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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
CONVITE
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
Presídio de Salgueiro: mulher é presa com maconha na genitália
Uma
mulher de 21 anos, natural de Petrolina, identificada por Pricilla Natalia da
Silva, foi presa em flagrante, neste sábado (12), no município de Salgueiro, a
518 km do Recife. Ela foi flagrada por agentes penitenciários quando tentava
entrar com maconha escondida nas partes íntimas no Presídio de Salgueiro.
Segundo informações da polícia, os agentes desconfiaram de
Pricilla e a levaram para o Hospital Regional. Após ser examinada pelo médico,
foram apreendidos cerca de 200 gramas de maconha que estavam enroladas em fitas
em sua genitália.
A mulher foi ouvida pela Delegada Plantonista Eliana Macêdo e
recolhida até a Cadeia Feminina de Verdejante, onde ficará à disposição da
Justiça.
Fonte - folha
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
sábado, 12 de janeiro de 2013
Lei Seca: Óculos com câmeras são usados na obtenção de provas
Em Brasília, óculos especiais
ajudam na obtenção de provas contra motoristas que dirigem bêbados. Essa é uma
das novidades usadas pela polícia para impedir infrações no trânsito.
A multa chega rapidamente. A
eficiência vem da tecnologia. O tablet acessa um banco de dados com todas as
informações dos carros e motoristas do Distrito Federal, e torna o trabalho da
polícia muito mais preciso. Só é parado na blitz quem os policiais sabem que
tem algum problema.
“Vai ser um tempo de até
minutos, e ele será liberado com ou sem o veículo”, apontou Major Wagner
Freitas, subcomandante da BPTRAN.
Leia mais no Blog do André Café: http://andrecafe.blogspot.com.br/2013/01/lei-seca-oculos-com-cameras-sao-usados.html
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lei
CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
SINDICATO DOS AGENTES E SERVIDORES NO
SISTEMA PENITENCIÁRIO DO ESTADO DE PERNAMBUCO- SINDASP -PE
CNPJ 04.375.882/0001-20
CNPJ 04.375.882/0001-20
EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL
EXTRAORDINÁRIA.
A Diretoria do SINDASP/PE, conforme previsto no Estatuto do Sindicato
dos Agentes e Servidores no Sistema Penitenciário do Estado de Pernambuco e
suas alterações estatutárias do dia 24 de maio de 2012, conforme registro
nº 843855 – 1º RTD/RECIFE, 1ª convoca todos os sócios para
as seguintes ASSEMBLEIAS GERAIS EXTRAORDINÁRIAS abaixo elencadas nos seguintes
itens:
1. Assembléia Geral
Extraordinária a ser realizada em 1ª Convocação às 17h00min e em 2ª
Convocação às 17h15 min, que instalar-se-á conforme previsto no
artigo 24, § 1º do Estatuto do SINDASP/PE, no dia 15 de janeiro de 2013
(terça-feira), no Auditório do Edifício Círculo Católico, na
Rua do Riachuelo, nº 105, 10º Andar - Boa Vista, Recife/PE. Esta
Assembléia Geral Extraordinária irá ser realizada em caso de urgência, conforme
previsto no artigo 24, § 2º do Estatuto do SINDASP-PE, para deliberação e Decisão com a
seguinte ordem do dia.
· Seguir as
Diretrizes e decisões da Federação
Sindical Nacional de Servidores Penitenciários – FENASPEN, que ocorrerá no dia
15 de janeiro de 2013, às 14h30min
horas;
· Deliberação sobre o
veto do PLC 87;
· Ações a serem
tomadas unificadas pelos sindicatos representantes;
· Debates e Decisões
sobre a implantação da escala 24 x 96 horas, obedecendo à decisão da
Liminar do STF;
2. A Assembleia Geral
Extraordinária a ser realizada em 1ª Convocação às 17h00min e em 2ª
Convocação às 17h15 min, que instalar-se-á conforme previsto no
artigo 24, § 1º do Estatuto do SINDASP/PE, no dia 30 de janeiro de
2013 (quarta-feira), no Auditório do Edifício Círculo
Católico, na Rua do Riachuelo, nº 105, 10º Andar - Boa Vista,
Recife/PE, que irá decidir e deliberar sobre a aprovação da prestação de contas
do Sindicato do ano de 2012.
