sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Dez Terríveis instrumentos de tortura

1) A MÁSCARA DA INFÂMIA



Este instrumento portátil de tortura era muito popular na Inglaterra e na Escócia durante a década de 1500. As mulheres usavam uma “gaiola” trancada em torno da cabeça como punição por chatear e fofocar com muita freqüência. Anexado a este focinho de ferro havia uma placa de freio inserida na boca da mulher para, literalmente, dominar sua língua traiçoeira. A maioria destes metais continha “pregos”. Os menores eram um leve desconforto, enquanto outros podiam furar a língua e causar sangramentos constantes. Para piorar, alguns tinham uma mordaça no final que, quando o dispositivo era usado, descansava no fundo da boca irritando a garganta. Os instrumentos podiam ser moldados como cabeças de animais para simbolicamente se referirem ao crime (por exemplo, asno tolo). As mulheres eram levadas pela cidade, em uma coleira, para as pessoas verem e saberem das suas transgressões. Se as agressões verbais não eram suficientes, as mulheres eram apedrejadas e espancadas pela população

2) FORQUILHA DO HEREGE

O garfo do herege, como você já deve ter adivinhado, foi utilizado principalmente durante a inquisição. O garfo era uma vara de metal com dois pinos em ambas as extremidades ligada a uma pulseira de couro em torno do pescoço. A forquilha superior era colocada na parte carnuda embaixo do queixo, enquanto a outra extremidade escavava o osso do esterno, mantendo o pescoço esticado e a cabeça erguida o tempo todo. Garantir a agonia ideal era simples. A pessoa era impedida de se deitar, ou por estar pendurada no teto ou por ser suspensa de alguma maneira angustiante. Qualquer movimento da mandíbula forçaria os dentes afiados a penetrar ainda mais sua pele. O dispositivo foi eficaz para o uso a longo termo, porque não perfurava órgãos vitais, e a perda de sangue era mínima. As vítimas geralmente morriam de privação do sono e fadiga.

3) PARAFUSO QUE POSSUI APOIO PARA OS DEDOS

Um prisioneiro colocava seus polegares entre dois pedaços de metal plano, conectados por um ou mais parafusos. As barras de metal tinham sulcos, ou saliências lisas ou pontas afiadas, que penetravam nos polegares da vítima, prendendo-os no mecanismo de metal enquanto seus ossos eram esmagados. Um pequeno aparelho de tortura que infligia dor extrema sem muito esforço. Invenções semelhantes foram utilizadas nos dedos, pulsos, cotovelos e joelhos.

4) TEAN ZU


Como se esmagamento de polegares não bastasse, esse dispositivo chinês, utilizando-se um conceito semelhante, esmagava todos os dedos em um longo processo. Os dedos da vítima eram colocados sobre uma superfície plana de madeira e cada um era separado por varas ligadas à cordas. Recusar a responder perguntas ou fornecer informações resultava no agravamento das cordas que fechava o dispositivo nos dedos do prisioneiro, esmagando-os lentamente. Isso não só causava uma quantidade extrema de dor, mas o processo poderia ser repetido inúmeras vezes. Às vezes, os dedos danificavam tanto que os ossos se projetavam para fora da pele.

5) ARANHA ESPANHOLA

É uma versão do “esmagador de peitos”. Este objeto tem garras de metal compridas que são aquecidas antes de ser fixadas na mama de uma mulher. Como se o metal quente na carne macia não bastasse, o seio era então arrancado do peito violentamente. Esta era a pena por adultério ou aborto intencional. Outros usos da aranha espanhola eram tão desumanos quanto esse. As vítimas eram feridas pelas garras aquecidas em seus peitos, barriga ou das nádegas (qualquer lugar carnoso) e, em seguida, penduradas no teto. O próprio peso das vítimas fazia as feridas e a pele esticarem, e era quase impossível parar o sangramento.


