sexta-feira, 31 de julho de 2009

CARTA DE UM POLICIAL A UM BANDIDO

Senhor Bandido,

Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.

Durante vinte e quatro anos anos de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto a preservação de seus direitos, pois os cidadãos e especialmente nós policiais estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito as suas vítimas. Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois ensinaram-me que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.

Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos sua arma é a primeira a ser suspeita.

Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependência digna para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.

Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado. Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo. Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.

Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.

Por Geovanni


Maior rigor contra o uso indevido de celulares nas prisões

Está na pauta da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), que retoma os trabalhos na próxima quarta-feira (5), o projeto de lei que prevê pena de reclusão de dois a cinco anos para presos que utilizarem aparelhos celulares ou qualquer outro tipo de equipamento de comunicação para planejar ou cometer delitos.
Segundo o autor do projeto (PLS 6/08), senador Romeu Tuma (PTB-SP), a proposta tem dois objetivos: reduzir as possibilidades de comunicação entre criminosos e inibir a articulação entre os seus líderes.
No entender do senador, a determinação de bloquear ou desligar as antenas transmissoras de celular nas proximidades dos presídios mostrou-se ineficiente e prejudicial para milhares de pessoas que trabalham, moram ou transitam nos bairros próximos aos presídios.
- Os equipamentos de bloqueio chegam a ser sabotados dentro dos próprios presídios. Além disso, são escassos os recursos governamentais para a manutenção deles - resumiu Tuma.
A proposta tem parecer favorável do senador Gerson Camata (PMDB-ES). Se aprovada, segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) onde será votada em decisão terminativa.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Primeiro juiz cego do país irá atuar na Justiça do Trabalho

Ricardo Tadeu da Fonseca, 50, tomará posse na próxima semana como o primeiro juiz cego a trabalhar em um tribunal brasileiro. Ele vai trabalhar como desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª região, em Curitiba.

Procurador do MPT (Ministério Público do Trabalho) por 18 anos, Fonseca foi nomeado magistrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem teve uma audiência ontem em Brasília. Conversaram sobre política internacional e ações afirmativas, disse o juiz.

"Sempre quis ser juiz. Realizei um sonho", afirmou Fonseca, que se formou na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo). No terceiro ano de curso, aos 23 anos, perdeu toda a visão --mas ele já tinha deficiência visual desde o nascimento, causada por uma paralisia cerebral sofrida no parto, que foi prematuro.

Durante a faculdade, os colegas passaram a ajudá-lo gravando leituras do conteúdo dos livros e das aulas para que ele pudesse finalizar os estudos.

Depois de um início de carreira como advogado, tentou ingressar na magistratura --o começo, porém, foi difícil.

Em 1990, Fonseca foi aprovado na fase escrita para um concurso de juiz do Trabalho em São Paulo, mas foi desclassificado depois. A justificativa foi a deficiência visual.

Mesmo barrado na primeira tentativa de entrar para a magistratura, ele não recuou. "Nunca desisti em nada na minha vida", afirmou. Sua mãe, segundo Fonseca, dizia que o estudo permitiria que ele superasse os próprios limites.

Em 1991, ele foi aprovado em concurso nacional para o Ministério Público do Trabalho. Ficou em 6º lugar, numa lista com cerca de 5.000 candidatos.

"As pessoas não devem acreditar nos limites que querem impor a elas. Todos devem buscar os caminhos para superá-los, já que todas as limitações humanas são superáveis."

Fonseca afirmou que, na corte, não terá problemas para julgar os processos. Ele citou a própria experiência de quase duas décadas como procurador do Trabalho. A seu favor, menciona ainda os conhecimentos da leitura em braile e domínio dos programas de computador para deficientes visuais.

Ele disse que também não terá problemas em analisar documentos. "Os meus assessores vão descrever o documento e, através do que eles disserem verbalmente, eu vou fazer o juízo de valor", afirmou ele.

