Nível Médio
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LEP (Lei de Execuções Penais)
A Federação Pernambucana de Xadrez – Fpex, firmou convenio com o Governo do Estado de Pernambuco através de sua Secretaria Especial de Esportes para levar o Xadrez a Comunidade Ilha de Deus.
A ação coordenada pela Fpex, consiste em contribuir com o desenvolvimento social dos moradores da Comunidade da Ilha, utilizando-se do Xadrez como instrumento , que como sabemos é uma das ferramentas mais adequadas na obtenção desse objetivo.
O Projeto de cunho basicamente social, tem o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, que prioriza amenizar as dificuldades em áreas de alto risco social.
A Fpex designou os Educadores, profºs Flavio Henrique e Leninha para monitorarem a ação na Ilha, que além das aulas de xadrez, terão a responsabilidade do acompanhamento do desenvolvimento psicológico dos beneficiados pelo projeto, tendo como foco especial as crianças da comunidade.
Os recursos aplicados são na ordem de R$ 32.000,00, e o prazo de duração do projeto será de 7 meses.
A Federação Pernambucana de Xadrez, apresenta mais uma vez, os agradecimentos ao Governo do Estado de Pernambuco, por acreditar no Xadrez Pernambucano como fator de integração e desenvolvimento social.
Fonte - xadrezpe
Familiares de detentos do Pavilhão 3 do Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto - Copemcan - protestaram na manhã da quarta-feira, dia 1º, na porta da unidade prisional por não poder entregar alimentos aos seus parentes que estão custodiados no local. A proibição se deu por causa da manifestação iniciada pelos agentes penitenciários, que estão exigindo melhores condições de trabalho. A principal alegação é a necessidade de concurso público para contratação de novos agentes, já que uma resolução do Ministério da Justiça indica que deve haver um agente para cada cinco detentos, o que não existe na unidade, onde um agente estaria custodiando 100 presos.
Atualmente, no Copemcan existem onze agentes para 1.049 detentos. "Queremos trabalhar com condições, chega de malabarismos", protesta Cláudio Viana, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Sergipe. Segundo ele, essa movimentação dos agentes está ocorrendo em todos os presídios sergipanos. O presidente alega que os servidores não podem estar correndo riscos de morte trabalhando com insalubridade ou em número menor do que é necessário nos presídios. "É a luta pela vida e ninguém vai mais brincar de morrer", defende Cláudio.
SÃO PAULO - Mais um pombo levando um celular nas costas para dentro de um presídio foi capturado nesta quarta-feira em Sorocaba, a
O número de pombos que fazem travessia do muro do presídio pode ser ainda maior, segundo agentes penitenciários. Nesta quarta, um dos funcionários encontrou o animal no pátio destinado ao regime semiaberto, por volta das 12 h. O bicho estava na porta da fábrica de blocos, onde os detentos trabalham, e aparentava cansaço por ter carregado o celular nas costas, disse o agente à polícia. Por causa disso, foi fácil capturá-lo.
O telefone Motorola foi entregue ao Instituto de Criminalística (IC). Os policiais que investigam o transporte de celulares por pombos à penitenciária querem descobrir as últimas ligações feitas e recebidas para tentar chegar ao responsável pelo esquema de pombos-correio. Se a análise do IC não der resultado, resta a alternativa de soltar a ave e segui-la, já que ela seria treinada para memorizar o lugar de onde partiu.
Em abril, a direção do presídio informou que estudaria a instalação de uma tela de proteção sobre o pátio para evitar o pouso dos pombos. A direção da cadeia não foi localizada ontem à noite para comentar o assunto. A Polícia Civil não informou o andamento dos inquéritos sobre os pombos apreendidos antes.
Fonte - globo.com
Em dez anos de medição, os indicadores brasileiros de combate à corrupção não tiveram "mudança significativa", de acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Mundial.
Embora tenha havido uma leve melhora nas estatísticas entre 2007 e 2008, a pequena variação dentro da margem de erro significou que este avanço foi "estatisticamente insignificante", de acordo com o critério do banco.