Recife, 10 de janeiro de 2013.
Nivaldo de Oliveira Junior – Presidente
João Batista de Carvalho Filho – Vice-Presidente
Diógenes Gonçalves Bem – Secretário Geral
Edamek de Lima Leite – Tesoureiro
Sandro Aires de Oliveira – Diretor de Imprensa
Fonte - aspepe
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SISTEMA PENITENCIÁRIO
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Presidente Dilma veta armas para agentes penitenciários fora de serviço
Foi publicado
no Diário Oficial da União desta quinta-feira (10) o veto total da presidente
Dilma Rousseff ao projeto de lei que permite agentes penitenciários e outras
categorias profissionais a portarem armas de fogo fora do horário de serviço
(PLC 87/2011).
A presidente
informou que, após ouvir o Ministério da Justiça e a Secretaria de Direitos
Humanos da Presidência da República, decidiu por não conceder a autorização,
pois implicaria maior quantidade de armas em circulação, o que iria “na
contramão” da política nacional de combate à violência.
Além disso, de
acordo com a chefe do Executivo, a legislação brasileira já prevê a
possibilidade se requerer a autorização de porte para defesa pessoal, conforme
a necessidade individual.
Segundo o projeto
vetado, guardas prisionais, integrantes de escoltas de presos e guardas
portuários também poderiam circular armados nos horários de folga.
Legislação
O registro, a
posse, a comercialização e os crimes relativos a armas de fogo são
disciplinados atualmente no Brasil pelo Estatuto do Desarmamento (Lei
10.826/03), cujo artigo 6º diz ser proibido o porte de arma de fogo em todo o
território nacional, salvo para os casos previstos em legislação própria.
Pelo Estatuto,
as exceções estão previstas em 11 incisos, que incluem as seguintes categorias
profissionais: integrantes das Forças Armadas (I); policiais e bombeiros (II);
guardas municipais de cidades com mais de 500 mil habitantes (III); guardas
municipais de cidades entre 50 mil e 500 mil habitantes (IV); agentes da
Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Gabinete de Segurança
Institucional da Presidência da República (V); policiais legislativos (VI);
agentes e guardas prisionais, integrantes das escoltas de presos e guardas
portuárias (VII); profissionais de empresas de segurança privada e de
transporte de valores (VIII); integrantes das entidades de desporto (IX);
auditores da Receita e do Trabalho e analistas tributários (X); e servidores do
Judiciário e do Ministério Público que efetivamente estejam no exercício de
funções de segurança (XI).
Os
profissionais elencados nos incisos I, II, III, V e VI têm direito de portar
arma de propriedade particular ou fornecida pela respectiva corporação ou
instituição, mesmo fora de serviço, o que não é o caso dos agentes
penitenciários, por exemplo.
Tramitação
De acordo com
a Constituição, o veto deve ser apreciado em sessão conjunta, dentro de 30 dias
a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria
absoluta dos Deputados e Senadores, em escrutínio secreto. Se o veto for
derrubado, será o projeto enviado, para promulgação, ao presidente da
República.
No entanto, há
mais de 3 mil vetos aguardando votação pelo Congresso, alguns ainda da década
de 1990. No fim do ano passado, os parlamentares consideraram votar todos os
vetos em bloco, para permitir o exame dos vetos presidenciais ao projeto da Lei
dos Royalties, mas a definição do assunto acabou ficando para este ano.
Fonte - portaldenoticias
AGORA É GREVE!
