sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Polêmica: armas de grosso calibre para policiais, sim ou não¿
Pouco mais de uma semana depois do
anúncio de que os policiais poderão adquirir armas de calibres mais eficientes
para sua defesa, a ocorrência de uma chacina em São Paulo traz à tona um debate
em sentido completamente oposto, com o reaparecimento da proposta de se proibir
aos integrantes das forças de segurança pública o porte de armas fora do
serviço, ou mesmo possuírem armas particulares. Segundo os defensores da ideia,
a medida diminuiria as armas em circulação e aliviaria a investida de
criminosos contra os policiais, cujo objetivo seria, justamente, o roubo desses
equipamentos.
A polêmica sobre o assunto é grande
até mesmo no meio policial, estando longe um consenso sobre o que seria mais
adequado, se a ampliação do direito ao porte ou a restrição a este. Com
reconhecido histórico de atuação em defesa da ampliação do acesso às armas de
fogo, a associação civil Movimento Viva Brasil não tem dúvida sobre o caminho a
seguir: o da liberação.
Indagado sobre o risco de policiais
andarem armados fora do expediente, o pesquisador em segurança pública e
diretor da entidade, Fabricio Rebelo, rechaçou esta justificativa. “O risco
está, justamente, em deixar o policial desarmado fora do expediente, sem chance
de reação contra a investida de criminosos. É preciso ter-se em mente que um
policial não é policial apenas durante seu horário de serviço e que, fora dele,
se torna mais vulnerável do que o cidadão comum, já que paira contra si o
constante risco de ser alvo de vingança ou mesmo ataque para desestabilização
da segurança pública, como temos visto com frequência nos últimos meses em São
Paulo”, alega.
Para Rebelo, o objetivo dos ataques
não seria o roubo de armas dos policiais, mas o ataque em si, tirando a vida
dos profissionais de segurança pública, o que se provaria pela ausência da
subtração de suas armas após os homicídios. “Não há nem mesmo a necessidade de
que o crime organizado se abasteça desta forma, com o enfrentamento, já que o
comércio ilegal de armas é amplo, complexo e organizado, tendo por fonte
principal o tráfico internacional, de onde vêm as armas que se costuma ver em
mãos dos criminosos, como fuzis, metralhadoras e pistolas em calibres cuja
circulação legal no país simplesmente não é permitida, sequer entre as forças
de segurança pública, como o 9 mm.”
O pesquisador aponta como fundamento
para a não necessidade do enfrentamento o baixo custo das armas no mercado
ilegal, onde são praticados preços, em média, quatro vezes menores do que no
comércio legalizado. “Hoje em dia, o popular revólver .38 é comumente achado de
forma ilegal por R$300,00 ou R$500,00, mas vendido nas poucas lojas
especializadas que ainda subsistem por R$ 2mil ou mais, e isso após uma
burocracia enorme. O mesmo ocorre com as pistolas, que ilegalmente variam de
R$1mil a R$2,5mil e que não saem de uma loja por menos de R$4mil e, ainda
assim, em calibres que nem interessam aos criminosos, já que em lojas o máximo
calibre à venda é o diminuto .380. Portanto, com a grande oferta destes
artefatos no mercado ilegal e seu baixo custo, não há motivo para tentarem
adquirir com o risco do enfrentamento contra policiais”.
De acordo com o diretor da entidade,
o Movimento Viva Brasil é completamente contrário às propostas de restrição e
está preparado para combatê-las, ainda que não se tenha apresentado, objetivamente,
um projeto de lei para sua imposição. Trata-se, segundo ele, de “uma questão
antiga, um desejo incontido de ONGs desarmamentistas, as mesmas que querem
desarmar o cidadão, mas sem nenhuma justificativa além da pura ideologia que as
move”. Além disso, de acordo com a entidade, essa proposta caminha na contramão
do que de mais concreto se tem atualmente em termos de proposta legislativa
sobre o assunto, identificada como o Projeto de Lei 3.722/12. “É uma proposta
que substitui o atual estatuto do desarmamento e institui um novo sistema de
regulamentação de armas de fogo e munições, mais estruturado, eficiente e
adequado à realidade brasileira, sobretudo quanto ao resultado do referendo de
2005, em que a sociedade optou por preservar o comércio de armas”, afirma o
diretor.