6) CHICOTE


O chicote talvez seja o item mais familiar da lista. Sua concepção básica foi admirada em toda a história, usada na Roma antiga e predominante até a Guerra Civil Americana (para a disciplina de escravos). Hoje, o chicote ainda é usado como castigo nos países islâmicos e do Leste. Existem dois principais tipos de chicotes: uma vara flexível com uma alça e o chicote tradicional, uma longa cadeia simples, normalmente feita de couro com uma alça rígida no final. Existem inúmeras variações. Além disso, o chicote foi o primeiro objeto feito pelo homem que poderia quebrar a barreira do som. Viajando mais de 340 m/s, o som de um chicote é na verdade uma pequena explosão sônica. A chicotada às vezes é tão grave que pedaços de carne são arrancados, e perder um olho no processo era comum. Vítimas perdiam tanto sangue que era normal cair em um estado de choque hipovolêmico.

7) GARROTE

A vítima era trancada em uma cadeira com as costas contra uma superfície plana ou uma haste de metal. Seu pescoço era amarrado com couro, ou uma banda de metal, ligados a uma roda ou manivela na parte traseira. A roda vira, o pescoço é esmagado em agonia lenta, sufocando a vítima até a morte. Variações do garrote incluíam um prego ou lâmina que penetrava na coluna quando a roda girava, pra quebrar o pescoço mais rápido ou machucar gravemente a coluna vertebral. Foi usado pela última vez em 1975, quando um estudante foi executado com o garrote, só para mais tarde ser declarado inocente.

8 ) O BANCO DA TORTURA

O banco da tortura é uma estrutura de madeira com um rolo em cada extremidade. Os prisioneiros eram amarrados sobre uma mesa montada para evitar que se contorcessem, enquanto seus pulsos e tornozelos eram amarrados a um rolo. O rolo girava em direções opostas, estendendo o corpo da vítima lentamente até que suas articulações se deslocassem. Este era um método utilizado para obter informações ou confissões. Muitos prisioneiros tiveram que assistir outros homens sofrerem para causar um medo psicológico neles antes de sua própria tortura. Se o homem não fala, os rolos continuam a girar, eventualmente arrancando os braços da vítima para fora. Variações incluíam pregos salientes na superfície de madeira em volta da vítima, assim quando seu corpo estava esticado, formava feridas que puxavam a pele e os músculos.

9) EMPALAÇÃO

A definição básica de empalação é dirigir um objeto pontiagudo através do corpo. A empalação como tortura é muito mais gráfica. Vítimas seriam traspassadas com uma estaca longa através de seus lados, ânus ou vagina. O “empalamento perfeito” penetra o corpo inteiro de modo que a ponta da estaca saia pela boca. Os mais cruéis torturadores posicionavam os corpos das vítimas de uma maneira que eles não morressem imediatamente. Múltiplas estacas eram usadas para suspender os corpos e manter os pesos equilibrados o suficiente, evitando que as pessoas escorregassem para baixo. Qualquer movimento ou esforço, no entanto, forçava a estaca apressando as mortes.


10) MANIVELA INTESTINAL

A vítima – consciente – é amarrada a uma mesa, onde é feita uma incisão no seu abdômen larga o suficiente para caber a mão do torturador dentro. Seu intestino delgado é, então, separado do fundo do estômago com um gancho e ligado a uma manivela. Lentamente, a manivela retira de 3 a 6 metros de intestino centímetro por centímetro. Este dispositivo foi utilizado para coletar informações de criminosos, mas logo que o processo começou ninguém sobreviveu à manivela. Pessoas morriam de uma combinação de dor extrema e perda de sangue.

No Caminho, com Maiakóvski

Assim como a criança
humildemente afaga
a imagem do herói,
assim me aproximo de ti, Maiakóvski.

Não importa o que me possa acontecer
por andar ombro a ombro
com um poeta soviético.

Lendo teus versos,
aprendi a ter coragem.
Tu sabes,
conheces melhor do que eu
a velha história.

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.

Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

Nos dias que correm
a ninguém é dado
repousar a cabeça
alheia ao terror.

Os humildes baixam a cerviz;
e nós, que não temos pacto algum
com os senhores do mundo,
por temor nos calamos.

No silêncio de me quarto
a ousadia me afogueia as faces
e eu fantasio um levante;
mas manhã,
diante do juiz,
talvez meus lábios
calem a verdade
como um foco de germes
capaz de me destruir.