ALERTA AOS AGENTES PENITENCIÁRIOS
PERNAMBUCANOS
Mais
uma vez, a ignorância, o desconhecimento da natureza de nosso trabalho, ou os
interesses políticos partidários de facções políticas se sobrepõem à dignidade
e direitos do trabalhador, nos encontramos numa situação caótica, onde nossos
direitos fundamentais, à vida, à família, a nossa segurança e integridade são
deixados de lado por questões meramente politiqueiras. O provável veto da
presidente Dilma ao nosso porte de arma implicará que passaremos a ser meros em
termos comparativos aos vigilantes (sem nenhum demérito a esta categoria que
tem suas próprias atribuições).
Com
o veto presidencial não poderemos portar arma pessoal em serviço ou fora dele,
nem poderemos portar qualquer armamento fora de serviço. Desta forma, nossas atribuições
ficarão restrita a de meros carcereiros (aquele sujeito que só abre e fecha a
cela da cadeia). Está claro que nós agentes penitenciários pernambucanos
precisamos dar uma resposta à altura a ignorância desta presidente que
destilando a amargura e revanchismo de seus dias de cárcere impõe seu
revanchismo sobre uma categoria que sequer existia por ocasião de sua reclusão.
Mesmo
existindo a regulamentação estadual para tal porte. O veto anulará tal medida.
Outros Estados mesmo tendo suas legislações estaduais, serão alvos de processos
judiciais. Os Delegados poderão prender qualquer Agente Penitenciário por porte
de ilegal, quando do uso de arma particular.
Caso
do veto presidencial ser confirmado, só o Senado Federal, com a devolução do
projeto, poderá aprovar. Outra possibilidade seria através de medida
provisória. Porém, é necessária a mobilização de todos os Agentes
Penitenciários (novos ou antigos).
Nós
do SINDASP-PE estamos convocando toda a categoria do estado a se preparar para
uma greve geral em defesa, não só do nosso porte de arma fora de serviço, da
nossa dignidade funcional e do mínimo de garantia em defesa de nossas vidas, ou
será que o cidadão agente penitenciário não é detentor deste direito
fundamental, cabendo-o só aos criminosos e preso que custodiamos e contemos a
bem do estado de direito e garantia dos outros cidadãos?
Entendemos
que todos nós, na condição de base, devemos mostrar às autoridades nossa
coragem e determinação, lutar pela defesa de nossos interesses coletivos,
principalmente, este que é vital a nossa segurança e integridade física e
moral, pessoal e de nossos familiares.
Fonte - Sindasp
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Polêmica: armas de grosso calibre para policiais, sim ou não¿
Pouco mais de uma semana depois do
anúncio de que os policiais poderão adquirir armas de calibres mais eficientes
para sua defesa, a ocorrência de uma chacina em São Paulo traz à tona um debate
em sentido completamente oposto, com o reaparecimento da proposta de se proibir
aos integrantes das forças de segurança pública o porte de armas fora do
serviço, ou mesmo possuírem armas particulares. Segundo os defensores da ideia,
a medida diminuiria as armas em circulação e aliviaria a investida de
criminosos contra os policiais, cujo objetivo seria, justamente, o roubo desses
equipamentos.
A polêmica sobre o assunto é grande
até mesmo no meio policial, estando longe um consenso sobre o que seria mais
adequado, se a ampliação do direito ao porte ou a restrição a este. Com
reconhecido histórico de atuação em defesa da ampliação do acesso às armas de
fogo, a associação civil Movimento Viva Brasil não tem dúvida sobre o caminho a
seguir: o da liberação.
Indagado sobre o risco de policiais
andarem armados fora do expediente, o pesquisador em segurança pública e
diretor da entidade, Fabricio Rebelo, rechaçou esta justificativa. “O risco
está, justamente, em deixar o policial desarmado fora do expediente, sem chance
de reação contra a investida de criminosos. É preciso ter-se em mente que um
policial não é policial apenas durante seu horário de serviço e que, fora dele,
se torna mais vulnerável do que o cidadão comum, já que paira contra si o
constante risco de ser alvo de vingança ou mesmo ataque para desestabilização
da segurança pública, como temos visto com frequência nos últimos meses em São
Paulo”, alega.
