sábado, 21 de março de 2015

Presídio de Igarassu: vistoria apreende armas, celulares e drogas

Vistoria realizada no Presídio de Igarassu, no Grande Recife, nesta sexta (20), encontrou armas, celulares de drogas. A inspeção foi feita foi coordenada pela Superintendência de Segurança Penitenciária e contou com a participação de agentes penitenciários, Grupo de Operações de Segurança da Seres (GOS), e o apoio de Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe) e do efetivo do Batalhão de Guardas da Policia Militar.
Ao todo, foram recolhidos 197 celulares, 110 carregadores, 50 fones de ouvido, 51 baterias, 26 chips, dois cartões de memória e 16 pendrives. Também foram pegos seis facões industrializados, 20 facas industrializadas e 18 chuços (facas artesanais), além de 1.210 litros de gengibirra, seis usinas de cachaça, mais de 3 kg de maconha e 32 gramas de ácido bórico.


Ainda conforme a Secretaria de Executiva de Ressocialização (Seres), vinte detentos que estavam na cela onde a droga foi encontrada foram conduzidos a uma delegacia.
Fonte-globo.com

quinta-feira, 19 de março de 2015

SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO ANTECIPOU REUNIÃO DA MESA ESPECÍFICA COM O SINDASP PARA O DIA 22 DE ABRIL DE 2015

O Governo do Estado encaminhou cronograma de reuniões em mesa específica. A pedido do SINDASP-PE a Secretaria de Administração antecipou a reunião do dia 29/04/2015 para o dia 22/04/2015. Nesta reunião será debatida a pauta encaminhada pelo Sindicato.
Informamos que o SINDASP-PE encaminhou a pauta de negociação salarial, desde o mês de fevereiro, que engloba vários tópicos, como:

 1- Acabar com as distorções nas classes e faixas para os agentes que estão ou saíram do estágio probatório, bem como os servidores que estão com mais de 20 (vinte) anos de serviço. Esta negociação é para enquadrar o servidor no seu tempo real;

2- Reajuste no percentual da gratificação de risco de 100% para 225% como está na pauta da polícia civil;

3- Lutar para inclusão do mesmo vencimento inicial da polícia civil e da gratificação do percentual de 30% previsto no art. 6º da Lei nº 10.865/93;

 4- Revisão do PCCV com alteração nos interstícios da faixa de 2% para 3%, o da classe de 4% para 7% e dos níveis de 6% para 10%;

 5- Buscar o mesmo reajuste anual igual dos operadores de segurança pública;

 6- Criação da Lei de Aposentadoria Especial de 25 anos;

7- Vale refeição - Mesmo tratamento aos operadores de Segurança Pública.