Do ano retrasado para o passado, em uma pontuação que varia de -2,5 a +2,5 --na qual os números positivos indicam os melhores resultados--, o Brasil passou de -0,21 para -0,03. A margem de erro foi de 0,14 ponto. Dez anos atrás a pontuação do Brasil era +0,10 com uma margem de erro de 0,18 ponto.
Em um outro critério de medição, os autores do estudo afirmaram que 58% dos países do mundo estão piores do que o Brasil na questão de controle à corrupção --no ano passado, o país estava melhor do que 52% deles. Mas, novamente, a margem de erro, que vai de 50% a 63%, indica uma variação pouco significativa.
Apesar da estagnação nos indicadores, o diretor do Banco Mundial para o Brasil, Makhtar Diop, disse que, na prática, existe uma "impressão generalizada" de que o país vive um "ambiente favorável" para o combate à corrupção.
"A impressão geral é de que o país tem feito avanços na última década, especialmente ao implementar instrumentos de controle e criando um ambiente favorável para ações de combate à corrupção", afirmou Diop.
"Existe um saudável reconhecimento de que não há soluções rápidas e simples, mas também existe a compreensão de que esta é uma questão fundamental para a sociedade brasileira e que progressos estão sendo feitos."
Boa governança
O relatório, o oitavo da série, mede da governança de 212 países levando em consideração estatísticas de 35 fontes de dados, entre organizações, governo e institutos de pesquisa, entre outros.
O Banco Mundial define governança como "as tradições e instituições pelas quais se exerce a autoridade em um país" --o que inclui a forma como governos são eleitos, fiscalizados e substituídos, e a sua capacidade de formular e implementar políticas econômicas e sociais.
O Brasil melhorou nos seis critérios levados em conta, mas ainda permanece atrás em termos de Estado de direito/domínio da lei (-0,30 ou melhor que 46% dos países pesquisados) e estabilidade política (-0,12 ou melhor que 38% dos países).
Em termos de eficiência do governo, o país pontuou -0,01 e ficou em melhor situação que 55% dos países do globo; já a nota para qualidade regulatória foi +0,19, melhor que a de 58% dos países.
O desempenho brasileiro mais satisfatório foi na questão da participação cidadã e transparência do governo: pontuação de 0,51 ou melhor que a de 61% dos países.
A instituição ressalvou, porém, que nunca fez um estudo específico aprofundado sobre questões de governança no Brasil, e que a atual pesquisa "não mede ações governamentais diretamente, mas se baseia em pesquisas de percepção".
Governança e desenvolvimento
A análise dos dados brasileiros mostra as idas e vindas dos indicadores do país na última década. Quando a melhora é constante, no entanto, sublinha o relatório, é possível perceber uma relação entre boa governança e desenvolvimento.
"Quando a governança melhora o equivalente a um desvio-padrão, a mortalidade infantil é reduzida em dois terços e a renda aumenta em cerca de três vezes no longo prazo", disse o relatório.
Por outro lado, a riqueza de um país não implica necessariamente boa governança, diz o relatório, citando como exemplo a crise que erodiu a confiança em instituições nos países ricos. "Uma melhor governança fortalece o desenvolvimento e não o contrário", afirma o estudo.
O Banco Mundial afirmou que diversos países emergentes apresentam indicadores de governança melhores que a Itália, por exemplo, que está entre o grupo dos sete países mais industrializados do mundo. Neste caso estão o Chile, o Uruguai e a Costa Rica na América Latina; Eslovênia, Hungria e República Checa no Leste Europeu; Estônia, Letônia e Lituânia nos Bálticos; Botsuana e Ilhas Maurício na África.
Como em anos anteriores, o relatório procurou afastar o que chamou de "noções de afropessimismo", indicando que em termos de governança houve notável avanço em Gana, Angola, Libéria, Ruanda, Etiópia e República Democrática do Congo.
Por outro lado, houve piora nos indicadores de governança de diversos outros países, incluindo a Venezuela, Zimbábue, Costa do Marfim, Belarus e Eritrea.
Fonte - folha