sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Comissão Eleitoral acata pedido de impugnação da Chapa 01
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Eleições
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Penitenciária Professor Barreto Campelo: maconha, crack e cachaça artesanal
Facas,
foices, drogas e celulares foram encontrados na Penitenciária Professor Barreto
Campelo, em Itamaracá, Grande Recife, durante vistoria realizada nesta segunda
(9). Oitenta e dois gramas de maconha, duas pedras de crack, facões, telefones,
chips, carregadores, fones de ouvido e garrafas com cachaça artesanal estão
entre os materiais apreendidos, segundo a Secretaria Executiva de
Ressocialização (Seres).
No
domingo (8), uma confusão no Pavilhão C da unidade deixou um preso morto e
outros três feridos. Marciano Caetano da Silva sofreu uma lesão no braço e foi
operado; Murilo Sérgio de Assis está em avaliação médica na enfermaria do
Hospital Miguel Arraes, em Paulista, onde estão internados. Já Joanathan Rafael
da Silva recebeu atendimento médico na própria penitenciária e passa bem.
Fonte-globo
Fonte-globo
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Tumulto na Penitenciária Professor Barreto Campelo foi causado por briga entre detentos do pavilhão C
Briga
entre presos na Penitenciária Professor Barreto Campelo, em Itamaracá, na noite
deste domingo (8), deixa um morto e outros três feridos. De acordo com a
Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) o desentendimento ocorreu após
o término do horário de visitas no Pavilhão C.
A
vítima foi José Nazareno da Silva Marinho, de 26 anos, natural de Timbaúba, que
cumpria pena por homicídio. A perita Vanja Coêlho informou que o corpo foi
encontrado na área externa da penitenciária, apresentava inúmeras perfurações e
estava parcialmente carbonizado.
Segundo
o presidente do sindicato dos Agentes Penitenciários, Nivaldo de Oliveira Jr,
um dos ferimentos teria sido causado por arma de fogo, disparada pelo chaveiro
do pavilhão.
"José
Nazareno era malquisto e estava envolvido em uma disputa de poderes dentro do
pavilhão", esclareceu a delegada do DHPP Verônica Azevedo. Os detentos
feridos foram Marciano Caetano da Silva e Murilo Sérgio de Assis, socorridos
para a UPA de Igarassu. O terceiro preso, Joanathan Rafael da Silva, foi
atendido na própria unidade.
Segundo
o Corpo de Bombeiros, houve um princípio de incêndio na unidade prisional, às
18h, que foi rapidamente controlado. O Corpo de Bombeiros usou duas viaturas de
combate a incêndios e outras duas de atendimento pré-hospitalar.
Nivaldo
de Oliveira Jr defende que um segundo conflito em menos de quinze dias na
Barreto Campelo comprova que é necessário pelo menos 60 agentes para vistoriar
os pavilhões. "O estado está refém dos presos", disse. "Os
agentes não têm como garantir a inexistência de armas porque as guaritas estão
desguarnecidas".
Em
Limoeiro a Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) investiga o
assassinato de um detento, morto a facadas no final da tarde do sábado (7) na
Penitenciária Doutor Enio Pessoa Guerra, em Limoeiro, Agreste de Pernambuco. O
crime teria acontecido durante uma briga entre os presos, logo após o horário
de visitas. Valdeildo Alves de Freitas chegou a ser socorrido, mas morreu no
hospital da cidade. O suspeito, identificado como Antônio Evaristo da Silva,
foi encaminhado para a delegacia do município, para ser autuado em flagrante.
Cerca
de 120 detentos da Penitenciária Professor Barreto Campelo, em Itamaracá,
encabeçaram uma rebelião no último dia 20 de janeiro. Os reeducandos subiram no
telhado da unidade e levantaram faixas e cartazes pedindo agilidade nos
julgamentos dos processos.
Somente
neste ano já foram registrados quatro mortes de detentos e um policial militar
em Pernambuco.
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
domingo, 8 de fevereiro de 2015
DEPUTADO QUER QUE CÂMARA DISCUTA PEC DA POLÍCIA PENITENCIÁRIA
Como
primeira ação do seu mandato de deputado federal, Fábio Mitidieri (PSD/SE)
apresentou, no início desta semana, um requerimento que pede a inclusão na
ordem do dia da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 308/2004, que cria as
Polícias Penitenciárias federal e estaduais; a proposição tramita na Câmara há
quase 11 anos; projeto transforma Agentes Penitenciários em policiais, para
lidar, exclusivamente, com o sistema penitenciário.