            Fonte-sindasp

PEC do sistema penitenciário é aprovada

É uma honra poder contribuir com você  amigo, pois quando um pedido deste parte de uma GRANDE LIDERANÇA feito você,  podemos avançar tanto na esfera Nacional e Federal.
Fale com o companheiro Vilobaldo do Piaui, pois também é uma figura importante no cenário nacional e ele tbm se interessou por nossa PEC e eu já mandei a Ele.
A ideia é que os Estados proponham PEC´S no modelo que acharem necessário, mas dentro da SEGURANÇA PUBLICA, para forçarmos nossa PEC NACIONAL 308.
Alagoas e maranhão,  respectivamente na pessoa do Jarbas e Liana haviam me pedido E OUTROS ESTADOS JÁ NOS PEDIRAM.
Trabalhe isto  você tem este poder de esclarecer...precismos nos fortalecer nas bases para termos jurisprudência na luta nacional, PEC 308/04  ai depois se for o caso nos adequamos com a federal, porem se fizermos no campo ESTAREMOS  NOS BLINDANDO DOS FORASTEIROS QUE ESTÃO NO SISTEMA PRISIONAL...DETALHE JÁ ESTAMOS NA SEGURANÇA PUBLICA. 
UM ABÇ CARLOS AGEPEN AMAPA!
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO AMAPÁ PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº _____/14 Autor: __________________________                                              
 Altera o art. 75 e 76 da Constituição do Estado do Amapá, para acrescentar o inciso V no art. 75, e o parágrafo 6º no art. 76, criando à Superintendência de Execução Penal (SUAP) no âmbito do Estado do Amapá.
 A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO AMAPÁ, nos termos do § 3º, do Art. 104, da Constituição do Estado, promulga a seguinte Emenda ao texto da Constituição do Estado.
Art. 1.º Acrescentem-se ao art.75 o inciso V e o parágrafo 6º no art.76, com a seguinte redação:
“Art. 75”. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos, subordinados ao Governador do Estado:
I - Polícia Civil;
II - Polícia Militar;
 III - Corpo de Bombeiros Militar;
 IV - Polícia Técnico-Científica;
 V – Superintendência de Administração Penitenciária do Estado do Amapá – SUAP.
 ................. Art. 2.º Acrescente-se ao art. 76 o §6º com a seguinte redação: “Art.76 a lei disciplinara a organização e funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança publica, de maneira a garantir a eficiência de suas atividades definindo suas competências, estruturando suas carreiras e fixando direitos, deveres vantagens e regime de trabalho de seus integrantes.”
 § 1.º
 § 2.º
 § 3.º
 § 4.º
§ 5.º
 § 6º A Superintendência de Administração Penitenciária do Estado do Amapá – SUAP, órgão permanente, assegurada autonomia administrativa, atividade exclusiva de estado, essencial à função jurisdicional, dirigida por Agente ou Educador de Execução Penal de carreira, conforme os requisitos a que se refere o art. 75 da Lei 7.210, de 11 de julho de 1984, destina-se, além das atribuições definidas em lei, à custódia dos apenados pela justiça do Estado do Amapá, à segurança interna e externa das unidades penais, à escolta penal, a recaptura de foragidos das unidades penais, ao serviço de inteligência penal, à intervenção em conflitos nas unidades penais, à fiscalização do cumprimento das penas alternativas e condicionais, à ressocialização do apenado e às medidas de reinserção social ao egresso.”
 Art. 3.º O Governo do Estado terá o prazo de um ano para adequar a legislação aos termos desta emenda constitucional.
 Art. 4.º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.   
                                     JUSTIFICAÇÃO
Nossa iniciativa propõe a alteração do texto da constituição do Estado do Amapá para criar a instituição destinada a assumir os encargos da execução penal, concretizando um novo marco no sistema penal do Estado do Amapá.
 O sistema de execução penal amapaense carece de mudança, a qual passa pela criação de uma instituição constitucionalizada que vise ao fim específico da execução penal. O sistema penal terá a partir da criação da Superintendência de Administração Penal do Estado do Amapá – SUAP, um novo enfoque quanto à administração do sistema penal, com o compromisso de preservar a ordem pública e a ressocialização dentro das unidades penais, promovendo a reinserção do apenado à sociedade no âmbito da execução penal estadual,
A pretensão contribui, significativamente, para o aperfeiçoamento do sistema de segurança pública ora vigente no estado, uma vez que libera definitivamente os integrantes das polícias civis e militares dos encargos típicos da execução penal. Sabemos que uma parcela vultosa dos efetivos dessas polícias está mobilizada para esse fim, tendo suas funções precípuas prejudicadas.
Entendemos que tais encargos são extremamente prejudiciais para a eficácia do sistema de segurança pública como um todo, já que os policiais que deveriam prover a segurança da população – em atividades de policiamento ostensivo ou na apuração das infrações penais cometidas – ficam imobilizados com a custódia de presos.
Na certeza, portanto, de que a nossa proposição se constitui em aperfeiçoamento oportuno e conveniente para o texto constitucional vigente, esperamos poder contar com o valioso apoio dos nobres deputados em favor de sua aprovação nesta Casa.   
 Macapá - AP, 02 de Julho de 2014.   
MARILIA GÓES
Deputada Estadual- PD


