arma de impulso elétrico que atua paralisando o sistema motor e sensorial dos alvos por cinco segundos. Trata-se de um tipo de armamento chamado de não letal, ou seja, que não tem poder de matar. A informação, porém, é contestada pela Anistia Internacional, que divulgou em dezembro do ano passado um relatório alertando que 334 pessoas foram mortas nos Estados Unidos entre 2001 e 2008 depois de terem recebido uma descarga eléctrica de uma Taser.

Nesta sexta-feira, a primeira turma de policiais habilitados para manusear a pistola - composta de 27 pessoas incluindo também, funcionários da Secretaria de Ressocialização e integrantes do Ministério Público e Tribunal da Justiça - se formou na sede do Batalhão de Choque, que fica na Madalena.

Com duas aulas teóricas e uma prática, os oficiais aprenderam a manusear e utilizar a Taser M-26. “Nosso principal objetivo, norteado pelo Pacto pela Vida, é assegurar o desenlace de situações de perigo sem grandes danos para os envolvidos. Agora, as armas letais serão usadas apenas como último recurso”, afirmou o coordenador do curso, tenente Igor Rodrigo da Silva. A capacitação abrange policiais civis, militares e bombeiros.

Mais onze turmas serão treinadas nas próximas semanas, até que o contingente de 300 policiais esteja preparado para receber a pistola e atuar nas ruas de todo o estado. Só então o lote de 150 pistolas já recebidas pelo governo por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) será distribuído aos oficiais. A expectativa é de que até novembro a polícia pernambucana possa utilizar o novo dispositivo.

“Inicialmente as armas serão destinadas àqueles policiais que trabalham com atividades operacionais, ou seja, aqueles ligados ao Batalhão de Choque, Rádio Patrulha e a área de investigações da Polícia Civil”, explicou o tenente Igor. Contudo, já está programada a compra de mais 400 armas para o estado, que devem ser distribuídas em outras áreas da polícia e até dentro dos presídios. “Sabemos que a Taser também pode ser uma opção valiosa para conter rebeliões dentro das instituições prisionais”.

A arma atua de duas maneiras, por contato ou a distância, situação em que se mostra mais eficaz, pois a voltagem elétrica desse uso é maior. A voltagem dos disparos varia de cinco a 50 mil volts, mas a arma só emite energia com intensidade de 0,004 ampère. Para se ter uma ideia, uma tomada caseira emite energia com intensidade de 16 ampères.

Durante a demonstração, o capitão Linaldo Tavares pôde sentir literalmente na pele o poder da pistola. Ele foi o policial voluntário para a aplicação prática da arma. “A paralisação é imediata. Você sente o impacto, que não chega a doer, e imediatamente seus músculos ficam enrijecidos. Não tem como controlar seus atos após o disparo”, relatou. Graças à paralisação muscular, o eventual alvo fica impedido de segurar armas e nem mesmo consegue se manter em pé.

O tenente Cristiano Siqueira, integrante da Rádio Patrulha e um dos participantes do curso de treinamento, adiantou que a novidade vem causando alvoroço dentro dos quartéis. “Todo mundo confia muito nesse dispositivo. É um novo fôlego para a polícia pernambucana. Uma opção segura para as vítimas, para os agressores e para o próprio policial”, completou. O preço dessa segurança, porém, não é barato: cada Taser M-26 custa U$ 900 (cerca de R$ 1.800). “A durabilidade das pistolas, entretanto, é grande. O que precisamos trocar é a bandeja de pilhas, que já são recarregáveis”, defendeu o tenente Igor Rodrigo da Silva. A Taser já é utilizada de forma corriqueira e com sucesso nos EUA, Canadá e Europa.

Fonte - DP

sexta-feira, 31 de julho de 2009

CARTA DE UM POLICIAL A UM BANDIDO

Senhor Bandido,

Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.

Durante vinte e quatro anos anos de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto a preservação de seus direitos, pois os cidadãos e especialmente nós policiais estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito as suas vítimas. Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois ensinaram-me que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.

Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos sua arma é a primeira a ser suspeita.

Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependência digna para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.

Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado. Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo. Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.

Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.