Rebelo esclarece que, pelo referido
projeto de lei, o porte de arma dos policiais permanece assegurado em todo o
território nacional, seja para as armas institucionais, seja para as armas
particulares registradas em seu nome. “O projeto torna o porte de arma um
direito de todo cidadão que satisfaça critérios objetivos, não se justificando
que restrições sejam impostas justamente para quem, muito mais do que um
direito, andar armado é uma obrigação, até porque, antes de serem policiais,
todos eles são cidadãos”, prossegue, lamentando a ainda falta de amplo
conhecimento sobre o texto: “por se tratar de um projeto extenso, criando todo
um novo sistema de regulamentação, ainda há muita especulação sobre ele, sendo
poucos os que, de fato, se dedicaram à sua leitura, até mesmo no meio policial,
onde já surgiu até o boato de que se estaria acabando com porte de policiais,
justamente o oposto do que está no projeto”.
O pesquisador finaliza enfatizando a
importância da permissão ao porte de armas para o cidadão, até mesmo diante de
seus reflexos nas forças policiais, para que questões como a agora debatida, de
proibir o porte de arma fora de serviço, não ganhem força. “Essa discussão só
existe porque a regra é a proibição do porte de arma para o cidadão, na qual se
tenta enquadrar policiais fora do horário de serviço, mas, a partir do momento
em que a regra for a permissão ao porte, uma discussão assim não fará qualquer
sentido. Pelo sistema atual, embora os policiais possam possuir e portar armas
enquanto investidos na carreira, perdem essa possibilidade se deixarem de ser
policiais, direito que já não alcança seus familiares, atualmente sem meios de
se proteger, mas que estão igualmente sujeitos a risco”, ressalta Rebelo.
Ao contrário das ideias restritivas
ao porte de armas por policiais fora de serviço, a chamada Nova Lei de Controle
de Armas já está em tramitação no Congresso, atualmente na Comissão de Relações
Exteriores e de Defesa Nacional, onde aguarda parecer.
Por Mariana Nascimento
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Governo
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Cachoeira e Andressa curtem lua de mel na Bahia
Beneficiado por habeas corpus
após ser condenado a quase 40 anos de prisão, o recém-casado Carlos Cachoeira
(esq.) reapareceu sexta-feira (4) hospedado no resort Kiaroa em Taipús de Fora,
praia da Península de Maraú (BA), com a mulher, Andressa Mendonça (centro).
Carlinhos Cachoeira e Andressa
Mendonça, que se casaram em dezembro de 2011, seguem curtindo lua de mel no
luxuosíssimo resort Kiaroa, em Maraú, no sul da Bahia. As diárias do resort
passam dos R$ 3 mil, em suíte simples e chegam a R$ 10 mil em bangalô luxo. O
casal está acomodado em um bangalô à beira-mar, que tem piscina privativa.
Situado na Península de Maraú,
litoral sul da Bahia, o Kiaroa pratica diárias altíssimas. O preço de um pacote
de quatro dias no Réveillon foi de R$ 10 mil a R$ 24.900.
Investigado durante a Operação
Monte Carlo, da Polícia Federal, Cachoeira foi condenado a 39 anos e 8 meses de
prisão por crimes como corrupção ativa, formação de quadrilha e peculato.
Segundo a acusação, o empresário controlava um esquema de jogo ilegal, que se
expandiu para desvio de recursos públicos por meio de corrupção de agentes
estatais. Cachoeira foi solto após habeas corpus concedido pelo juiz federal
Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Fonte - claudiohumberto
Celulares nas prisões: quase 35mil foram apreendidos em 2012
As autoridades brasileiras apreenderam 34.945
celulares nas prisões brasileiras no ano de 2012, de acordo com um balanço
publicado neste domingo pelo jornal “O Globo”, sobre base de dados oficiais.
Segundo a publicação, esse número representa
uma apreensão a cada quinze presos, levando em conta que a população carcerária
do país é de cerca 550 mil pessoas, de acordo com o Ministério da Justiça.
“É necessário um maior investimento em
equipamentos e em uma melhor capacitação dos agentes penitenciários”, declarou
o coordenador de Inteligência Penitenciária do Ministério da Justiça,
Washington Clark, que admitiu que o elevado número de telefones em mãos dos
presos é um problema ainda não resolvido.
O Estado investiu nos últimos quatro anos um
total de R$ 17 milhões em equipes para detectar a entrada de telefones nas
prisões e bloquear os sinais nos presídios, mas foi insuficiente.
Os celulares chegam clandestinamente às
prisões das formas mais inusitadas, como o demonstrou esta semana a “captura”
de um gato que entrava a um presídio com um telefone celular, um carregador,
quatro baterias e até serras aderidas ao corpo.