Fonte-agepen


quarta-feira, 18 de março de 2015

Agentes Penitenciários aprovados em concurso fazem protesto no Palácio


Cerca de 50 aprovados no concurso para Agente Penitenciário protestaram, nesta terça-feira (17), em frente ao Palácio do Governo, no Centro do Recife. Com faixas, apitos e narizes de palhaço, os manifestantes reivindicaram a entrada de profissionais no sistema prisional do estado. Segundo os concursados, 360 pessoas foram aprovadas no certame de 2009, mas apenas 126 foram convocados para o trabalho.
"Fizemos todos os exames e passamos por toda a burocracia de entrada, só ficou faltando o curso de formação", afirma Fábio Tavares, concursado que ainda não ingressou no posto de Agente. "Alguns de nós chegaram a deixar os empregos acreditando que o estado iria chamar", reclamam os manifestantes.
Segundo o representante do Sindicato dos Agentes e Servidores no Sistema Penitenciário do Estado de Pernambuco (Sindasp-PE), João Batista Carvalho, há quase 150 pessoas aptas a exercer o cargo de Agente Penitenciário, mas que ainda não assumiram o posto.
"O estado tem um déficit de 4,7 mil Agentes e declarou estado de emergência no sistema penitenciário. Além disso, todo dia encontram armas brancas, drogas e celulares nos presídios. Estamos aqui para reivindicar a entrada desses profissionais", alega Carvalho. Os manifestantes ainda prometeram realizar outros atos públicos pacíficos na próxima semana.
Por meio de nota oficial, a Secretaria de Administração de Pernambuco (SAD), responsável pela contratação de novos profissionais no estado, afirmou que 500 vagas foram ofertadas no certame de novembro de 2009. Depois do curso de formação e da homologação do concurso, foram nomeados 1,2 mil candidatos. A SAD ainda informou que, em razão da Lei de Responsabilidade Fiscal, não estão previstas contratações de novos servidores.

Fonte-dp

segunda-feira, 16 de março de 2015

Você confia em Deus? Mas quanto você confia em Deus?





A confiança é uma firme esperança

Com a concisão que traz o cunho de seu gênio, definia São Tomás a confiança: “Uma esperança fortalecida por sólida convicção”. Palavra profunda que não faremos senão comentar nesta primeira parte.
Pensemos atentamente os termos que emprega o Doutor Angélico: “A confiança, diz ele, é uma esperança”. Não uma esperança ordinária, comum a todos os fieis; no qualificativo preciso a distingue: é “uma esperança fortalecida”. Notai bem, no entanto: não há diferença de natureza, mas somente de grau de intensidade.
Os albores incertos da aurora, tal como o esplendor do sol no zênite, fazem parte do mesmo dia… Assim a confiança e a esperança pertencem à mesma virtude: uma é, apenas, o desabrochar completo da outra.
A esperança comum perde-se pelo desespero; pode tolerar, no entanto, certa inquietação…
Quando, porém, atinge esta perfeição que faz trocar seu nome pelo nome de “Confiança”, torna-se-lhe, então, mais delicada a susceptibilidade. Não suporta mais a hesitação, por leve que se imagine. A menor duvida a rebaixaria e a faria voltar ao nível da simples esperança.
O Profeta Real escolhia exatamente as expressões quando chamava a confiança: “uma superesperança”. Trata-se realmente aqui de uma virtude levada ao máximo de intensidade.
E o Padre Saint-Jure, autor espiritual dos mais estimados do século XVII, via justamente nela uma esperança “extraordinária e heroica”.