Para Rebelo, o objetivo dos ataques
não seria o roubo de armas dos policiais, mas o ataque em si, tirando a vida
dos profissionais de segurança pública, o que se provaria pela ausência da
subtração de suas armas após os homicídios. “Não há nem mesmo a necessidade de
que o crime organizado se abasteça desta forma, com o enfrentamento, já que o
comércio ilegal de armas é amplo, complexo e organizado, tendo por fonte
principal o tráfico internacional, de onde vêm as armas que se costuma ver em
mãos dos criminosos, como fuzis, metralhadoras e pistolas em calibres cuja
circulação legal no país simplesmente não é permitida, sequer entre as forças
de segurança pública, como o 9 mm.”
O pesquisador aponta como fundamento
para a não necessidade do enfrentamento o baixo custo das armas no mercado
ilegal, onde são praticados preços, em média, quatro vezes menores do que no
comércio legalizado. “Hoje em dia, o popular revólver .38 é comumente achado de
forma ilegal por R$300,00 ou R$500,00, mas vendido nas poucas lojas
especializadas que ainda subsistem por R$ 2mil ou mais, e isso após uma
burocracia enorme. O mesmo ocorre com as pistolas, que ilegalmente variam de
R$1mil a R$2,5mil e que não saem de uma loja por menos de R$4mil e, ainda
assim, em calibres que nem interessam aos criminosos, já que em lojas o máximo
calibre à venda é o diminuto .380. Portanto, com a grande oferta destes
artefatos no mercado ilegal e seu baixo custo, não há motivo para tentarem
adquirir com o risco do enfrentamento contra policiais”.
De acordo com o diretor da entidade,
o Movimento Viva Brasil é completamente contrário às propostas de restrição e
está preparado para combatê-las, ainda que não se tenha apresentado, objetivamente,
um projeto de lei para sua imposição. Trata-se, segundo ele, de “uma questão
antiga, um desejo incontido de ONGs desarmamentistas, as mesmas que querem
desarmar o cidadão, mas sem nenhuma justificativa além da pura ideologia que as
move”. Além disso, de acordo com a entidade, essa proposta caminha na contramão
do que de mais concreto se tem atualmente em termos de proposta legislativa
sobre o assunto, identificada como o Projeto de Lei 3.722/12. “É uma proposta
que substitui o atual estatuto do desarmamento e institui um novo sistema de
regulamentação de armas de fogo e munições, mais estruturado, eficiente e
adequado à realidade brasileira, sobretudo quanto ao resultado do referendo de
2005, em que a sociedade optou por preservar o comércio de armas”, afirma o
diretor.
Rebelo esclarece que, pelo referido
projeto de lei, o porte de arma dos policiais permanece assegurado em todo o
território nacional, seja para as armas institucionais, seja para as armas
particulares registradas em seu nome. “O projeto torna o porte de arma um
direito de todo cidadão que satisfaça critérios objetivos, não se justificando
que restrições sejam impostas justamente para quem, muito mais do que um
direito, andar armado é uma obrigação, até porque, antes de serem policiais,
todos eles são cidadãos”, prossegue, lamentando a ainda falta de amplo
conhecimento sobre o texto: “por se tratar de um projeto extenso, criando todo
um novo sistema de regulamentação, ainda há muita especulação sobre ele, sendo
poucos os que, de fato, se dedicaram à sua leitura, até mesmo no meio policial,
onde já surgiu até o boato de que se estaria acabando com porte de policiais,
justamente o oposto do que está no projeto”.