"Os juízes, quando têm que analisar um documento em língua estrangeira, se louvam do tradutor juramentado, que transcreve o documento para o português. A situação que vai acontecer comigo é exatamente igual", comparou.

Fonseca disse ter desenvolvido técnicas de audição que também continuarão a auxiliar no despacho rápido dos casos.

"Nunca tive problema de prazo nem como advogado nem como procurador. Eu penso muito rápido. Você desenvolve um método de trabalho auditivo muito rápido. Do mesmo jeito que as pessoas desenvolvem a visão, eu desenvolvi a capacidade auditiva", disse.

Antes de ser desembargador, ele havia feito mestrado, doutorado e escrito o livro "O trabalho da pessoa com deficiência e a lapidação dos direitos humanos", obra editada em 2006 que aborda a importância de ações afirmativas para minorias, mulheres, negros e índios.
Fonte - tribuna

STJ mantém provisoriamente presos em Catanduvas

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, determinou hoje (29) que 12 presos, que cumprem penas em presídio de segurança máxima, permaneçam no presídio federal em Catanduvas (Paraná) até que a Terceira Seção do STJ defina qual Juízo terá competência para decidir a transferência dos presos para o Rio de Janeiro.

Ontem, houve uma tentativa de devolução de três detentos - Isaías da Costa Rodrigues, Marco Antonio Pereira Firmino da Silva e Ricardo Chaves de Castro Lima - ao sistema penitenciário do Rio de Janeiro, por determinação da Justiça Federal em Catanduvas. Mas, quando o avião de escolta já se encontrava em solo fluminense, a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro (RJ) se recusou a receber os presos e suscitou o conflito de competência.

Segundo informou o Ministério da Justiça (MJ), os três presos foram acolhidos pelo Sistema Penitenciário Federal (SPF) em janeiro de 2007, pelo prazo inicial de 120 dias, apontados como mentores de crimes e de conturbação da ordem pública no Rio de Janeiro, no final de 2006. O retorno teria sido determinado porque, após mais de dois anos e meio de prisão no sistema de seguança máxima, os presos já teriam direito à progressão de regime.

O relator do caso na Terceira Seção será o ministro Og Fernandes.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Cruzamento de dados vai identificar casos de acumulação de cargos públicos

O governo federal e o Conselho Nacional de Secretários de Administração (Consad) firmaram, hoje (8), um acordo de cooperação para o cruzamento de dados referentes a servidores federais e estaduais. A parceria permitirá identificar irregularidades como o duplo vínculo empregatício.

“Chegamos à conclusão que essa seria uma boa alternativa para termos informações mais fidedignas, mais precisas e eliminar a possibilidade de estarmos incorrendo em erro e tendo despesas não devidas”, explicou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, durante cerimônia de assinatura do acordo, que também inclui o ministério da Previdência Social.

“Temos, a todo momento, que reafirmar a importância de melhorar a gestão nos gastos públicos”, completou.

Experiência piloto realizada no Rio de Janeiro levou à demissão de 439 servidores que tinham mais de um emprego em órgãos do próprio estado. No cruzamento com a base de dados do governo federal, foram identificados outros 2,5 mil casos supostamente ilícitos e todos estão sendo investigados. Em alguns casos, o acúmulo de funções é permitido, como exemplo os profissionais da área de saúde que também atuam como professores.

“A tarefa mais difícil é apurar a ilicitude. É preciso notificar as pessoas, receber as razões, analisar. Não estamos tratando de dois, três, quatro ou cinco casos. Imagino que seja algumas dezenas de milhares de casos de acumulação que devem estar acontecendo no Brasil”, afirmou o presidente do Consad, Paulo César Medeiros.