Não é, pois, a confiança flor banal. Cresce nos cumes, e não se deixa colher senão pelos generosos.
Ela é fortalecida pela fé
- Levemos mais longe este estudo.
Que força soberana fortifica a esperança a ponto de torná-la inabalável aos assaltos da adversidade?… A fé!
A alma confiante guarda na memória as promessas do Pai celeste; mediata-as profundamente. Sabe que Deus não pode faltar à palavra, e daí a sua imperturbável certeza.
Se o perigo a ameaça, a envolve, a domina mesmo, ela conserva sempre a serenidade. Apesar da iminência do risco, repete a palavra do Salmista: “O Senhor é minha luz e a minha salvação… que posso recear? O Senhor protege a minha vida… Quem me fará tremer…?”.
Existem entre a fé e a confiança relações estreitas, laços íntimos de parentesco. Empregando a expressão de um teólogo moderno, deve-se achar na fé: “a causa e a raiz” da confiança.
Ora, quanto mais se afunda a raiz na terra, mais seiva nutriente dela tira; mais vigorosa crescerá a haste; mais opulenta será a floração. Assim, a nossa confiança desenvolve-se na medida em que se aprofunda em nós a fé.
Os Livros Santos reconhecem a relação que une essas duas virtudes. Não são designadas pelo mesmo vocábulo “fides”, uma e outra, sob a pena dos escritores sagrados?
A confiança é inabalável
As considerações precedentes terão parecido, talvez, por demais abstratas. Era necessário, no entanto, que nelas nos firmássemos: delas deduziremos as qualidades da verdadeira confiança.
A confiança, escreve o Padre Saint-Jure, é “firme, estável e constante em grau tão eminente, que nada no mundo pode, já não digo derrubá-la, mas abalá-la sequer”.
Imaginai as extremidades mais angustiosas de ordem temporal, as dificuldades insuperáveis, em aparência, de ordem espiritual: nada disso alterará a paz da alma confiante…
Catástrofes imprevistas poderão amontoar em torno delas as ruínas da sua felicidade; essa alma, mais senhora de si que o sábio antigo, continuará calma: “Impavidum ferient ruinae”.
Voltar-se-á simplesmente para Nosso Senhor; n’Ele se apoiará com certeza tanto maior quanto mais privada se sente de auxílio humano. Rezará com ardor mais vibrante, e, nas trevas da provação, prosseguirá o seu caminho, esperando em silêncio a hora de Deus.
Uma confiança assim é rara, sem dúvida; mas se não atinge esse mínimo de perfeição, não merece, então, o nome de confiança.
De resto, encontram-se exemplos sublimes dessa virtude nas Escrituras e na vida dos Santos. Ferido na fortuna, na família e na própria carne, Jó reduzido à última indigência, jazia no seu monturo. Os amigos, sua mulher mesmo, aumentavam-lhe a dor pela crueldade das suas palavras.
Ele, no entanto, não se deixava abater; nenhuma murmuração se mesclava aos seus gemidos. Sustentavam-no os pensamentos da fé. “Quando mesmo o Senhor me tirasse a vida, dizia, ainda assim esperaria n’Ele!”.
Confiança admirável e que Deus recompensou magnificamente. A provação cessou: Jó recuperou a saúde, ganhou de novo fortuna considerável, e teve uma existência mais próspera do que antes.
Numa das suas viagens, São Martinho caiu nas mãos de salteadores. Os bandidos os despojaram; iam trucidá-lo, quando, de repente, tocados pela graça do arrependimento ou levados por um pavor misterioso, o libertaram e o soltaram, contra toda a expectativa.
Perguntou-se mais tarde ao ilustre Bispo se, nesse risco premente, não teria sentido algum medo. “Nenhum, respondeu, eu sabia que a intervenção divina era tanto mais certa quanto mais improváveis os socorros humanos”.
A maioria dos cristãos não imita, infelizmente, exemplos destes.  Nunca se aproximam tão pouco de Deus como no tempo da provação.
Muitos não dão esse grito de socorro que Deus espera para lhes vir em auxílio. Funesta negligência! – “A Providência, dizia Luís de Granada, quer dar solução, ela mesma, às dificuldades extraordinárias da vida, quanto que deixa às causas segundas o cuidado de resolver as dificuldades ordinárias”.
Mas é preciso reclamar o auxílio divino. Essa ajuda, Deus no-la dá com prazer. “Longe de ser incômoda à alma de quem suga o leite, a criança, pelo contrário, lhe traz alívio”.
Outros cristãos, nas horas difíceis, rezam com fervor, mas sem constância. Se não são atendidos logo, logo, caem de uma esperança exaltada num abatimento desarrazoado. Não conhecem os caminhos da graça.
Deus nos trata como crianças: faz-Se de surdo às vezes, pelo prazer que sente ao ouvir-nos invocá-Lo… Por que desanimar tão depressa, quando conviria ao contrário, rogar com maior insistência…?
É esta a doutrina ensinada por São Francisco de Sales: “A Providência só adia o seu socorro para provocar a nossa confiança”.
“Se nosso Pai celeste não concede sempre o que pedimos, é para nos reter a seus pés e nos dar ocasião de insistir com amorosa violência junto d’Ele, como claramente mostrou aos dois discípulos de Emaús, com os quais só Se deteve ao fim do dia, e assim mesmo por eles forçado.”