Por Geovanni


Maior rigor contra o uso indevido de celulares nas prisões

Está na pauta da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), que retoma os trabalhos na próxima quarta-feira (5), o projeto de lei que prevê pena de reclusão de dois a cinco anos para presos que utilizarem aparelhos celulares ou qualquer outro tipo de equipamento de comunicação para planejar ou cometer delitos.
Segundo o autor do projeto (PLS 6/08), senador Romeu Tuma (PTB-SP), a proposta tem dois objetivos: reduzir as possibilidades de comunicação entre criminosos e inibir a articulação entre os seus líderes.
No entender do senador, a determinação de bloquear ou desligar as antenas transmissoras de celular nas proximidades dos presídios mostrou-se ineficiente e prejudicial para milhares de pessoas que trabalham, moram ou transitam nos bairros próximos aos presídios.
- Os equipamentos de bloqueio chegam a ser sabotados dentro dos próprios presídios. Além disso, são escassos os recursos governamentais para a manutenção deles - resumiu Tuma.
A proposta tem parecer favorável do senador Gerson Camata (PMDB-ES). Se aprovada, segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) onde será votada em decisão terminativa.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Primeiro juiz cego do país irá atuar na Justiça do Trabalho

Ricardo Tadeu da Fonseca, 50, tomará posse na próxima semana como o primeiro juiz cego a trabalhar em um tribunal brasileiro. Ele vai trabalhar como desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª região, em Curitiba.

Procurador do MPT (Ministério Público do Trabalho) por 18 anos, Fonseca foi nomeado magistrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem teve uma audiência ontem em Brasília. Conversaram sobre política internacional e ações afirmativas, disse o juiz.

"Sempre quis ser juiz. Realizei um sonho", afirmou Fonseca, que se formou na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo). No terceiro ano de curso, aos 23 anos, perdeu toda a visão --mas ele já tinha deficiência visual desde o nascimento, causada por uma paralisia cerebral sofrida no parto, que foi prematuro.

Durante a faculdade, os colegas passaram a ajudá-lo gravando leituras do conteúdo dos livros e das aulas para que ele pudesse finalizar os estudos.

Depois de um início de carreira como advogado, tentou ingressar na magistratura --o começo, porém, foi difícil.

Em 1990, Fonseca foi aprovado na fase escrita para um concurso de juiz do Trabalho em São Paulo, mas foi desclassificado depois. A justificativa foi a deficiência visual.

Mesmo barrado na primeira tentativa de entrar para a magistratura, ele não recuou. "Nunca desisti em nada na minha vida", afirmou. Sua mãe, segundo Fonseca, dizia que o estudo permitiria que ele superasse os próprios limites.

Em 1991, ele foi aprovado em concurso nacional para o Ministério Público do Trabalho. Ficou em 6º lugar, numa lista com cerca de 5.000 candidatos.

"As pessoas não devem acreditar nos limites que querem impor a elas. Todos devem buscar os caminhos para superá-los, já que todas as limitações humanas são superáveis."

Fonseca afirmou que, na corte, não terá problemas para julgar os processos. Ele citou a própria experiência de quase duas décadas como procurador do Trabalho. A seu favor, menciona ainda os conhecimentos da leitura em braile e domínio dos programas de computador para deficientes visuais.

Ele disse que também não terá problemas em analisar documentos. "Os meus assessores vão descrever o documento e, através do que eles disserem verbalmente, eu vou fazer o juízo de valor", afirmou ele.

"Os juízes, quando têm que analisar um documento em língua estrangeira, se louvam do tradutor juramentado, que transcreve o documento para o português. A situação que vai acontecer comigo é exatamente igual", comparou.

Fonseca disse ter desenvolvido técnicas de audição que também continuarão a auxiliar no despacho rápido dos casos.

"Nunca tive problema de prazo nem como advogado nem como procurador. Eu penso muito rápido. Você desenvolve um método de trabalho auditivo muito rápido. Do mesmo jeito que as pessoas desenvolvem a visão, eu desenvolvi a capacidade auditiva", disse.

Antes de ser desembargador, ele havia feito mestrado, doutorado e escrito o livro "O trabalho da pessoa com deficiência e a lapidação dos direitos humanos", obra editada em 2006 que aborda a importância de ações afirmativas para minorias, mulheres, negros e índios.
Fonte - tribuna

STJ mantém provisoriamente presos em Catanduvas

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, determinou hoje (29) que 12 presos, que cumprem penas em presídio de segurança máxima, permaneçam no presídio federal em Catanduvas (Paraná) até que a Terceira Seção do STJ defina qual Juízo terá competência para decidir a transferência dos presos para o Rio de Janeiro.