Segundo ele, o cruzamento de dados também permitirá traçar o perfil dos servidores públicos, saber onde estão alocados, o que estão fazendo e , até mesmo, fazer verificações no que diz respeito a direitos dos trabalhadores federais e estaduais. Também está prevista a inclusão de dados dos municípios, o que permitirá o fortalecimento do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) do Ministério da Previdência.

O acordo tem validade até 31 de dezembro de 2010 e será financiado pelo Programa Nacional de Apoio à Modernização da Gestão do Planejamento dos Estados Brasileiros e do Distrito federal (Pnage). “Com toda a certeza, esse tipo de procedimento vai continuar sendo adotado por todas as administrações porque é benéfico”, acredita Medeiros.

As unidades da federação têm até 31 de julho para aderir ao programa. Além do Rio de Janeiro, já assinaram o termo de adesão os estados do Maranhão, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, de Goiás, Santa Catarina e Pernambuco.

Fonte - agenciabrasil

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Equipamento óptico permitirá velocidades de Internet até 10 gigabits por segundo

O equipamento de fibra óptica hoje apresentado pela PT Inovação, Instituto das Telecomunicações e Universidade de Aveiro poderá ser lançado no mercado dentro de um ano, levando a casa dos consumidores Internet com velocidades ultra-rápidas, até 10 gigabits por segundo.

“Com as tecnologias de fibra óptica, conseguimos trabalhar em centenas de gigabits por segundo (Gbps). O objetivo do projeto é a massificação da banda ultra larga, acima dos dois gigabits por segundo até casa dos utilizadores”, disse o investigador auxiliar no Instituto de Telecomunicações (IT) de Aveiro, Paulo André.

Fonte - blogdoandrecafe

Massacre do Carandiru: 17 anos depois, armas aguardam perícia

Dezessete anos após o Massacre do Carandiru, ainda não foi concluída a perícia das 392 armas usadas por policiais na ação, que deixou 111 presos mortos em 2 de outubro de 1992, no presídio do Carandiru, na zona norte da capital paulista. O Ministério Público Estadual e a Justiça afirmam que faltam ser feitos os confrontos balísticos, segundo eles indispensáveis para saber de que arma partiu cada um dos 535 tiros que atingiram os detentos e, assim, apontar as condutas de cada um dos policiais acusados pelas mortes. Apesar de todas as armas estarem apreendidas desde o dia do massacre, o trabalho sequer começou a ser feito.


O processo está parado na Justiça.


As informações constam no processo que corre na 2ª Vara do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo. A PM já fez várias tentativas de reaver o armamento, que está guardado no depósito do Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital. A Promotoria e a Justiça negam os pedidos. A alegação é de que as armas não serão devolvidas sem que seja feita a balística.


- O exame é importantíssimo para se saber quem atirou em quem. No Brasil, a lei não permite responsabilidade coletiva. É preciso individualizar as ações para haver condenação - afirma o jurista e advogado Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça.
- Não sei qual é o motivo da demora, mas isso já deveria ter sido feito - afirma Reale Júnior.


O promotor Norberto Jóia lembra que, em outubro de 1992, quando a Tropa de Choque invadiu o Pavilhão 9 da Casa de Detenção, o Instituto de Criminalística (IC) previu que seriam necessários cem anos para realizar os confrontos balísticos. O Ministério Público, a defesa e o juiz do caso apontam que, sem a individualização das condutas dos 85 réus, os acusados podem deixar de ser julgados, por falta de provas. Até hoje, só o comandante da invasão, coronel Ubiratan Guimarães, foi condenado pelas mortes no Júri popular. Ele recorreu da sentença e foi absolvido anos depois. Em setembro de 2006, Ubiratan foi assassinado a tiro em seu apartamento, nos Jardins. Até hoje ninguém foi responsabilizado pelo crime.


- A impunidade no Massacre do Carandiru é uma vergonha, mostra a incompetência do Estado em investigar seus próprios crimes - diz Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana.


Desde 2004, a PM já pediu quatro vezes a liberação das armas. Na primeira, a juíza Maria Cristina Cotrofe autorizou e a devolução foi feita. Mas a Promotoria recorreu, venceu e a PM teve que entregar o armamento.


- Está no Código Processual Penal que as provas não podem ser entregues enquanto o processo corre - diz o promotor.


O último pedido da PM foi negado pelo juiz Marcelo Augusto de Oliveira, em outubro de 2008.


A PM entregou à Justiça em dois lotes - 11 e 28 dias após o massacre - as 392 armas usadas no Carandiru. O laudo prévio do Instituto de Criminalística (IC) diz que o armamento foi apresentado "limpo": "não foram encontrados vestígios de pólvora combusta que pudessem indicar disparo recente". Segundo o perito Ricardo Molina, o fato indica intenção de ocultação de provas.


- Não se sabe nem se as armas entregues foram realmente as utilizadas - diz.


Segundo ele, o exame de balística levaria menos tempo que o previsto pelo governo, e há como se selecionar os projéteis usados por cada tipo de arma. Dentre o armamento apreendido estão 31 submetralhadoras, quatro fuzis M-16 e 352 revólveres. Tudo está guardado no depósito do Tribunal de Justiça, incluindo oito submetralhadoras alemãs modelo HK MP5, avaliadas em R$ 7 mil cada, que foram usadas pelos policiais militares Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), os primeiros que entraram no presídio, seguindo até o 4 andar, onde 17 presos foram mortos.


Segundo o Ministério Público, foram os PMs das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) que mais mataram. À Rota são creditadas 90 das 111 mortes ocorridas na invasão.


Perícia levaria 70 anos, diz governo


A Secretaria de Estado da Segurança Pública admite que o Instituto de Criminalística (IC) não fez até hoje os confrontos de balística necessários para esclarecer quais foram os policiais responsáveis pelo massacre de presos do Carandiru. Perito do IC, Osvaldo Negrini diz que "a perícia não pôde ser concluída devido ao número incontável de exames que iria gerar o confronto balístico" entre os 535 projéteis retirados dos 111 corpos e as 392 armas usadas pela Polícia Militar.


De acordo com a secretaria, o confronto manual nem começou a ser feito porque demoraria 70 anos para ser realizado em uma escala de trabalho de 12 horas diárias, o que foi explicado na época à Justiça e ao Ministério Público Estadual.


Os advogados Antonio Candido Dinamarco e Ieda Ribeiro de Souza, que juntos defendem 76 dos 85 PMs réus, são a favor dos confrontos balísticos para a individualização da conduta de cada policial no massacre.


- Há um problema na denúncia, que quis apontar culpados só com base em suspeita de autoria. Não há provas palpáveis - diz Ieda.


Sobre o impasse, a PM diz apenas que quer reaver as armas pois "fazem parte do patrimônio da instituição" e que "serão avaliadas quando voltarem" para verificar se serão usadas ou descartadas. O ex-governador Luiz Antonio Fleury Filho, que ordenou a invasão do presídio em 1992, não se manifestou.

Fonte - globo.com

sábado, 25 de julho de 2009

Governador de Pernambuco nomeia cinco ex-prefeitos

RECIFE - Cinco ex-prefeitos de municípios de Pernambuco passam a integrar o governo de Eduardo Campos (PSB), entre eles o do Recife, João Paulo (PT), e a de Olinda, Luciana Santos (PCdoB). Pelo menos quatro deles por exatos oito meses, pois devem disputar as eleições em 2010. O anúncio feito hoje pelo governador, no Palácio do Campo das Princesas, consolida a sua própria candidatura à reeleição ao mesmo tempo em que dá fôlego às pretensões dos novos secretários.

João Paulo, que deixou a prefeitura ano passado depois de dois mandatos e fez seu sucessor deve disputar o Senado. Ele será o secretário especial de Articulação Regional, cargo que lhe dará trânsito e visibilidade no interior do Estado. Seu cacife é forte no Recife e região metropolitana, o que trará dividendos para a reeleição de Campos. A secretaria estava vaga há mais de um ano.