O chamado “gato-mula” foi detectado pelos
agentes da prisão Desembargador Luiz de Oliveira Souza, na cidade de Arapiraca,
no estado de Alagoas.
Segundo disseram fontes oficiais, o gato foi
criado por um grupo de presos, que depois o entregaram para familiares que, por
sua vez, o adestraram para entrar e sair do presídio por conta própria.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Policiais brasileiros são autorizados a adquirir armas .45 e .357
Dentro em
breve policiais militares, civis, rodoviários federais e federais serão
autorizados a adquirir armas de fogo de calibre.357 Magnum e .45 ACP, tão logo
o Exército Brasileiro regulamente a portaria nº 142, de dezembro de 2012,
assinada pelo Comandante do Exército, que autoriza a aquisição de armas de uso
restrito, na indústria nacional, para uso próprio dos policiais brasileiros.
São mais duas
opções de calibre restrito para os policiais, que antes só podiam adquirir o
calibre .40:
COMANDANTE DO
EXÉRCITO
PORTARIA Nº 1.042 DE 10 DE DEZEMBRO DE 2012.
Autoriza a aquisição de armas de
uso restrito, na indústria nacional, para uso próprio e dá outras providências.
O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso
da atribuição que lhe confere o art. 4º, da Lei Complementar nº 97, de 9 de
junho de 1999, alterada pela Lei Complementar nº 136, de 25 de agosto de 2010;
e o inciso VI do art. 3º combinado com o inciso I do art. 20, da Estrutura
Regimental do Comando do Exército, aprovado pelo Decreto n° 5.751, de 12 de
abril de 2006, o art. 18 do Decreto nº 5.123, de 1º de julho de 2004; e de
acordo com o que propõe o Comando Logístico, ouvido o Estado-Maior do Exército,
resolve:
Art. 1º Autorizar a aquisição, na
indústria nacional, de até 2 (duas) armas de uso restrito, para uso próprio,
dentre os calibres .357 Magnum, .40 S&W ou .45 ACP, em qualquer modelo, por
policial rodoviário federal, policial ferroviário federal, policial civil, policial
e bombeiro militares dos estados e do Distrito Federal.
Art. 2º Determinar ao Comando
Logístico que baixe as normas reguladoras da aquisição, registro, cadastro e
transferência de propriedade das armas de uso restrito adquiridas pelos
integrantes de órgãos policiais, indicados no artigo anterior, estabelecendo:
I - mecanismos que favoreçam o
controle das armas;
II - destino das armas, após a
morte do adquirente ou qualquer impedimento que contra indique a propriedade e
posse de armas de fogo; e
III - destino das armas nos casos
de demissão e licenciamento, voluntário ou de ofício, dos policiais e
bombeiros.
Art. 3º Determinar que esta
Portaria entre em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º Revogar a Portaria do
Comandante do Exército nº 812, de 7 de novembro de 2005.
Sempre é bom
lembrar que a aquisição, porte e uso de armas de fogo dependem do preparo do
policial e das circunstâncias em que pretende empregar o armamento.
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LEIS
Agentes Penitenciários apreendem gato 'transportando' celular para presídio
Um gato foi
apreendido pelos agentes que estavam de plantão na virada do ano (31), no
Presídio Desembargador Luiz de Oliveira Souza, em Arapiraca, ‘carregando’
serras, brocas, fone de ouvido, cartão de memória, aparelho celular, baterias e
um carregador preso ao seu corpo.
O animal foi interceptado na portaria do presídio. Os agentes
acreditam que os objetos deveriam chegar até os detentos que tentariam fugir.
O material deveria ser usado para serrar grades e cavar
túneis para a tentativa de fugas. O celular seria usado para o contato entre os
presos e as pessoas de fora do sistema prisional.
O gato foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses.
Fonte - primeira
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Sistema Penitenciário Nacional
sábado, 5 de janeiro de 2013
Epifania do Senhor
A Epifania é a
solenidade da manifestação de Deus a todos os povos, representados pelos magos
que seguem a Estrela Nascente. Quase chegando ao fim do tempo do Natal,
celebramos o amor de um Deus que em seu Filho deseja revelar-se a todos.
À primeira
vista, pode parecer estranho que, desejando revelar-se a todos, Deus se encarne
numa criança indefesa, na cidadezinha sem importância de Belém, entre gente
simples e humilde. Deus não se revela triunfalmente, com sinais espetaculares.