Empresários que apoiaram golpe de 64 ficaram milionários com dinheiro público


Com mestrado na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo sobre os empresários e o golpe de 64 e em fase de conclusão do doutorado sobre os empresários e a Constituição de 1988, o professor Fabio Venturini esmiuçou os detalhes de “como a economia nacional foi colocada em função das grandes corporações nacionais, ligadas às corporações internacionais e o Estado funcionando como grande financiador e impulsionador deste desenvolvimento, desviando de forma legalizada — com leis feitas para isso — o dinheiro público para a atividade empresarial privada”.
Segundo o pesquisador, é isto o que nos afeta ainda hoje, pois os empresários conseguiram emplacar a continuidade das vantagens na Carta de 88.
Venturini cita uma série de empresários que se deram muito bem durante a ditadura militar, como o banqueiro Ângelo Calmon de Sá (ligado a Antonio Carlos Magalhães) e Paulo Maluf (empresário que foi prefeito biônico, ou seja, sem votos, de São Paulo).
Na outra ponta, apenas dois empresários se deram muito mal com o golpe de 64: Mário Wallace Simonsen, um dos maiores exportadores de café, dono da Panair e da TV Excelsior; e Fernando Gasparian. Ambos eram nacionalistas e legalistas. A Excelsior foi a única emissora que chamou a “Revolução” dos militares de “golpe” em seu principal telejornal.
Sobre as vantagens dadas aos empresários: além da repressão desarticular o sindicalismo, com intervenções, prisões e cassações, beneficiou grupos como o Ultra, de Henning Albert Boilesen, alargando prazo para pagamento de matéria prima ou recolhimento de impostos, o que equivalia a fazer um empréstimo sem juros, além de outras vantagens. Boilesen foi um dos que fizeram caixa para a tortura, e comparecia pessoalmente ao Doi-CODI para assistir a sessões de tortura. Foi justiçado por guerrilheiros.
Outros empresários estiveram na mira da resistência, como Octávio Frias de Oliveira, do Grupo Folha, que apoiou o golpe. O que motivou o desejo da guerrilha de justiçar Frias foi o fato de que o Grupo Folha emprestou viaturas de distribuição de jornal para campanas da Operação Bandeirante (a Ultragás, do Grupo Ultra, fez o mesmo com seus caminhões de distribuição de gás). Mais tarde, a Folha entregou um de seus jornais, a Folha da Tarde, à repressão.
“Se uma empresa foi beneficiada pela ditadura, a mais beneficiada foi a Globo, porque isso não acabou com a ditadura. Roberto Marinho participou da articulação do golpe, fez doações para o Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais (Ipes, que organizou o golpe). O jornal O Globo deu apoio durante o golpe. Em 65, o presente, a contrapartida foi a concessão dos canais de TV, TV Globo, Canal 4 do Rio de Janeiro e Canal 5 São Paulo”, diz Fabio Venturini.
Ainda segundo o pesquisador, “na década de 70 a estrutura de telecomunicações era praticamente inexistente no Brasil e foi totalmente montada com dinheiro estatal, possibilitando entre outras coisas ter o primeiro telejornal que abrangesse todo o território nacional, que foi o Jornal Nacional, que só foi possível transmitir nacionalmente por causa da estrutura construída com dinheiro estatal. Do ponto-de-vista empresarial, sem considerar o conteúdo, a Globo foi a que mais lucrou”.
“A Globo foi pensada como líder de um aparato de comunicação para ser uma espécie de BBC no Brasil. A BBC atende ao interesse público. No Brasil foi montada uma empresa privada, de interesse privado, para ser porta-voz governamental. Se a BBC era para fiscalizar o Estado, a Globo foi montada para evitar a fiscalização do Estado. Tudo isso tem a contrapartida, uma empresa altamente lucrativa, que se tornou uma das maiores do mundo (no ramo).”

Venturini também fala do papel de Victor Civita, do Grupo Abril, que “tinha simpatia pela ordem” e usou suas revistas segmentadas para fazer a cabeça de empresários, embora não tenha conspirado.