Luciana Santos, que também cumpriu dois mandatos, e da mesma forma fez seu sucessor em Olinda, fica na secretaria de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente, no lugar de Aristides Monteiro, que passa a assessor especial do governador. Santos - que teve na sua equipe no primeiro mandato, o atual ministro da Ciência e Tecnologia, o físico Sérgio Resende - deverá disputar uma vaga na Câmara Federal.

Os outros três ex-prefeitos são do PSB. Severino Souza, o Ninho, do município metropolitano de Igarassu, será o secretário chefe da Assessoria Especial, enquanto Odacy Amorim, de Petrolina, ficará encarregado, como assessor especial, de acompanhar as obras da Transposição do Rio São Francisco. Os dois devem tentar uma cadeira na Assembleia Legislativa. Cleuza Pereira, de Salgueiro, é provavelmente a única que deverá ficar até o fim do mandato. Ela vai acompanhar o programa Mãe Coruja, também na condição de assessora especial, apoiando a primeira-dama Renata Campos.
Fonte - estadao

quinta-feira, 23 de julho de 2009

PAC da Copa do Mundo

O governo federal anunciou que vai destinar R$ 3 bilhões para investimentos em obras destinadas exclusivamente para a Copa de 2014. Segundo o ministro Márcio Fortes (Cidades) esse valor “é apenas inicial”. O objetivo do governo é lançar um pacote de obras, intitulado PAC da Copa, para financiar os projetos das cidades que receberão os jogos do campeonato mundial, segundo o site de Cláudio Humberto.

O volume total do PAC da Copa só será definido após reunião com representantes das cidades sedes. Os R$ 3 bilhões já liberados são do Pró-Transporte, um programa de financiamento com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que teve seu regulamento aprovado ano passado pelo Conselho Curador do fundo.

Fortes disse que o PAC da Copa vai prever parcerias com as prefeituras e com os governos dos estados, além de algumas parcerias com o setor privado. O ministro ainda lembrou que já faz parte das ações preparatórias para a Copa do Mundo a abertura de uma linha de financiamento para a renovação da frota de ônibus em todo o país.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Ladrão cria aparelho para roubar caixas eletrônicos no Nordeste do país

RECIFE - Uma quadrilha de arrombadores de caixas eletrônicos presa em Recife utilizava um equipamento que fazia as máquinas lançarem as cédulas. Segundo a polícia, o dispositivo foi inventado por um dos integrantes do bando, um jovem com formação em Informática. O equipamento dava uma espécie de curto-circuito nos caixas eletrônicos, que liberava as notas. Os quatro criminosos foram apresentados na Delegacia de Roubos e Furtos.

O grupo, que atuava em Pernambuco e em outros estados do Nordeste, é acusado de assaltar dez agências em duas semanas, causando um prejuízo estimado em R$ 200 mil. De acordo com a polícia, os paulistas Edson Carvalho, 26 anos, e Francisco Ronaldo da Silva Alencar, 32 anos, o cearense Alexsandro dos Santos Cardoso, 27 anos, e o pernambucano Sérgio d'Ângelo, 31 anos, de Serra Talhada, se conheceram em São Paulo e vieram ao estado praticar os crimes.

Os quatro foram presos em um hotel em Boa Viagem, na zona sul do Recife. Com eles, foram apreendidos R$ 69.400, um Fiat Idea, oito aparelhos de telefone celular, além do equipamento usado para roubar os caixas eletrônicos. A polícia suspeita de que a quadrilha é maior, já que há relatos de roubos semelhantes ocorridos em outros estados do Nordeste. Os suspeitos foram encaminhados para o Centro de Triagem (Cotel) e serão autuados por roubo qualificado.

Fonte - globo