Ele faz nascer uma estrela, a indicar o caminho até seu Filho. E o que é essa
estrela, senão o presente divino ao desejo humano de encontrar o próprio Deus?
Deus não se impõe à nossa liberdade, pois ele é a própria liberdade, que se
propõe ao nosso desejo de eternidade, ao nosso desejo de encontrar o Senhor e
criador.
Ainda hoje a
estrela divina está aí a nos guiar até Jesus. E somos agraciados, pois
conhecemos hoje algo que os magos de então não conheciam: o ministério e a
proposta de Jesus. Seguindo essa proposta do Senhor, outras pessoas nos indicam
o caminho até ele. Em cada gesto de bondade e de vida, podemos reconhecer a
estrela-guia. E assim somos chamados a reconhecer os sinais que nos conduzem ao
nosso Deus encarnado. E, ao mesmo tempo, a oferecer ao mundo, com nossa própria
vida, sinais de sua presença em nosso meio.
Os presentes
dos magos também nos indicam quem é o menino recém- nascido e nos ajudam a
compreender sua missão. O ouro indica que ele é o verdadeiro rei, diferente dos
reis da terra, pois Jesus vem instaurar o reinado de Deus pelo perdão e pela
justiça. O incenso indica que ele é Deus e como tal deve ser adorado, em seu
infinito poder de amar e dar a vida. A mirra indica a natureza humana de Jesus,
Deus que se encarna, assume á condição humana, sofre até as últimas
consequências e dá a vida na cruz.
E nós, onde e
quando temos encontrado o Senhor? E quais presentes temos oferecido a ele?
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Religião
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Curso de Técnicas Policiais - Auto Defesa
O vídeo faz
parte do curso de técnicas policiais, ministradas pelo Mestre Rui Lacerda, cuja
finalidade é a defesa pessoal e imobilização através de torções dos membros das
extremidades (mãos, dedos, pés, etc.), além de socos, chutes e esquivas.
Muito prático
e objetivo para o Agente Penitenciário por em prática numa situação de
descontrole do detento, sem ter que utilizar meios "desproporcionais"
de defesa.
Veja o vídeo:
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
domingo, 30 de dezembro de 2012
FELIZ ANO NOVO
Um antigo
místico dizia que, ao iniciar novo ano, devemos iniciar também nova vida, do
contrário permanecemos no ano velho. Maria meditava os acontecimentos em seu
coração. A exemplo dela devemos meditar sobre o uso que fazemos do tempo, que
passa veloz, e sobre como o aproveitamos. Quem não o utiliza bem acaba perdendo
parte da própria vida. Se queremos passar nosso tempo felizes, devemos
concentrar-nos naquilo que realmente vale. Sempre podemos recomeçar −
ano-novo é propício para isso.
Ao iniciar mais
um ano civil, é de praxe desejar-nos "feliz ano-novo", augúrio que
demonstra a alegria transbordando do nosso íntimo diante da novidade que nos
aguarda. Todo início de ano temos a tendência de, a exemplo dos pastores, nos
projetarmos para o novo que se anuncia ("todos se admiravam com aquilo que
os pastores contavam"). Nem sempre, porém, conseguimos contar muitas
maravilhas a respeito de nós mesmos, de nossa comunidade e de nosso país.
Quando damos feliz ano-novo:
−queremos um país que não
elimine as crianças e não discrimine nem maltrate negros, índios, pobres e
mulheres, superando todo tipo de violência e preconceito;
−desejamos um país que valorize
a família e no qual as famílias se pautem pelo amor, diálogo e respeito;
−almejamos um país que cure as
feridas dos doentes e não os deixe à margem, morrendo à míngua; com
profissionais da saúde que exerçam o sacerdócio da cura e não se voltem apenas
para a busca de lucro;
−sonhamos com uma escola que ensine
uma educação que prepare para a vida, acessível a todos. Escola que não se
limite a transmitir conceitos, mas forme profissionais competentes, cidadãos
honestos e de caráter;
−torcemos por um país que ouça
o clamor dos esquecidos e dos humildes e deixe de se inclinar diante dos
poderosos; que dê atenção aos homens confiáveis e éticos, pois, com frequência,
os corruptos ainda têm mais vez e voz do que os honestos.
Então, sim,
poderemos dizer que teremos um ano realmente feliz. Que Maria, mãe de Deus, nos
ajude a conquistar, ao longo deste ano, esses valores.
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OPINIÃO
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