Valter
Lima, do Sergipe 247 - Como primeira ação do seu mandato de deputado federal,
Fábio Mitidieri (PSD/SE) apresentou, no início desta semana, um requerimento
que pede a inclusão na ordem do dia da Proposta de Emenda à Constituição (PEC)
308/2004, que cria as polícias penitenciárias federal e estaduais. O tema é uma
das principais bandeiras do novo parlamentar e uma demanda antiga dos Agentes Penitenciários.
O
projeto, de autoria do deputado federal Neuton Lima (PTB/SP), tramita na Câmara
Federal há dez anos. Em 2007, a PEC foi aprovada em comissão criada
exclusivamente para discutir a viabilidade da proposição. Mas em 2010, quando
deveria ter ido a plenário para votação, foi retirada de pauta a partir de um
acordo de líderes. Agora, quase cinco anos depois, Mitidieri deseja que o tema
volte a ser discutido entre os deputados federais. E que se torne lei.
Pela
PEC, as polícias penitenciárias terão diversas funções, como supervisionar e
coordenar as atividades ligadas à segurança interna e externa dos
estabelecimentos penais; promover, elaborar e executar atividades policiais de
caráter preventivo, investigativo e ostensivo, que visem a garantir a segurança
e a integridade física dos presos, dos funcionários e terceiros envolvidos com
o Sistema Penitenciário, e executar atividades policiais que visem à efetiva
recaptura de presos foragidos das unidades penais.
O
projeto ainda prevê a transformação dos aparelhos estaduais de segurança
penitenciária em Departamento de Polícia Penitenciária, que deverá ser dirigido
por funcionário de carreira da Polícia Penitenciária, que tenha nível superior,
esteja no último nível da carreira de Policial Penitenciário, tenha experiência
profissional na área e conduta ilibada.
Na
justificativa do projeto, o autor disse que o objetivo da proposição é
“contribuir significativamente para o aperfeiçoamento do sistema de segurança pública
do País, uma vez que libera definitivamente os integrantes das polícias civis e
militares de encargos em atividades carcerárias”. Fábio Mitidieri afirmou, na
semana passada, que pretende, com a retomada da discussão, dar mais dignidade
aos Agentes Penitenciários e melhorar a qualidade dos serviços.
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Sistema Penitenciário Nacional
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Teoria das ‘janelas quebradas’ ajuda a reduzir o crime
A
expressão “janelas quebradas” refere-se a uma observação feita no início da
década de 1980 por Kelling, um criminologista, e James Wilson, um cientista
social, do efeito psicológico de uma janela quebrada em um prédio, que ninguém
conserta. Logo depois o resto das janelas também quebra, porque uma janela
quebrada por muito tempo é um sinal de desleixo e, portanto, incita o
vandalismo de quebrar mais janelas. Em uma análise mais profunda, eles disseram
que os ambientes onde os comportamentos transgressivos não são punidos, onde as
prostitutas fazem seu trabalho sem serem importunadas, ou os mendigos abordam
as pessoas nas ruas, a tendência é de estímulo à criminalidade.
Essa
teoria baseia-se em uma série de experiências aleatórias. Pesquisadores da
Universidade de Groningen na Holanda, por exemplo, descobriram que as pessoas
têm duas vezes mais chances de roubar um envelope cheio de dinheiro se ele
estiver preso em uma caixa de correio coberta de grafites. No que se refere à
aplicação da lei, dizem Kelling e Wilson, isso significa que quando os
policiais impõem ordem nas ruas e punem mesmo pequenos delitos com uma
advertência ou prisão, as pessoas têm um comportamento melhor.
Quando
a teoria das “janelas quebradas” foi divulgada pela primeira vez, a
criminalidade urbana era um problema incontrolável nos Estados Unidos e no
mundo. Mas nos últimos vinte anos a taxa de criminalidade teve uma redução
extraordinária. Essa diminuição foi ainda mais acentuada na cidade de Nova
York, onde o índice de homicídios caiu de 26,5% por 100 mil pessoas em 1993
para 3,3% por 100 mil em 2013, uma taxa inferior à média do país. A teoria das
“janelas quebradas” aplicada à lei sem dúvida ajudou a reduzir o crime.
No
entanto, também tem provocado sérias críticas, nas quais alguns dizem que
aumenta os conflitos entre a polícia e os cidadãos, sobretudo, em áreas de
população de baixa renda e de minorias. Essas áreas tendem a ser mais vigiadas
pela polícia, às vezes com exagero, em parte por causa da maior incidência de
crimes. Apesar de os negros e hispânicos representarem 53% da população de Nova
York em 2013, eles foram 83% das vítimas de assassinato. Mas há também sinais
de discriminação racial. As evidências de que as prisões por drogas impõem
custos desproporcionais às pessoas de baixa renda e às minorias, por exemplo,
incentivou o NYPD a diminuir o controle do uso e posse da maconha em novembro.
Porém, mesmo com todas as reclamações sobre a aplicação desigual da lei e o
preconceito racial, a maioria dos moradores de Nova York, tanto negros quanto
brancos, ainda quer que suas janelas sejam consertadas.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Agentes Penitenciários de Pernambuco dão prazo para Governo resolver pendências
Apenas
na próxima sexta-feira, os agentes penitenciários de Pernambuco irão decidir se
haverá paralisação da categoria de 48 horas neste final de semana. Depois de
uma reunião de mais de duas horas na Secretaria de Justiça e Direitos Humanos,
na tarde desta quarta-feira a categoria resolveu esperar que o governo do
estado atenda alguns pedidos considerados emergenciais para que o trabalho não
seja prejudicado nos próximos sábado e domingo.
De
acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, João
Carvalho, os pontos que devem ser atendidos até a sexta-feira são a compra de
novos coletes à prova de balas para os agentes, a contratação imediata de 132
agentes penitenciários aprovados no último concurso e andamento no Plano de
Cargos e Carreira.
Fonte-DP
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Governo
PM baiano desvenda significados de tatuagens no mundo do crime
Palhaços,
índias, magos, caveiras, bruxos, serpentes, polvos, aranhas, peixes, anjos,
santos e demônios são figuras comuns nos presídios brasileiros.
Há
pelo menos 10 anos, o capitão da Polícia Militar baiana Alden dos Santos se
dedica a traduzir os significados destas e outras imagens desenhadas nos corpos
de presos e suspeitos de crimes no Brasil e no exterior. Seu estudo sobre os
significados das tatuagens gerou uma cartilha, adotada oficialmente como apoio
a investigações pela PM da Bahia.
"Foram
detalhados os significados de 36 imagens associadas a crimes específicos",
diz o capitão. "Muitas delas, além de se repetirem em todo o país,
aparecem nos mesmos padrões em países como Estados Unidos, Rússia e locais na
Europa."
Além
de símbolos mais conhecidos, como palhaços (associados a roubo e morte de
policiais), magos ou duendes (comuns entre traficantes), a pesquisa identificou
recorrência inusitada de personagens infantis, como o "Diabo da
Tasmânia", o "Papa-léguas" e o "Saci-Pererê".
O
primeiro sugeriria envolvimento com furto ou roubo, principalmente arrastões.
Já o Papa-léguas - ou sua variação mais comum, o "Ligeirinho"-
indicaria criminosos que usam motocicletas para o transporte de drogas.
O
Saci também teria relação com o tráfico: seus portadores seriam responsáveis
pelo preparo e distribuição dos entorpecentes.
Foi
pelas redes sociais que a pesquisa de Alden encontrou popularidade: mais de 5
mil pessoas acompanham suas postagens no Facebook sobre supostas conexões entre
crimes e tatuagens, além de casos policiais não registrados pela grande mídia.
Pelo
YouTube, os vídeos publicados pelo PM já foram vistos mais de 600 mil vezes. O
resultado final do estudo já foi baixado pela internet por mais de um milhão de
pessoas.
Aproximadamente
50 mil documentos e fotos foram coletados pelo PM: eles vêm de presídios e
delegacias, institutos médicos legais, jornais, revistas e redes sociais - tudo
isso somado a raras entrevistas com detentos de prisões baianas.
"As
principais informações infelizmente não vieram dos presos em si. Há um forte
código de silêncio. As conclusões vieram mais pelo cruzamento de dados",
diz. Ele explica: "Levantamos, por exemplo, todos os presos que tinham
tatuagem do Coringa e cruzamos com suas sentenças. Havia um padrão claro em
seus delitos."
O
padrão, segundo o militar, indica "roubo e envolvimento com morte de
policiais".
"Portadores
desta tatuagem demonstram frieza e desprezo pela própria vida", explica o
PM. "A maioria parece absorver as características deste personagem -
insano, sarcástico, vida louca. Normalmente não se entregam fácil e partem para
a violência."
Questionado
sobre a estigmatização que a pesquisa poderia provocar sobre quem tem imagens
pelo corpo, o policial militar diz deixar claro que cidadãos "nunca
poderão ser abordados somente por apresentarem tatuagens descritas na
cartilha".
"Nosso
objetivo não é discriminar pessoas tatuadas, isso seria discriminar o próprio
ser humano, que há muito tempo usa tatuagens como forma de expressão", diz
o capitão Alden.
Ele
diz que, para policiais, a importância do estudo é ajudar o agente a
salvaguardar sua integridade física, no caso de tatuagens ligadas a mortes de
oficiais.
"Elas
também funcionam como mais uma ferramenta para facilitar o trabalho de
reconhecimento de suspeitos", diz, citando as imagens de carpas - estes
peixes são frequentemente associados à facção criminosa PCC (Primeiro Comando
da Capital).
Códigos
Além
das imagens figurativas, elementos gráficos, como pontos tatuados nas mãos,
também seriam indícios de crimes, segundo o pesquisador.
Um
só ponto preto indicaria "batedores de carteira". Dois, na vertical,
sugerem estupro. Três pontos, em formato de pirâmide, apontam relação com
entorpecentes.
O
oficial não teme que a divulgação dos símbolos iniba a exibição ou confecção de
novas tatuagens suspeitas.
"A
existência desse material não fará com que as facções alterem seus
códigos", diz Alden ao #SalaSocial. "Por incrível que pareça, em vez
de os suspeitos deixarem de usar a imagem que os associa à prática de
determinado crime, o que percebemos é a lógica inversa: quanto mais se tem
consciência de que a polícia conhece, mas frequentes são as imagens, como uma
espécie de desafio."
Segundo
o PM, a tendência não se limita ao Brasil.
“O
palhaço, com o mesmo significado, é muito comum também na máfia russa, no
México, nos Estados Unidos, em Porto Rico”. O mesmo ocorre com a índia (mulher
de cabelos negros e longos, que já serviu para indicar quem tinha autorização
do tráfico para portar fuzis, hoje mais associada à prática de roubos).
Ele
se diz surpreso com o alcance que suas postagens vêm ganhando.
"Gera
muita repercussão e isso me dá cada vez mais disposição de alimentar a página.
A tatuagem ainda chama atenção, mesmo sendo algo que já faz parte da própria
natureza humana", afirma.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Agentes Penitenciários não “darão descanso aos detentos” e vão realizar vistorias constantes
Para tentar conter a crise que toma
conta do sistema penitenciário de Pernambuco, o governo vai intensificar as
vistorias nos presídios do estado. Segundo o secretário de Justiça e Direitos
Humanos, Pedro Eurico, os Agentes Penitenciários não “darão descanso aos
detentos” e vão realizar vistorias constantes. A nova rotina começou na
segunda-feira (2) no Complexo Prisional do Curado, localizado na Zona Oeste do
Recife, onde ocorreram motins em todo o final de semana e foram encontradas
dezenas de facas.
A Secretaria de Ressocialização
(Seres) confirmou a manutenção das vistorias e informou que outra ação desse
tipo será realizada nesta terça (3). Segundo o órgão, a vistoria pode ser
realizada em qualquer unidade penitenciária do estado e não será necessariamente
no Curado. A unidade que vai receber a ação, no entanto, não foi informada.
Fonte-DP
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Rebeliões no Complexo Prisional do Curado mataram cinco
Morreu
neste domingo (1º) um dos nove detentos feridos no tumulto registrado no
Complexo Prisional do Curado, na Zona Oeste do Recife. O auxiliar de chaveiro
Paulo da Silva Tavares, 38, chegou a ser encaminhado para o Hospital Otávio de
Freitas e foi submetido a uma cirurgia, mas seu estado era grave e ele não
resistiu. No sábado (31), outro reeducando havia morrido durante uma confusão
no antigo Aníbal Bruno. Desde o dia 19 de janeiro, quando começou a rebelião
que durou três dias, cinco pessoas já morreram, entre elas, um sargento da
Polícia Militar.
O
boletim médico com a situação dos outros feridos no tumulto do domingo é
esperado para às 8h30. Em nota enviada na noite de ontem, a Secretaria de
Ressocialização de Pernambuco (Seres) informou que o estado de saúde Paulo
Tavares seria o mais preocupante e que outros reeducandos, que também
precisavam de atendimento, foram levado para Unidades de Pronto Atendimento
(UPA). Outros presos, com ferimentos leves, foram socorridos na enfermaria do
próprio presídio.
No
sábado (31) um detento foi morto e outros quatro ficaram feridos no tumulto que
começou após atrasos na entrada de familiares, que, do lado de fora, tentaram
forçar o portão de acesso ao prédio. Na ocasião, foram usadas armas de fogo
porque, segundo a Seres, os reeducandos do Presídio Juiz Antônio Luiz Lins de
Barros correram para os portões, em tentativa de fuga.
O
domingo começou tranquilo com as visitas dos familiares, mas os tumultos
voltaram a acontecer depois de uma confusão entre detentos dos pavilhões P e I,
no final do horário de visitas aos detentos Presídio Juiz Antônio Luiz Lins de
Barros. Ao todo, nove detentos ficaram feridos durante a incidente, que,
segundo denúncias, teria sido motivado pelo término do horário de visitas
minutos mais cedo que as 15h30, o que teria revoltado os internos e começado o
tumulto. Teria sido neste momento em que grupos rivais se desentenderam,
mantendo a tensão no complexo penitenciário por cerca de quatro horas.
Fonte-DP
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
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