Olho ao redor
e o que vejo
e acabo por repetir
são mentiras.

Mal sabe a criança dizer mãe
e a propaganda lhe destrói a consciência.
A mim, quase me arrastam
pela gola do paletó
à porta do templo
e me pedem que aguarde
até que a Democracia
se digne aparecer no balcão.

Mas eu sei,
porque não estou amedrontado
a ponto de cegar, que ela tem uma espada
a lhe espetar as costelas
e o riso que nos mostra
é uma tênue cortina
lançada sobre os arsenais.

Vamos ao campo
e não os vemos ao nosso lado,
no plantio.

Mas ao tempo da colheita
lá estão
e acabam por nos roubar
até o último grão de trigo.

Dizem-nos que de nós emana o poder
mas sempre o temos contra nós.

Dizem-nos que é preciso
defender nossos lares
mas se nos rebelamos contra a opressão
é sobre nós que marcham os soldados.

E por temor eu me calo,
por temor aceito a condição
de falso democrata
e rotulo meus gestos
com a palavra liberdade,
procurando, num sorriso,
esconder minha dor
diante de meus superiores.

Mas dentro de mim,
com a potência de um milhão de vozes,
o coração grita - MENTIRA!

Eduardo Alves da Costa

A Testemunha Inteligente



Após o depoimento da testemunha da defesa, o advogado de
acusação lhe diz:
— Devo parabenizá-la pela sua inteligência!
— Obrigada! — a testemunha diz — Eu só não retribuo a gentileza,
porque estou sob juramento!

Adivinha essa

Quer seja curto ou comprido,
Quer seja fino ou mais grosso,
É um órgão muito querido
Por não ter espinhas nem osso.

De incalculável valor,
Ninguém tem um a mais,
E desempenha no amor
Um dos papéis principais.

Quando uma dama aparece,
Ei-lo a pular com fervor,
Se é um rapaz, estremece
Se é velho, tem pouco vigor.

O seu nome não é tão feio,
Pois tem sete letrinhas só,
Tem um R e um A no meio
Começa em C e acaba em O.

Nunca se encontra sozinho,
Vive sempre acompanhado,
Por outros dois orgãozinhos
Junto de si, lado a lado.

O nome destes porém,
Não gera confusões,
Tem sete letras também,
Tem L no meio e acaba em ÕES.

Prá acabar com o embalo,
E com as más impressões,
Os órgãos de que eu falo...
São o coração e os pulmões!

Entre razões e emoções

Acordei com uma forte ressaca e do lado da cama tinha um copo d'água e duas
aspirinas.

Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada.

O quarto estava em perfeita ordem. Havia um bilhete de
minha mulher:

- Querido, deixei seu café pronto na cozinha. Fui ao supermercado. Beijos.
Desci e encontrei uma mesa cheia, café esperando por mim. Perguntei à minha
filha:

- O que aconteceu ontem?

- Bem, Pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no
tapete da sala, quebrou móveis, urinou na cristaleira antes de chegar no
quarto.

- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas
para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?

- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua
calça, você gritou:

- NÃO FAÇA ISSO, MOÇA, EU SOU CASADO E AMO MINHA ESPOSA!!!!
Encher a cara - R$ 70,00
Móveis destruídos - R$ 1.200,00
Café da manhã - R$ 20,00
Dizer a frase certa no momento certo... NÃO TEM PREÇO

COMENTÁRIOS SOBRE O DEPOIMENTO DE WALTER SALDANHA GAGAU SOBRE A ORIGEM DO FUTEBOL NO BRASIL

CONCORDO COM O QUE DISSE O NOSSO ILUSTRE FILÓSOFO RUSSO GAGAUZOVSKY SOBRE A ORIGEM DO NOSSO FUTEBOL, POIS O MESMO, DESCENDENTE DO NAVEGADOR PORTUGUÊS PEDRO ÁLVARES GAGAU, PRIMO EM QUINTO GRAU DO ASTRONAUTA RUSSO YURI GAGAURIN E PARENTE DISTANTE DA CANTORA BAIANA GAGAL COSTA, TINHA QUE SER PHD EM TODO TIPO DE ASSUNTO E PORQUE NÃO EM FUTEBOL. SENDO ASSIM, REPITO O QUE ELE DISSE E VOU MAIS ALÉM: NOS PRIMÓRDIOS DO NOSSO FUTEBOL NÃO EXISTIA "TÉCNA" E MUITO MENOS TÉCNICA. SÃO PALAVRAS ABALIZADAS DO MELHOR COMENTARISTA ESPORTIVO DO BRASIL, QUE INFELIZMENTE NÃO ESTÁ NO EIXO SUL-SUDESTE, MAS SIM NO VASCO, CAPITAL DE CASA AMARELA, FUTURA CIDADE DA QUAL NOSSO BRILHANTE POLÍTICO GAGAU SERÁ O PRIMEIRO PREFEITO.

ARGENTINA DECLARA GUERRA À CHINA !!!

Após uma consulta popular "hecha em la Plaza de Mayo", a Argentina enviou uma mensagem à República Popular da China: 
"Chinos de mierda , maricones, cabrones, les declaramos la guerra; tenemos 105 tanques, 47 aviones sanos, 4 barcos que navegan y 5.221 soldados". 


O Estado chinês respondeu-lhes: 
"Aceitamos a declaração, temos 38.000 tanques, 16.000 aviões, 790 navios e 300 milhões de soldados." 

Ao que respondem os argentinos: 
" Retiramos la declaración de guerra... No tenemos como alojar tantos prisioneros!" 

lullabelle no cio



Uma garotinha perguntou :


-Mamãe, posso levar nossa cachorrinha para dar uma volta no quarteirão?
A mamãe respondeu:
-Não, porque ela está no cio.
-O que é isso? perguntou a menininha.
-Vá perguntar a seu pai, ele está na garagem.
A garotinha foi até à garagem e disse:
-Paizinho, posso levar a LulaBelle para uma volta no quarteirão?
Eu pedi à mamãe, mas ela disse que a cachorrinha está no cio,
então eu vim falar com você.
Papai disse:

-Traga a LulaBelle aqui. Ele pegou uma estopa, embebeu-a em gasolina e esfregou as costas da cachorrinha com a estopa a fim de disfarçar o cheiro, e disse:
-Tudo bem, pode ir, mas mantenha LulaBelle na coleira e só dê uma volta em torno do quarteirão.
A garotinha saiu e voltou poucos minutos depois sem a cachorrinha na coleira.
Surpreso, Papai perguntou:
- 'Onde está a LulaBelle?'
A garotinha disse:
-"Acabou a gasolina dela na metade do quarteirão, por isso tem um cachorro rebocando ela até nossa casa."

O JUDEU E O PASEIO DE AVIÃO

Jacó levou o filho Jacozinho para um parque que havia


chegado na cidade. Chegando lá, uma das atrações era

uma pequeno avião que fazia passeios com as crianças.

Ele se aproximou com Jacozinho e o piloto do avião

dirigiu-se a ele e disse:

- Então, que dar um passeio com o garoto. São 50 reais.

Jacó, mão-de-vaca como sempre:

- Não. É muito cara.

Jacozinho ficou furioso e começou a chorar.

- Babai, babai leva jacozinho, leva jacozinho.

O piloto comovido com o choro do garoto disse:

- Bem, vamos fazer o seguinte: como o senhor está

achando caro e seu filho quer muito ir façamos um

trato. Eu levo vocês de graça. Mas não pode ter

medo! Se gritar ou der um suspiro de medo, você me

paga o passeio. OK?

- Vamos Jacozinho, sobe. Rapaz sabe fazer negócio.

O piloto então decolou e ficou olhando pelo espelho a

feição de Jacó. Ele estava impassível.

O piloto começou a fazer várias manobras e Jacó

impassível. Deu mergulhos, loops, girou de cabeça para

baixo, desligou o motor, raspou em uma árvore, e Jacó

nada.

Ele desistiu e então pousou.

Já no chão, virou-se para Jacó e perguntou:

- Tudo bem, o senhor não me paga. Mas confesse, não

teve vontade de gritar nenhuma hora?

E Jacó:

- Bem.. pra dizer a verdade, quando Jacozinho caiu eu

quase gritei.

Como torturar um baiano