A TV que te vê: Samsung admitiu que seus aparelhos de tv podem gravar conversas dos espectadores e transmiti-las para um banco de dados da empresa

A Samsung admitiu publicamente que seus aparelhos de televisão são capazes de gravar conversas dos espectadores e transmitir esse conteúdo para um banco de dados controlado pela empresa. Até ontem, você assistia a TV. Hoje, é a TV que te vê e te ouve. Onde vai estar seu jornal amanhã?
A Samsung, indústria coreana de tecnologia digital, admitiu publicamente, há duas semanas, que seus aparelhos de televisão são capazes de gravar conversas dos espectadores e transmitir esse conteúdo para um banco de dados controlado pela empresa. Basta que o cidadão habilite o comando de voz do televisor inteligente – chamado no mercado de smart TV – para fazer o controle remoto de suas funções, que o sistema habilita o aparelho a gravar tudo que é captado pelo microfone, transmitindo os dados para a central da Samsung.
Também a Apple já anunciou a colocação, no mercado, de um monitor de tela plana que agrega todas as funcionalidades da televisão inteligente e com um processador poderoso o suficiente para cumprir os atributos de um computador com grandes recursos. Como nos tablets e nos melhores laptops, o novo equipamento tem uma câmera de alta definição capaz de registrar imagens e sons no ambiente. Da mesma forma, a escolha do usuário poderá colocá-lo em comunicação direta e ao vivo com uma central de serviços onde suas expressões visuais e sonoras serão armazenadas.
O propósito desses avanços é transformar o ponto de entretenimento típico das famílias contemporâneas em um sistema de distribuição de tarefas e informações para outros aparelhos da casa, inclusive os telefones móveis registrados na rede. Quem estiver encarregado da cozinha poderá ativar o fogão para prover a família com o fast food da ocasião ou encomendar e pagar uma pizza, sem se levantar do sofá. Câmeras com reconhecimento de feições e programas que validam as vozes completam o pacote, e o nível de privacidade vai depender do cuidado ou da habilidade de cada um ao usar esses recursos.
Boa parte dessas novidades, e outras ainda mais curiosas, já vêm sendo anunciada há mais de uma década. O jornalista brasileiro Ethevaldo Siqueira, juntou algumas delas num livro publicado em 2004, com contribuições de especialistas, cujo título é 2015 – Como Viveremos.
É interessante observar o quanto a tecnologia evoluiu nesse período. Aquele futuro de dez anos atrás chegou rapidamente, e o ser humano mal teve tempo de aprender a usar as teclas virtuais de seus smartphones.
A TV que te vê vai mudar o sentido da palavra telespectador.

 Por - jotaricardo

quarta-feira, 11 de março de 2015

RELAÇÃO DE SERVIDORES COM PROGRESSÃO POR TITULAÇÃO

RELAÇÃO DE SERVIDORES COM PROGRESSÃO POR TITULAÇÃO AUTORIZADA COM EFEITOS FINANCEIROS DEFERIDOS A PARTIR DA FOLHA DE PAGAMENTO DO MÊS DE MARÇO DE 2015, CONTEMPLANDO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE OS SERVIDORES CONSTANTES DA LISTAGEM ABAIXO:


Veja a listagem completa no link: http://www.seres.pe.gov.br/bi/2015/bi_11_2015.pdf

domingo, 8 de março de 2015

Parabéns mulheres



A competência levou a mulher a conquistar espaços, ganhar respeito e a sonhar mais.
Hoje, a mulher está presente em tudo, e essa presença se multiplica em cada
sonho alcançado.
Parabéns mulheres.

sábado, 7 de março de 2015

Apreensão de celulares e bebidas na Penitenciária Professor Barreto Campelo

Neste sábado (07/03) durante o horário de visitas duas mulheres, Fabiana Cristina de Lima e Jaqueline Clementina da Silva, tentam entrar na Penitenciária Professor Barreto Campelo em Itamaracá, Região Metropolitana do Recife, com uma bolsa abarrotada de celulares, carregadores de celulares e bebidas. As mulheres foram conduzidas pelos Agentes Penitenciários de Plantão a Delegacia, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência.
Com as mulheres foi encontrado: 100 latas de cerveja; 05 litros de whisky; 30 celulares e 30 carregadores de celular; 03 latas de cachaça; 03 litros de vodca.
Veja a foto logo abaixo: