quinta-feira, 4 de julho de 2013

A normatização do ASP na PCPE


Um decreto é um ato do Governador que visa regulamentar o cumprimento de uma lei.
 Uma lei diz que devemos ter os mesmos vencimentos e vantagens PCPE, o que inclui uma carteira funcional. No entanto, não diz se ela é azul, misturado com preto ou branco. Então, o Governador baixa um Decreto regulamentando que a carteira funcional a que faz referência tal lei seja nas cores cinza e dourado, tamanho 10x6cm, e tal.
 No entanto, a Lei Complementar n° 137/2008, que traz os Grupos Ocupacionais da Polícia Civil de Pernambuco, por conta de problemas passados, não trouxe o grupo ocupacional Segurança Penitenciária em seu artigo 7°, mas que deveria, sim, constar lá, pois no projeto inicial da referida lei complementar nós constávamos e porque a nossa Lei n° 10.865/93 ainda estava, e está, em vigor, e é uma lei ordinária, e que foi “desconsiderada” a sua existência, o que não poderia ter acontecido.
 Sem querer entrar no mérito da discussão se uma lei ordinária é superior a uma complementar, o fato é que ao “abrirmos mão” da escala 1x4 em troca de uma “carteira funcional” poderemos ter prejuízos futuros, pois pelo fato de não estarmos na Lei Complementar n° 137/08, continuaremos a não termos os benefícios posteriores que advirem aos PCPE em razão dela.
 Sendo assim, se assim tiver de ser, o ‘ideal’ é “trocarmos” o nosso “1x4” pela inclusão do Grupo Ocupacional Segurança Penitenciária na Lei Complementar n° 137/2008 e não por um Decreto que expedirá uma carteira funcional ASP DA PCPE, pois teremos a carteira, mas não o mesmo salário, valorização, status, carga horária, prerrogativas, pccv e o fim da “confusão” que existe a cerca da nossa identidade.
Interessante dizer que quando os Motoristas de Carro Fúnebre trabalhavam, tinham uma carteira com o nome Polícia Civil, mas não os mesmos direitos e vantagens, sendo que algum tempo depois suas carteiras e a nomenclatura de seus cargos foram modificadas. Os Agentes Administrativos da PCPE também têm a carteira, mas não os benefícios e o status de policial civil.
Difícil será o Estado Todo Poderoso querer que continuemos a trabalhar com carga horária diferente, ter um salário distinto e até um pouco maior, e ainda por cima ter “status policial”, vindo a causar “inveja” ou mesmo “revolta” por parte dos demais PCPE´s.
Desse modo, lutemos para a efetiva execução do disposto, “ipsis litteris”, no artigo 6° da Lei n° 10.865/93 e pela inclusão na Lei Complementar n° 137/08, visando estar não mais como policiais “à parte”, e sim ao lado dos demais policiais civis de Pernambuco, assim como ocorre em outros Estados e no DF, e se a padronização da função vier, que assim seja.
Por- ÊNIO CARVALHO



quarta-feira, 3 de julho de 2013

¿Espionagem brasileira: será?

         Timidamente, o assunto foi ventilado na Imprensa nacional: a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) estaria monitorando as informações de usuários no Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp. O objetivo seria coletar dados sobre as manifestações que ocorrem pelo País, sob as mais diferentes reivindicações, por meio do Mosaico, um programa que monitora cerca de 700 termos de interesse do governo brasileiro.
         Leia mais no Blog do André Café

Arma de fogo: Agentes Penitenciários protestam em frente ao Congresso

Agentes Penitenciários fizeram manifestação nesta terça-feira em frente ao Congresso Nacional. Eles protestam pela derrubada do veto da presidente Dilma Rousseff a um projeto de lei que ampliava o uso de armas por esses agentes, o PLC 87. O projeto, de 2011, foi vetado pela presidente em janeiro deste ano.
Por volta das 18hs, o grupo com cerca de 150 pessoas ocupou o gramado em frente ao Congresso, em uma manifestação pacífica. Eles vestiam roupas pretas e portavam cartazes. Em um dos cartazes estava escrito “Tenho direito de defesa da minha família”. Em outro, lia-se “Direitos humanos para Agentes Penitenciários”, e ainda “Sistema penitenciário Padrão Fifa”. Alguns manifestantes se algemaram.
Não foram registrados atos de violência ou de depredação durante a manifestação.
Fonte-globo