Ontem, houve uma tentativa de devolução de três detentos - Isaías da Costa Rodrigues, Marco Antonio Pereira Firmino da Silva e Ricardo Chaves de Castro Lima - ao sistema penitenciário do Rio de Janeiro, por determinação da Justiça Federal em Catanduvas. Mas, quando o avião de escolta já se encontrava em solo fluminense, a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro (RJ) se recusou a receber os presos e suscitou o conflito de competência.

Segundo informou o Ministério da Justiça (MJ), os três presos foram acolhidos pelo Sistema Penitenciário Federal (SPF) em janeiro de 2007, pelo prazo inicial de 120 dias, apontados como mentores de crimes e de conturbação da ordem pública no Rio de Janeiro, no final de 2006. O retorno teria sido determinado porque, após mais de dois anos e meio de prisão no sistema de seguança máxima, os presos já teriam direito à progressão de regime.

O relator do caso na Terceira Seção será o ministro Og Fernandes.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Cruzamento de dados vai identificar casos de acumulação de cargos públicos

O governo federal e o Conselho Nacional de Secretários de Administração (Consad) firmaram, hoje (8), um acordo de cooperação para o cruzamento de dados referentes a servidores federais e estaduais. A parceria permitirá identificar irregularidades como o duplo vínculo empregatício.

“Chegamos à conclusão que essa seria uma boa alternativa para termos informações mais fidedignas, mais precisas e eliminar a possibilidade de estarmos incorrendo em erro e tendo despesas não devidas”, explicou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, durante cerimônia de assinatura do acordo, que também inclui o ministério da Previdência Social.

“Temos, a todo momento, que reafirmar a importância de melhorar a gestão nos gastos públicos”, completou.

Experiência piloto realizada no Rio de Janeiro levou à demissão de 439 servidores que tinham mais de um emprego em órgãos do próprio estado. No cruzamento com a base de dados do governo federal, foram identificados outros 2,5 mil casos supostamente ilícitos e todos estão sendo investigados. Em alguns casos, o acúmulo de funções é permitido, como exemplo os profissionais da área de saúde que também atuam como professores.

“A tarefa mais difícil é apurar a ilicitude. É preciso notificar as pessoas, receber as razões, analisar. Não estamos tratando de dois, três, quatro ou cinco casos. Imagino que seja algumas dezenas de milhares de casos de acumulação que devem estar acontecendo no Brasil”, afirmou o presidente do Consad, Paulo César Medeiros.

Segundo ele, o cruzamento de dados também permitirá traçar o perfil dos servidores públicos, saber onde estão alocados, o que estão fazendo e , até mesmo, fazer verificações no que diz respeito a direitos dos trabalhadores federais e estaduais. Também está prevista a inclusão de dados dos municípios, o que permitirá o fortalecimento do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) do Ministério da Previdência.

O acordo tem validade até 31 de dezembro de 2010 e será financiado pelo Programa Nacional de Apoio à Modernização da Gestão do Planejamento dos Estados Brasileiros e do Distrito federal (Pnage). “Com toda a certeza, esse tipo de procedimento vai continuar sendo adotado por todas as administrações porque é benéfico”, acredita Medeiros.

As unidades da federação têm até 31 de julho para aderir ao programa. Além do Rio de Janeiro, já assinaram o termo de adesão os estados do Maranhão, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, de Goiás, Santa Catarina e Pernambuco.

Fonte - agenciabrasil

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Equipamento óptico permitirá velocidades de Internet até 10 gigabits por segundo

O equipamento de fibra óptica hoje apresentado pela PT Inovação, Instituto das Telecomunicações e Universidade de Aveiro poderá ser lançado no mercado dentro de um ano, levando a casa dos consumidores Internet com velocidades ultra-rápidas, até 10 gigabits por segundo.

“Com as tecnologias de fibra óptica, conseguimos trabalhar em centenas de gigabits por segundo (Gbps). O objetivo do projeto é a massificação da banda ultra larga, acima dos dois gigabits por segundo até casa dos utilizadores”, disse o investigador auxiliar no Instituto de Telecomunicações (IT) de Aveiro, Paulo André.

Fonte - blogdoandrecafe