O pesquisador finaliza enfatizando a
importância da permissão ao porte de armas para o cidadão, até mesmo diante de
seus reflexos nas forças policiais, para que questões como a agora debatida, de
proibir o porte de arma fora de serviço, não ganhem força. “Essa discussão só
existe porque a regra é a proibição do porte de arma para o cidadão, na qual se
tenta enquadrar policiais fora do horário de serviço, mas, a partir do momento
em que a regra for a permissão ao porte, uma discussão assim não fará qualquer
sentido. Pelo sistema atual, embora os policiais possam possuir e portar armas
enquanto investidos na carreira, perdem essa possibilidade se deixarem de ser
policiais, direito que já não alcança seus familiares, atualmente sem meios de
se proteger, mas que estão igualmente sujeitos a risco”, ressalta Rebelo.
Ao contrário das ideias restritivas
ao porte de armas por policiais fora de serviço, a chamada Nova Lei de Controle
de Armas já está em tramitação no Congresso, atualmente na Comissão de Relações
Exteriores e de Defesa Nacional, onde aguarda parecer.
Por Mariana Nascimento
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Governo
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Cachoeira e Andressa curtem lua de mel na Bahia
Beneficiado por habeas corpus
após ser condenado a quase 40 anos de prisão, o recém-casado Carlos Cachoeira
(esq.) reapareceu sexta-feira (4) hospedado no resort Kiaroa em Taipús de Fora,
praia da Península de Maraú (BA), com a mulher, Andressa Mendonça (centro).
Carlinhos Cachoeira e Andressa
Mendonça, que se casaram em dezembro de 2011, seguem curtindo lua de mel no
luxuosíssimo resort Kiaroa, em Maraú, no sul da Bahia. As diárias do resort
passam dos R$ 3 mil, em suíte simples e chegam a R$ 10 mil em bangalô luxo. O
casal está acomodado em um bangalô à beira-mar, que tem piscina privativa.
Situado na Península de Maraú,
litoral sul da Bahia, o Kiaroa pratica diárias altíssimas. O preço de um pacote
de quatro dias no Réveillon foi de R$ 10 mil a R$ 24.900.
Investigado durante a Operação
Monte Carlo, da Polícia Federal, Cachoeira foi condenado a 39 anos e 8 meses de
prisão por crimes como corrupção ativa, formação de quadrilha e peculato.
Segundo a acusação, o empresário controlava um esquema de jogo ilegal, que se
expandiu para desvio de recursos públicos por meio de corrupção de agentes
estatais. Cachoeira foi solto após habeas corpus concedido pelo juiz federal
Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Fonte - claudiohumberto
Celulares nas prisões: quase 35mil foram apreendidos em 2012
As autoridades brasileiras apreenderam 34.945
celulares nas prisões brasileiras no ano de 2012, de acordo com um balanço
publicado neste domingo pelo jornal “O Globo”, sobre base de dados oficiais.
Segundo a publicação, esse número representa
uma apreensão a cada quinze presos, levando em conta que a população carcerária
do país é de cerca 550 mil pessoas, de acordo com o Ministério da Justiça.
“É necessário um maior investimento em
equipamentos e em uma melhor capacitação dos agentes penitenciários”, declarou
o coordenador de Inteligência Penitenciária do Ministério da Justiça,
Washington Clark, que admitiu que o elevado número de telefones em mãos dos
presos é um problema ainda não resolvido.
O Estado investiu nos últimos quatro anos um
total de R$ 17 milhões em equipes para detectar a entrada de telefones nas
prisões e bloquear os sinais nos presídios, mas foi insuficiente.
Os celulares chegam clandestinamente às
prisões das formas mais inusitadas, como o demonstrou esta semana a “captura”
de um gato que entrava a um presídio com um telefone celular, um carregador,
quatro baterias e até serras aderidas ao corpo.
O chamado “gato-mula” foi detectado pelos
agentes da prisão Desembargador Luiz de Oliveira Souza, na cidade de Arapiraca,
no estado de Alagoas.
Segundo disseram fontes oficiais, o gato foi
criado por um grupo de presos, que depois o entregaram para familiares que, por
sua vez, o adestraram para entrar e sair do presídio por conta própria.
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