Agentes Penitenciários ganham reajuste salarial de 90%

Em assembleia realizada nessa segunda-feira (1º), o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (Sinpoljuspi), acataram a nova proposta do Governo do Estado, propondo o reajuste salarial da categoria em 90% parcelado em quatro anos e suspendeu a greve iniciada a meia noite de ontem.
O presidente do Sinpoljuspi, Vilobaldo Carvalho, disse que o ideal é que o parcelamento fosse feito em três anos, mas a categoria considerou satisfatória a proposta e pôs fim a greve. “A Secretaria de Administração foi informada ontem mesmo sobre a aprovação da proposta e o documento com a nova proposta já foi enviado a Alepi para que seja apreciado o mais rápido possível”, informou.
Ele explicou que a primeira parcela do reajuste já foi paga em maio de 2013, no valor de 7%, de acordo com a proposta aprovada anteriormente e que o restante vai ser pago, proporcionalmente, até 2016, em parcelas duas parcelas anuais, definidas para os meses de maio e novembro.
No mês de maio, a categoria iniciou um movimento grevista reivindicando reajuste salarial de 60% parcelado em três anos. Depois da apresentação da proposta do Governo, que definia reajuste de 55% no salário, parcelado em três anos, o Sindicato deu a greve por encerrada.
Os agentes decidiram retomar a greve depois de perceberem que o valor acordado da segunda parcela da negociação, que deve ser paga em novembro, apresenta porcentagem aquém da acordada com o Governo. O sindicato teve conhecimento que o ofício do Governo protocolado na Alepi apresentava um valor menor do que o acordado. Também informou que a primeira parcela referente a porcentagem negociada no valor de 55% já foi paga em maio.

O presidente acrescentou que os agentes vão continuar cobrando do governo, a contratação dos 20 agentes penitenciários, concursados ainda em 2009. Também disse que vão continuar reivindicando melhores condições de infraestrutura para os presídios do Estado, contratação de pessoal e mais investimentos na construção, reforma e segurança no sistema penitenciário.
Fonte-capitalteresina

Mais uma rodada de negociação

No dia 02/07/13 em reunião iniciada às 17:30 horas, estiveram presentes os Secretários Décio Padilha (SAD), Damázio (SDS), Laura Gomes (SEDSDH), Ribeiro (SERES), e também, Dr. Alexandre (Procurador do Estado), Osvaldo Moraes (Chefe de Polícia), Romano (Subchefe da Polícia Civil) e a Diretoria do SINDASP-PE (Nivaldo, Carvalho, Sandro, Ávila), com o Presidente da ASPEPE (Wilson) e o advogado do sindicato (Eduardo Morais).
Após entrega de parecer (NOVA PROPOSTA), aos representantes do Governo, preparado por nossa banca de advogados. Durante a reunião, Foi efetuada  uma grande apresentação em telão, com vários documentos e vídeos contundente e inconteste de nossa condição POLICIAL CIVIL. A defesa de nossa condição policial civil foi feita pelo ASP-PCPE Bel Ávila Barreto.
Diante da argumentação jurídica e da NOVA PROPOSTA, houve um grande embate na mesa de negociação, fazendo com que o GOVERNO, através da cúpula, requeresse um prazo para avaliação dos argumento fortemente fundamentados e sedimentados, deixando claro que a posição do governo não seria facilmente acatada pela categoria, já que, restou evidenciado através dos representantes do governo uma proposta diferente das apresentadas pelo nosso Sindicato,  forçando ao estado repensar seu posicionamento previamente firmando ( posicionamento este  que é a retirada dos AGENTES PENITENCIÁRIOS DA POLÍCIA CIVIL  e consequentemente do estatuto do policial civil.)
A Nova proposta, contempla a manutenção dos AGENTES PENITENCIÁRIOS  NO QUADRO DA POLÍCIA CIVIL, sem a realização de novo concurso para  o cargo, criando um cargo denominado  de TÉCNICO PENITENCIÁRIO, que terá atribuição diferente do AGENTE PENITENCIÁRIO DA POLÍCIA CIVIL PE, essa proposta na verdade é a mesma solução jurídica encontrada pelos AGENTES PENITENCIÁRIOS DA POLICIA CIVIL do Distrito Federal, que mantiveram os AGENTES PENITENCIÁRIO NO QUADRO DA POLÍCIA CIVIL, e criaram por lei especifica o cargo de Técnico Penitenciário, esse entendimento encontra-se respaldo legalmente através da ADI 3916/DF,  Supremo Tribunal Federal.

Esta proposta fez com que o Governo pedisse uma ÚLTIMA rodada de negociação até a próxima terça-feira.
Fonte-sindasp

sábado, 29 de junho de 2013

Passe Livre Estudantil para todo país será votado na próxima quarta-feira

Sob a onda de bondade parlamentar, o Senado vota na próxima quarta-feira a proposta de Passe Livre Estudantil para todo o país. Nesta quinta, 27, os parlamentares confirmaram a necessidade de votar com urgência o projeto, em mais uma ação para conter as manifestações nas ruas. O Palácio do Planalto pediu ao Ministério da Fazenda levantamento dos custos da iniciativa.

O projeto foi apresentado à Casa pelo presidente Renan Calheiros, que também sugeriu a urgência da tramitação. Somente o senador Aloysio Nunes Ferreira, do PSDB, foi contrário ao pedido, alegando que a proposta precisaria passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para avaliar a gratuidade do transporte público para estudantes em todo país. “É uma irresponsabilidade essa correria para aprovar tudo assim”, afirmou o líder do PSDB.
Leia mais no Blog do André Café

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Seres prorroga validade de concurso público de 2009

A Secretaria de Ressocialização (Seres) divulgou, no Diário Oficial de Pernambuco desta quarta-feira (26), a prorrogação, por mais dois anos, da vigência do concurso público regido pela Portaria Conjunta SAD/SERES nº 121, de 29 de outubro de 2009, cujo resultado final foi homologado pela Portaria Conjunta SAD/SERES nº 069, de 28 de junho de 2011.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Projeto que torna corrupção crime hediondo passa no Senado

O projeto de lei que altera o Código Penal e torna corrupção um crime hediondo foi aprovado em votação no Senado nesta quarta-feira, 26. A punição para o crime será mais severa, sendo prevista pena de 4 a 12 anos de reclusão mais multa, atualmente a reclusão é de 2 a 12 anos. A qualificação como crime hediondo impede a concessão de anistia e o livramento mediante pagamento de fiança, assim como prevê prisão em regime fechado.
Leia mais no Blog do André Café

sábado, 22 de junho de 2013

Presidente diz que limitações políticas e econômicas a impedem de fazer as mudanças exigidas

Em um discurso óbvio transmitido em cadeia nacional na última sexta-feira, 21, Dilma apoiou os protestos populares e disse que é preciso “aproveitar o vigor das manifestações para realizar as mudanças que a juventude deseja”.
A presidente elogiou os atos e pediu para que a população compreenda que limitações políticas e econômicas a impedem de realizar as exigências cobradas nos protestos. “Se aproveitarmos bem o impulso desta nova energia política, poderemos fazer, melhor e mais rápido, muita coisa que o Brasil ainda não conseguiu realizar por causa de limitações políticas e econômicas. Mas, se deixarmos que a violência nos faça perder o rumo, estaremos não apenas desperdiçando uma grande oportunidade histórica, como também correndo o risco de colocar muita coisa a perder”, disse a presidente.
Dilma ressaltou a importância do diálogo nas manifestações e disse que, assim como não foi fácil tornar o Brasil um país democrático, não será fácil chegar onde desejam os manifestantes. A presidente também condenou os atos de violência ocorridos em várias cidades. “Essa violência, promovida por uma pequena minoria, não pode manchar um movimento pacífico e democrático. Não podemos conviver com essa violência que envergonha o Brasil”, disse Dilma.
Em certo ponto do discurso, a presidente mencionou a necessidade de tornar o sistema político mais transparente, falou que é preciso realizar uma reforma política e ampliar a Lei de Acesso à Informação para combater a corrupção.
A presidente voltou a afirmar que está atenta às reivindicações dos manifestantes e garantiu que irá procurar representantes de todos os poderes para, juntos, criarem um “grande pacto” para melhorar os transportes públicos. Dilma também citou algumas de suas prioridades como o repasse de 100% dos royalties para a educação, a elaboração de um plano nacional de mobilidade urbana e trazer milhares de médicos do exterior para atuar no sistema público de saúde.
Ao final de seu discurso, Dilma garantiu que a Copa das Confederações e a Copa de 2014 serão mantidas e pediu que os brasileiros recebam bem as equipes estrangeiras, retribuindo assim a hospitalidade com que as equipes brasileiras foram recebidas em outros eventos no exterior.
Veja o pronunciamento da Presidenta:

sexta-feira, 21 de junho de 2013

PEC 37: Câmara adia votação

A votação da Proposta de Emenda à Constituição PEC 37, que limita o poder de investigação do Ministério Público, marcada para o próximo dia 26, foi adiada pelo presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), por falta de acordo entre procuradores e delegados.
A PEC 37 também tem sido alvo dos protesto de manifestantes em várias cidades do país que pedem a rejeição da matéria. Na quarta-feira, 19, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que pediria ao presidente da Câmara que adiasse a votação da proposta.
Isso porque as discussões do grupo de trabalho formado por representantes do Ministério da Justiça, do Ministério Público e das policias Civil e Federal para discutir a PEC terminaram sem consenso. Está marcado para a próxima terça-feira, 25, uma nova reunião dos integrantes do grupo com o presidente da Câmara.
Representantes do Ministério Público criticam a proposta e a classificam como PEC da Impunidade. Para os procuradores, a PEC é uma retaliação ao trabalho desempenhando pelo Ministério Púbico no combate à corrupção.
Já os policiais argumentam que a proposta não restringe a atuação do MP, mas retoma o texto da Constituição de 1988, organizando as atribuições de todos os atores responsáveis pelas investigações. Na avaliação dos delegados, o MP só pode atuar na investigação de forma extraordinária, quando houve omissão da polícia, por exemplo.
A PEC 37 foi apresentada em junho de 2011 pelo deputado federal e delegado de polícia Lourival Mendes (PTdoB-MA). O texto altera trecho da Constituição, indicando que a apuração das infrações penais é função privativa das polícias Civil e Federal. A medida impedirá o Ministério Público de assumir a investigação de crimes, prática usual desde que a instituição teve os poderes ampliados na Constituição de 1988.
Fonte - opinião